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CURSO TEÓRICO E PRÁTICO DE BIOPSIQUE


Curso de BioPsique
Aceitando e honrando os antepassados
para poder reprogramar o próprio futuro

Durante o dia você vai aprender as técnicas da BioPsique que reprogramam a mente, transformando suas crenças limitantes que sabotaram seus sonhos em crenças potentes e positivas. Ao concluir este curso você conhecerá recursos necessários para fazer suas próprias escolhas e mudanças profundas na sua vida afetiva e profissional. Inconscientemente continuamos a reproduzir as mesmas doenças e os mesmos sofrimentos que os nossos antepassados viveram. Usando os recursos de BioPsique você vai honrar e liberar a dor que carrega por seus antepassados, trazendo paz para sua vida. BioPsique é um sistema inovador e eficaz, a evolução de PSYCH-K, utiliza técnicas da Constelação Familiar somadas a Cinesiologia, atuando diretamente nas causas limitadoras (conflitos, doenças, dores crônicas).

Problema => Origem Familiar => Liberação => Reprogramação => Objetivo

Dia 06 de Setembro de 2014
Sábado - 09.00 as 18.00 - Pausa café e almoço
Local: Largo Benjamin Constant, 607 - Cobertura
  
PROGRAMA DO CURSO

                                                            Sábado   Manhã                                                
 Introdução a BioPsique
Consciente/Inconsciente
Teoria da Predominância Hemisférica
Reprogramação Mental/Autossabotagem
  A Biologia do Pensamento
 O Campo morfogenético
 Crenças e Hereditariedade

 Sábado  Tarde
Frases de Apoio
Como fazer uma liberação
Reforços – a importância da prática
A origem da dor (antepassados
Exercícios Práticos

Serão entregues atestado de participação em BioPsique
Será fornecido material didático

