13° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR FLORIANÓPOLIS


Quinta feira, 11 de fevereiro de 2016
A partir das 17 horas

Se você deseja participar como representante,
por favor traga uma contribuição ao grupo:
biscoitos, doces, tortas, etc. 

Condomínio Koerich Beiramar Office - Sala 304
Rua: Demétrio Ribeiro, 51 (Entrada Principal)
Av. Mauro Ramos, 1970 (Entrada Lateral)
Ao lado do Shopping Beiramar - Centro - Florianópolis 

Facilitadora - Tania Rocha
Informações: 48-99275666

12° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR FLORIANÓPOLIS


Segunda feira, 8 de fevereiro de 2016
A partir das 17 horas

Se você deseja participar como representante,
por favor traga uma contribuição ao grupo:
biscoitos, doces, tortas, etc. 

Condomínio Koerich Beiramar Office - Sala 304
Rua: Demétrio Ribeiro, 51 (Entrada Principal)
Av. Mauro Ramos, 1970 (Entrada Lateral)
Ao lado do Shopping Beiramar - Centro - Florianópolis 

Facilitadora - Tania Rocha
Informações: 48-99275666

11° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR FLORIANÓPOLIS


Quinta feira, 4 de fevereiro de 2016
A partir das 17 horas

Se você deseja participar como representante,
por favor traga uma contribuição ao grupo:
biscoitos, doces, tortas, etc. 

Condomínio Koerich Beiramar Office - Sala 304
Rua: Demétrio Ribeiro, 51 (Entrada Principal)
Av. Mauro Ramos, 1970 (Entrada Lateral)
Ao lado do Shopping Beiramar - Centro - Florianópolis 

Facilitadora - Tania Rocha
Informações: 48-99275666

Calendário Fevereiro 2016 Grupos de Constelação Familiar


Mês de Fevereiro de 2016

Dia 1 segunda feira as 17 horas

Dia 4 quinta feira as 17 horas

Dia 8 segunda feira as 17 horas

Dia 11 quinta feira as 17 horas

Dia 13 sábado as 14 horas

Dia 15 segunda feira as 17 horas

Dia 18 quinta feira as 17 horas

Dia 29 segunda feira as 17 horas

Se você deseja participar como representante,
por favor traga uma contribuição ao grupo:
biscoitos, doces, tortas, etc. 



10° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR FLORIANÓPOLIS


Segunda feira, 1º de fevereiro de 2016
A partir das 17 horas

Se você deseja participar como representante,
por favor traga uma contribuição ao grupo:
biscoitos, doces, tortas, etc. 

Condomínio Koerich Beiramar Office - Sala 304
Rua: Demétrio Ribeiro, 51 (Entrada Principal)
Av. Mauro Ramos, 1970 (Entrada Lateral)
Ao lado do Shopping Beiramar - Centro - Florianópolis 

Facilitadora - Tania Rocha
Informações: 48-99275666

9° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR FLORIANÓPOLIS


Sábado, 30 de janeiro de 2016
A partir das 14 horas

Se você deseja participar como representante,
por favor traga uma contribuição ao grupo:
biscoitos, doces, tortas, etc. 

Condomínio Koerich Beiramar Office - Sala 304
Rua: Demétrio Ribeiro, 51 (Entrada Principal)
Av. Mauro Ramos, 1970 (Entrada Lateral)
Ao lado do Shopping Beiramar - Centro - Florianópolis 

Facilitadora - Tania Rocha
Informações: 48-99275666

8° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR FLORIANÓPOLIS


Quinta feira, 28 de janeiro de 2016
A partir das 17 horas

Se você deseja participar como representante,
por favor traga uma contribuição ao grupo:
biscoitos, doces, tortas, etc. 

Condomínio Koerich Beiramar Office - Sala 304
Rua: Demétrio Ribeiro, 51 (Entrada Principal)
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Facilitadora - Tania Rocha
Informações: 48-99275666

Carta de Bert Hellinger ao pai

“Dedico este livro a meu pai Albert Hellinger (1895-1967), com uma carta:
Querido papai,
Por muito tempo eu não soube o que me faltava mais intimamente. Por muito tempo, querido papai, você foi expulso de meu coração. Por muito tempo você foi um companheiro de caminho para quem eu não olhava porque fixava meu olhar em algo maior, como me imaginava.