SOMENTE 30 VAGAS

Informações e inscrições: taniarocha@hotmail.it


O mundo mágico das células


Tirei licença de um ano e fui lecionar em uma universidade no Caribe. Claro, meus problemas não iriam desaparecer simplesmente pelo fato de eu estar longe, mas quando o avião decolou de Chicago fiquei tão feliz que precisei me controlar para não gargalhar. Uma alegria imensa me invadiu e me senti como naquele dia, aos sete anos de idade, quando descobri o mundo mágico das células. A felicidade aumentou ainda mais quando entrei no pequeno avião de seis passageiros que fez a ponte aérea até Monserrat, uma pequena e isolada ilha de apenas 19 quilômetros no meio do Mar do Caribe. Se o Jardim do Éden realmente existiu, com certeza era bem parecido com aquele lugar, um pedaço do paraíso circundado pelo imenso mar cristalino verde-azulado.
Quando o avião pousou e a porta se abriu, fiquei embriagado pelo cheiro das flores de gardênia que veio com a brisa. Os moradores da ilha tinham o hábito de interromper seus afazeres para observar o pôr-do-sol, um ato de contemplação tão relaxante do qual em poucos dias eu me tornei um adepto fiel. Às vezes mal podia esperar para assistir àquele maravilhoso show no final da tarde. Minha casa ficava em uma espécie de penhasco 1.500 metros acima do oceano, virada para o oeste e, seguindo uma pequena  trilha, logo em frente eu podia descer até a água. Havia também uma pequena gruta com uma passagem cheia de árvores, plantas e flores que levava a uma praia deserta, onde eu iniciava o ritual de assistir ao pôr-do-sol mergulhando e deixando para trás todos os meus problemas diários. Depois me aconchegava na areia clara e macia para assistir ao espetáculo do sol desaparecendo lentamente mar adentro.
Ali, longe do estresse e da competição mercenária do mundo, comecei a ver a vida sem os bloqueios e as limitações das crenças dogmáticas da civilização. No início, não conseguia deixar de criticar e lamentar o desastre que minha vida tinha sido até aquele momento. Mas aos poucos comecei a colocar de lado as batalhas internas e a rever com mais calma os meus 40 anos de vida. Aprendi novamente a vivenciar o momento presente, exatamente como fazia quando criança. Reaprendi a sentir o prazer de estar vivo. Acabei me tornando mais humano e humanitário naquela ilha paradisíaca. Também cresci como profissional. Quase toda a minha formação científica havia sido dentro de salas de aula, auditórios e laboratórios frios e estéreis. Meu contato com aquele ecossistema tão rico me fez ver a biologia como um sistema vivo e integrado, e não mais como um conjunto de espécimes dividindo espaço em um planeta.
Passeando pelas florestas e mergulhando entre os recifes de coral, pude observar de perto plantas e animais em seu habitat e perceber melhor sua interação. Existe um equilíbrio delicado e dinâmico entre todas as formas de vida e o ambiente. O que descobri nos Jardins do Éden do Caribe foi harmonia e não uma luta desesperada pela sobrevivência. Percebi que a biologia tradicional dá pouca ou nenhuma importância à questão da cooperação, pois a teoria de Darwin enfatiza apenas a natureza competitiva dos seres vivos. Para o desgosto de meus colegas norte-americanos, retornei a Wisconsin protestando e argumentando contra todos os princípios e crenças da biologia tradicional. Criticava abertamente Charles Darwin e sua teoria da evolução. Os biólogos me viam como um padre que se volta contra o Vaticano e acusa o papa de ser impostor.
Todos pensaram que um coco havia caído em minha cabeça quando pedi demissão da universidade para seguir um sonho de minha vida: entrar para uma banda de rock e fazer uma turnê. Produzi um show de laser com Yanni, que havia se tornado uma celebridade no mundo musical. Mas logo percebi que tinha mais talento como professor e pesquisador do que como produtor de shows de rock. Entrei em crise, acabei desistindo do mundo da música e voltei ao Caribe para lecionar biologia celular. Mas a fase final de minha vida acadêmica foi na Escola de Medicina da Universidade de Stanford, agora defendendo e propagando abertamente a “nova” biologia. Questionava não apenas Darwin e sua versão canibal da evolução, mas também o dogma central da biologia, segundo o qual os genes controlam a vida. Este dogma tem uma séria falha: os genes não ligam-desligam sozinhos. Ou, em termos mais técnicos, não são aquilo que chamamos de “auto-emergentes”. É preciso que fatores externos do ambiente os influenciem para que entrem em atividade. Os biólogos já sabiam disto havia muito tempo, mas o fato de seguirem cegamente os dogmas da ciência os fazia ignorar esse conhecimento. Por isso, cada vez que eu me manifestava era duramente criticado por todos.
Tornei-me um candidato à excomunhão; um bruxo para ser queimado na fogueira! Na palestra que tive de apresentar durante o processo de entrevistas para a vaga de professor em Stanford, acusei todo o corpo docente, inclusive muitos dos renomados geneticistas ali presentes, de se comportarem exatamente como os fundamentalistas religiosos, aceitando o dogma central mesmo sabendo de todas as suas falhas. A plateia se alvoroçou, gritando e vociferando contra mim. Concluí que meu processo de entrevistas havia terminado. Mas, para minha surpresa, as pesquisas e descobertas que apresentei sobre a nova biologia os entusiasmaram a tal ponto que decidiram me contratar. Agora, finalmente, eu tinha o apoio dos grandes cientistas de Stanford, principalmente o do diretor do Departamento de Patologia, para colocar em prática minhas ideias sobre a pesquisa de clonagem de células humanas. E para o espanto de todos, os resultados confirmaram as teorias e princípios que eu havia apresentado. Publiquei dois ensaios sobre minhas pesquisas e deixei então o mundo acadêmico, desta vez definitivamente.
Tomei a decisão de abandonar a carreira académica porque, apesar de todo o apoio que recebia em Stanford, sentia que minhas teorias não tinham a atenção que mereciam. Mas, desde que deixei o cargo, novas pesquisas confirmam a todo instante meu ceticismo em relação ao dogma central e ao princípio de que o DNA é que controla a vida. Na verdade, a epigenética, que é o estudo dos mecanismos moleculares por meio dos quais o meio ambiente controla a atividade genética, é hoje uma das áreas mais atuantes da pesquisa científica em geral. O papel do meio ambiente no controle das atividades dos genes já era o foco de minhas pesquisas 20 anos atrás, antes mesmo de a ciência se interessar pelo assunto. É gratificante saber que hoje mais pesquisadores se interessam por esta área. Mas tenho certeza de que, se estivesse lecionando em uma escola de medicina, meus colegas ainda imaginariam se um coco não caiu em minha cabeça enquanto eu estive no Caribe. Nestes últimos dez anos me tornei ainda mais radical em relação aos padrões académicos e minha preocupação com a nova biologia hoje é muito mais que mero exercício intelectual. Acredito que as células podem nos ensinar muito não apenas sobre os mecanismos da vida, mas também como viver de maneira mais rica e completa.
Para os elevados padrões da ciência tradicional, o único prêmio que ideias como as minhas merecem é o de “cientista maluco”. O que muitos cientistas ainda consideram antropomorfismo, ou melhor, citopomorfismo, eu chamo de “biologia 101″. Você pode se considerar um indivíduo, mas como biólogo celular eu lhe digo que você é uma grande comunidade cooperativa de aproximadamente 50 trilhões de células e que a maioria delas vive como amebas, ou seja, organismos que desenvolvem uma estratégia cooperativista para a sobrevivência de todos. Em termos mais simples: os seres humanos são meros resultados de uma “consciência ameboide coletiva”. Assim como uma nação reflete as características de seus cidadãos, nossa condição humana reflete a natureza de nossa comunidade celular.
Bruce H. Lipton,  A BIOLOGIA DA CRENÇA 

Genes, ambiente, vida por Bruce Lipton


Jamais me esquecerei de algo que vim a saber em 1967, quando aprendi a clonar células-tronco na faculdade. Levei décadas para perceber quanto aquela informação tão simples poderia me ajudar na minha carreira e na minha vida pessoal. O grande cientista Irv Konigsberg, meu professor e mentor, foi um dos primeiros biólogos celulares a dominar a arte da clonagem de células-tronco. Ele explicou-nos que quando há algo de errado com as células que estudamos devemos analisar primeiro o ambiente em que elas se encontram e não apenas as células para descobrir a causa do problema. Sempre me lembrava do conselho de Irv. Toda a vez que estabelecia um ambiente saudável para a cultura de células elas se tornavam mais resistentes. Mas se algo no ambiente não era favorável, elas logo se enfraqueciam. Bastava fazer alguns ajustes para tornar o ambiente mais propício e elas voltavam a se revitalizar. 

A maioria dos biólogos, porém, não sabia desse detalhe sobre técnicas de cultura de células e passaram a dar ainda menos importância ao fato após a revelação de Watson e Crick sobre o código genético do DNA. Se alguém acredita que os genes controlam a sua vida e que são programados desde o momento da concepção, tem uma boa desculpa para se considerar uma vítima da hereditariedade. “Não tenho culpa de ter maus hábitos. Não posso mudar a minha tendência de deixar tudo para a última hora… São as minhas características genéticas!” 

Imagine o número de indivíduos que se consideram verdadeiras bombas-relógio, com medo de que o cancrose desenvolva no seu organismo a qualquer momento só porque isso aconteceu com os seus pais, irmãos ou tios. Outros atribuem a sua falta de saúde não apenas a uma combinação de fatores mentais, físicos, emocionais e espirituais, mas também a falhas no mecanismo bioquímico de seu organismo. O que pensar então das manchetes sensacionalistas anunciando a descoberta de um gene para cada doença, de depressão a esquizofrenia? Mas leia esses artigos com calma e você vai descobrir outra verdade por trás deles. Os cientistas associaram diversos genes a diferentes doenças e características, mas ainda não chegaram à conclusão de que um simples gene possa ser a fonte delas.

Se fosse assim, não se poderia deixar a chave no carro porque ela iria querer passear sozinha com ele quando você não estivesse por perto. A chave está “relacionada” ao controle do carro; a pessoa que a tem nas mãos tem controle sobre ele. Da mesma maneira, determinados genes estão relacionados ao comportamento de um organismo e às suas características. No entanto, permanecem em estado passivo a menos que uma força externa aja sobre eles. Na verdade, a ideia de que os genes controlam a biologia é apenas uma suposição jamais comprovada e até questionada pelas descobertas científicas mais recentes. Nijhout afirma que o controle genético se tornou uma metáfora na nossa sociedade. Queremos acreditar que os engenheiros geneticistas são os novos mágicos da medicina e que vão curar as doenças com a mesma maestria de génios como Einstein ou Mozart.