De repente, você voltou a mim, como de muito longe, porque minha mulher Sophie o invocou. Ela viu você, e você me falou por meio dela.
Quando penso o quanto me coloquei muitas vezes acima de você, quanto medo também eu tinha de você porque muitas vezes você me batia e me causava dores, e quão longe eu o expulsei de meu coração e tive de expulsá-lo, porque minha mãe se colocava entre nós; somente agora percebo como fiquei vazio e solitário, e como que separado da vida plena.
Porém, agora você voltou, como que de muito longe, para minha vida, de modo amoroso e com distanciamento, sem interferir em minha vida. Agora começo a entender que foi por você que, dia a dia, nossa sobrevivência era assegurada sem que percebêssemos em nosso íntimo quanto amor você derramava sobre nós, sempre igual, sempre visando o nosso bem-estar e, não obstante, como que excluído de nossos corações. Algumas vezes lhe dissemos como você foi um pai fantástico para nós?
Você foi cercado de solidão e, não obstante, permaneceu solicíto e amoroso a serviço de nossa vida e de nosso futuro. Nós tomávamos isso como algo natural, sem jamais honrar o que isso exigia de você.
Agora me vêm lágrimas, querido papai. Eu me inclino diante de sua grandeza e tomo você em meu coração. Tanto tempo você esteve como que excluído do meu coração. Tão vazio ele estavam sem você.
Também agora você permanece amigavelmente a uma certa distância de mim, sem esperar de mim algo que tire algo de sua grandeza e dignidade. Você permanece o grande como meu pai, e tomo você e tudo que recebi de você, como seu filho querido.
Querido papai,
Seu Toni (assim eu era chamado em casa).”

Bert Hellinger, em “As Igrejas e o Seu Deus”.

7° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR FLORIANÓPOLIS


Segunda feira, 25 de janeiro de 2016
A partir das 17 horas

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O sentimento de raiva


Sentimentos intensos como raiva originam-se frequentemente num ponto em que um movimento foi interrompido precocemente, no qual a criança não pode prosseguir. Essa raiva protege a criança da dor do amor. A raiva aqui é somente o outro lado do amor. Se, na terapia, deixamos que se expresse a raiva, repetimos aquilo que aconteceu outrora, porque o movimento em direção ao pai ou à mãe permanece interrompido. A experiência é repetida, mas não fica repetida com isso. 

Através dessa raiva nós nos colocamos ilusoriamente acima de nossos pais. Alguns dizem em tal exteriorização de sentimento ao pai ou à mãe: “eu mato você”. Acreditam, então, em primeiro lugar, que o fizeram e, em segundo lugar, que com isso teriam alcançado algo. Não alcançaram nada com isso. Frequentemente se castigam por isso. Quando na terapia alguém quer ficar com raiva dessa forma é indicado interromper, porque a raiva é nesse momento um sentimento de defesa. Quando ele, então, não pode mais expressar a sua raiva, chega a uma ligação com o sentimento que está por trás disso, isto é, com o amor e a dor. Esses dois sentimentos estão ligados. Esse amor é muito mais doloroso que a raiva. É o sentimento mais doloroso que existe, porque é vivenciado junto com a sensação de total impotência. Quando expresso a raiva, nego a minha impotência. Não a sinto de forma nenhuma.

A palavra decisiva nesse ponto é que a pessoa atingida diga: “Por favor”. É possível sentir aí a força em contraposição ao acesso de raiva. “Papai, por favor”. “Mamãe, por favor”. Que força está contida aí, e que dor. Existem situações nas quais uma criança se sentiu abandonada, talvez porque por engano tenha sido deixada em algum lugar. Então a criança vivencia um desespero. Quando se deixa expressar, na terapia, esses sentimentos de desespero, tem um bom efeito. Não são defesas do sentimento vivenciado por ter sido abandonado, mas correspondem exatamente a ele. Isso ajuda, então.