Claro, o meu professor não era tão rude quanto James Carville, responsável pela campanha de Bill Clinton na época, e que elegeu a frase “é a economia, sua besta” como mantra da campanha para a eleição de 1992. Mas os biólogos celulares bem que poderiam ter colocado placas com o aviso “é o ambiente, sua besta” na parede dos seus laboratórios de estudo, exatamente como fizeram os partidários de Clinton. Na época não percebi, mas com o tempo comecei a ver que se trata de uma questão-chave para compreendermos a essência da vida. Até mesmo Charles Darwin admitiu, no final da sua vida, que a sua teoria evolucionista havia subestimado o papel do meio ambiente. Numa carta que escreveu para Moritz Wagner em 1876, ele declara (Darwin, F 1888): “Na minha opinião, o maior erro que cometi foi não dar a devida atenção à ação do ambiente sobre os seres, como no caso dos alimentos, clima etc. independentemente do fator seleção natural… Quando escrevi A origem das espécies, e mesmo nos anos seguintes, jamais percebi as evidências da ação direta do meio ambiente; hoje elas são muito claras para mim”. Mas os cientistas que seguem a teoria de Darwin continuam a cometer o mesmo erro. Na verdade, o problema dessa indiferença dos cientistas em relação ao ambiente é a ênfase exagerada da “natureza” sob o aspecto do determinismo genético, ou seja, a crença de que os genes “controlam” a biologia. Isso custou ao governo centenas de dólares em pesquisas, como mostrarei mais adiante, porém o mais importante é que essa teoria mudou a nossa maneira de pensar sobre a vida.
Desde que se iniciou a era da genética, temos sido levados a crer que não há como lutar contra aquilo que fomos programados para ser. O mundo está cheio de pessoas com medo de que os seus genes possam se voltar contra elas. Os seus filhos não se comportam bem? A primeira reação dos médicos é corrigir o seu “desequilíbrio químico” por meio de medicamentos em vez de tentar descobrir o que há de errado com seu corpo, mente ou espírito. Claro, algumas doenças como coreia de Huntington, talassemia e fibrose cística são de origem genética. Mas distúrbios desse tipo afetam menos de dois por cento da população. A maioria das pessoas vem a este mundo com uma carga genética capaz de lhes proporcionar uma vida muito feliz e saudável.
Doenças que ainda não têm cura como a diabetes, problemas cardíacos e o cancro podem destruir a vida de muitos, mas não são resultado de um único gene e sim de complexas interações entre genes múltiplos e fatores ambientais. A confusão ocorre porque a mídia deturpa o sentido de dois termos muito importantes: correlação e causa. Uma coisa é dizer que um fator está relacionado a uma doença, outra é dizer que ele é a causa dela, pois isso envolve uma ação direta. Se eu lhe mostrar um molho de chaves e disser que uma delas “controla” o meu carro, você vai achar que faz todo o sentido, pois sabe que é necessário usar uma chave para dar partida num automóvel. Mas será que a chave realmente “controla” o carro? Mas que força é essa que pode ativar os genes? Uma resposta muito interessante para essa questão foi publicada num ensaio de 1990 intitulado “As metáforas, o papel dos genes e o desenvolvimento”, de H. F. Nijhout (Nijhout, 1990). O autor apresenta evidências de que os genes que controlam a biologia se repetem com tanta frequência e por períodos tão longos de tempo que os cientistas se esqueceram de que se trata apenas de uma hipótese, não de verdade comprovada.
Mas metáforas não combinam com verdades científicas. Nijhout apresenta a verdade: “Quando determinada característica de um gene se faz necessária, o ambiente gera um sinal que o ativa. O gene não se manifesta por si só”. Ou seja, quando se trata de controle genético o que fala mais alto “é o ambiente, sua besta”.
FONTE: Bruce H. Lipton,  A BIOLOGIA DA CRENÇA

A Biologia do Amor


O que as nossas células têm a ver com amor? A biologia molecular e o romance parecem companheiros improváveis, mas de acordo com o Dr. Bruce Lipton um biólogo celular, autor do best-seller: “A Biologia da Crença”, que recebeu o prêmio da paz 2009 é possível estabelecer uma relação entre eles, que ele chama de “Efeito lua-de-mel.”Todos nós nos lembramos de momentos em que tínhamos a “cabeça no amor”. Durante este tempo suculento de vida, aponta Lipton, a nossa percepção do mundo expande-se e os nossos olhos brilham de alegria. Nosso afeto não se limita ao nosso parceiro selecionado, mas sim sentimos amor pela própria vida. Assumimos riscos para experimentar novos alimentos, atividades e roupas. Nós ouvimos mais, partilharmos mais e temos mais tempo para o prazer.
Por incrível que possa parecer, todas e cada uma das nossas células se comporta como um ser humano em miniatura, diz Lipton. Dentro de você, cinquenta triliões de miniaturas humanas (células) trabalham em conjunto. Várias células lado a lado ajudando-se mutuamente para realizar o bombeamento do seu coração, para os seus pulmões respirarem e todas as tarefas que precisam acontecer a cada momento no nosso corpo. Quando nos sentimos “em amor”, as nossas células têm a vibração do amor também! Tudo começa com a vida, o qual é definido pelo movimento de acordo com Bruce H. Lipton. As proteínas, os elementos primordiais da vida facilmente se envolvem em esculturas de arames orgânicos que se movem em resposta a sinais ambientais. Na superfície de cada célula, as proteínas receptoras recebem sinais ambientais, enquanto as proteínas executoras os transformam em vibrações e transmitem-nos para o cérebro, onde são interpretados. Não é preciso muita imaginação para imaginar a diferença entre a forma como estas esculturas de proteínas se movem quando nós estamos com a “cabeça no amor” versus quando estamos irritados.
Na década de oitenta, quando Lipton descobriu que a membrana celular é o cérebro da célula, e que os sinais do ambiente, sejam de amor ou outra emoção são primários na criação da doença. Ele pressagia um dos campos mais importantes da atualidade de estudo, a ciência da epigenética. A investigação nesta área tem sugerido que a dieta, o estresse, o comportamento, as toxinas e outros fatores ativam interruptores químicos que regulam a expressão gênica. Lipton esclarece que esta nova área de estudo revela que as influências ambientais são mais proeminentes no surgimento da doença do que os genes. Ainda mais interessante, Lipton relata que as nossas percepções ambientais têm uma influência mais poderosa sobre a nossa saúde do que as drogas. Assim, a ciência diz-nos que temos uma capacidade inata de curar os nossos males quando em comparação com a farmácia. Isto significa que as pessoas não são vítimas dos seus genes como estamos acostumados a pensar. Nós podemos mudar as percepções e, assim, mudar a nossa saúde. Agora que é emocionante! A biologia antiga diz às pessoas que elas são vítimas da genética, e assim o seu poder é diminuído. O trabalho agora é ajudar as pessoas a mudar as suas percepções para que elas possam mudar os seus resultados.
Como é que funciona? A célula é um “chip” por definição, diz Lipton. As nossas memórias perceptuais e crenças são armazenadas na membrana da célula e são constantemente transmitidas ao cérebro para serem interpretadas. A mente responde a essas mensagens vibracionais, criando coerência entre crença e realidade. Em outras palavras, quando as células transmitem à sua mente, a mente trabalha diligentemente para criar a realidade do mesmo produto químico no seu corpo. Assim, se você acha que vai ficar doente, a sua mente irá coordenar as suas células para tornar a crença verdadeira. E se as suas células transmitem sinais que sugerem que você está saudável e vibrante, a sua mente de novo vai fazer isso acontecer. Este poder de percepção é demonstrado, diz Lipton, em estudos, que demonstram que as crianças adotadas têm câncer com a mesma propensão que irmãos de sangue, pois são criados na mesma família, mas têm uma genética diferente.
De fato, nos relatórios de Lipton, é referido que a doença é “semeada” nos primeiros seis anos de vida, quando as crenças são incutidas pela família no subconsciente da criança. Lipton explica como esses “downloads” subconscientes trabalham por comparação com um iPod. Quando compramos um novo iPod, ele vem com um programa específico e nós podemos pôr outro. Da mesma forma que, o que foi gravado na nossa memória subconsciente e armazenada nas nossas células é a única opção disponível para ser interpretada, mas podemos a qualquer momento trocá-la com novas crenças e percepçõesLipton aponta que o maior problema é que as pessoas não acreditam que podem mudar as suas mentes e crenças de forma muito fácil. Ele sugere que se ensinarmos os nossos filhos nos seus primeiros 6 anos que podem mudar as suas mentes e os seus corpos, assim, uma mudança da capacidade para o amor e vitalidade pode-se tornar fácil. Não só a biologia celular têm algo a nos dizer sobre o amor nos nossos corpos, mas também é muito revelador sobre a natureza da conexão humana, diz Lipton. Chama-se Bio mimética e é uma nova disciplina da biologia que utiliza as melhores ideias da natureza para resolver problemas. Animais, plantas e micróbios descobriram o que funciona e nós podemos aprender com eles. Eles têm formas de funcionamento com mais de 3,8 bilhões de anos de existência, sempre com mudanças consoante o ambiente onde estão inseridos.