Bert Hellinger

TANIA ROCHA

ENDEREÇO E CONTATO

Condomínio Koerich Beiramar Office - Sala 304
Rua: Demétrio Ribeiro, 51 (Entrada Principal)
Av. Mauro Ramos, 1970 (Entrada Lateral)
Centro, Florianópolis CEP 88020-700,
Santa Catarina - Brasil
Marcar Consulta: 48-9927-5666

6° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR FLORIANÓPOLIS


Quinta feira, 21 de janeiro de 2016
A partir das 17 horas

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Facilitadora - Tania Rocha
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ACEITAR A VIDA COMO ELA É


Gostaria de começar dizendo algo sobre as Ordens do Amor entre pais e filhos, partindo da perspectiva do filho. Estas observações são tão fundamentais e óbvias que eu hesito completamente em mencioná-las, mas não obstante elas são frequentemente esquecidas. Quando os pais dão a vida, agem de acordo com o mais profundo da sua humanidade, e dão-se enquanto pais aos seus filhos exatamente como são. Não podem adicionar qualquer coisa ao que são, nem podem deixar qualquer coisa de fora. Pai e mãe, consumando o seu amor um pelo outro, dão aos seus filhos tudo o que são. Assim, a primeira das Ordens do Amor é que os filhos tomam a vida como ela lhes é dada. Uma criança não pode deixar qualquer coisa de fora da vida que lhe é dada, nem o desejo de que ela seja diferente vai mudar alguma coisa.

Uma criança é dos seus pais. O amor, se for para ter sucesso, requer que um filho aceite os pais tal como são, sem medo e sem imaginar que poderia ter pais diferentes. Afinal de contas, pais diferentes teriam filhos diferentes. Nossos pais são os únicos possíveis para nós. Imaginar que qualquer outra coisa seja possível é uma ilusão. Aceitar nossos pais tal como são é um movimento muito profundo. Implica o nosso acordo com a vida e o destino, exactamente como nos são apresentados pelos nossos pais; com as limitações que são inerentes a isso. Com as oportunidades que damos a nós próprios. Com o enredo no sofrimento, má sorte e culpa da nossa família, ou sua felicidade e boa sorte, tal como pode acontecer. Esta afirmação de nossos pais tal como são é um ato religioso. Expressa a nossa prontidão a dar falsas expectativas, que excedem ou caem de acordo com a vida que os nossos pais nos deram realmente. Esta afirmação religiosa estende-se para além dos nossos pais, e assim, ao aceitar os nossos pais, devemos olhar para além deles. Devemos ver para além deles à distância, de onde a própria vida vem, e devemos curvarmo-nos perante o mistério da vida. Quando aceitamos os nossos pais tal como são, reconhecemos o mistério da vida e submetemo-nos a ele.

Você pode testar o efeito desta aceitação na sua alma imaginando-se profundamente curvado perante os seus pais e dizendo lhes, "a vida que vocês me deram veio para mim ao preço total que vos custou, e o preço total foi o que custou. Eu aceito-a com tudo o que vem com ela, com todas as suas limitações e oportunidades." No momento em que estas frases são sinceramente ditas, nós reconhecemos a vida como ela é e nossos pais como são. O coração abre-se. Quem quer que controle esta afirmação sente-se pleno e em paz. Compare o efeito desta afirmação com o seu oposto, imaginando-se a afastar-se de seus pais, dizendo, "eu quero pais diferentes. Não gosto de como os meus são." Que ilusão, como se fosse possível sermos nós próprios e ter pais diferentes. Aqueles que falam em segredo estas frases afastam-se da vida como ela é, e sentem-se vazios, sem apoio, e não encontram paz com eles próprios.

Algumas pessoas temem que se aceitarem os seus pais tal como são, devem também aceitar o lado mau deles, e agem como se pudessem escolher somente a parte da vida que preferem. Temendo aceitar a totalidade da vida, também se perde o que é bom. Aceitando os nossos pais como são, aceitamos também a plenitude da vida, tal como ela é.

Bert Hellinger

Tania Rocha

ENDEREÇO E CONTATO

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Centro, Florianópolis CEP 88020-700,
Santa Catarina - Brasil
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5° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR FLORIANÓPOLIS


Segunda feira, 18 de janeiro de 2016
A partir das 17 horas

Se você deseja participar como representante,
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4° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR FLORIANÓPOLIS 2016


Quinta feira, 14 de janeiro de 2016
A partir das 17 horas

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3° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR FLORIANÓPOLIS 2016



Segunda feira, 11 de janeiro de 2016
A partir das 17 horas

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