No seu último livro: “Evolução Espontânea”, Lipton e o co-autor Bhaerman sugerem que as células são mais espertas do que nós quando se trata de criar comunidades bem-sucedidas. Eles elucidam como as células se organizam para ter um sistema monetário que paga a outras células de acordo com a importância do trabalho que fazem e lojas de lucros excessivos em bancos comunitários. Elas têm um sistema de pesquisa e desenvolvimento que cria tecnologia e equivalentes bioquímicos de redes de computadores expansivas. Têm sofisticados sistemas ambientais que fornecem tratamento de purificação do ar e da água, que é tecnologicamente mais avançado do que o ser humano jamais imaginou. O mesmo é verdadeiro para os sistemas de aquecimento e arrefecimento. O sistema de comunicação dentro e entre as células é uma Internet que envia mensagens codificadas diretamente para as células individuais. Elas até têm um sistema de justiça criminal que detém, aprisiona, reabilita, e de uma forma impressionante, assiste o suicídio de células destrutivas. Ao contrário de nós, as células se organizaram para a cobertura de uma saúde completa, que garante que cada célula recebe o que necessita para se manter saudável, e um sistema imunológico que protege as células do corpo como uma guarda nacional dedicado. Lipton faz uma analogia interessante entre a forma como 50 triliões de células no corpo humano trabalham em conjunto, para o sucesso do indivíduo é semelhante à forma como 7 bilhões de seres humanos poderiam trabalhar juntos para o sucesso do planeta.
Lipton enfatiza que a nossa mente individual, como uma célula individual tem menos consciência do que a consciência de todo o grupo. Quando uma célula cumpre a sua evolução, ela forma colônias com outras células que também evoluíram para compartilhar e expandir a capacidade de consciência. Lipton diz que o ser humano deveria evoluir para um nível tão elevado de consciência como as nossas células. Ele escreve: “A ciência sugere que a próxima etapa da evolução humana será marcada pela consciência de que somos todos, células interdependentes dentro de um organismo chamado super-humanidade”. Antes, porém, devemos trabalhar em nosso próprio “quintal”, como refere Lipton: “Temos de mudar a evolução dos nossos egos individuais para que a consciência coletiva progrida.” Ele exorta-nos a chegar às nossas vidas e reescrever as nossas percepções, para que possamos criar a “cabeça no amor” mais e mais. Ele encoraja-nos a fazer o “download” de novas crenças de amor para que fiquem gravadas na memória celular.
A busca contínua do amor e do sentir-se com a “cabeça no amor” causa uma mudança bioquímica no nosso corpo. Quando os indivíduos concentrarem a sua atenção sobre o coração e ativar sentimentos no coração, tais como o amor, apreço ou carinho, essas emoções imediatamente mudam o seu ritmo de batimento cardíaco num padrão mais coerente. Aumentando a coerência de pulsação ativa, ocorre uma cascata de eventos neurais e bioquímicos que afetam praticamente todos os órgãos do nosso corpo. Estudos demonstram que a coerência cardíaca leva a uma maior inteligência, reduzindo a atividade do sistema nervoso simpático, aumentando a atividade de promoção do crescimento do sistema nervoso parassimpático. Como resultado, as hormonas do estresse são reduzidas e o hormônio anti envelhecimento DHEA é produzido. Amar realmente faz-nos mais saudáveis, mais felizes e mais vivos.
Fonte: Mafalda Carvalho

9° Grupo de Constelação Familiar e Empresarial em Florianópolis de 2014

 Quando o amor, a dor e o preço pago na ligação anterior não são honrados no novo relacionamento, isso não apenas induz filhos dos novos relacionamentos a representar ex-parceiros dos pais que não foram devidamente respeitados, como também impede, muitas vezes, os novos parceiros de assumir sua relação, pelo preço que custou aos parceiros anteriores



Sábado - 15 de Fevereiro de 2014

Horário: a partir das 14 horas

Centro – Florianópolis

Reserve a sua participação no Grupo

Vivo: 48-9927-5666

Tim: 48-9638-5383



21° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR EM FLORIANÓPOLIS


21° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR
 EM FLORIANÓPOLIS

A TERAPIA DA RECONCILIAÇÃO FAMILIAR

DATA: Quinta feira - 11 DE JUlhO DE 2013

HORÁRIO: 17 HORAS

CENTRO – FLORIANÓPOLIS

RESERVAS: 48-9927-5666

HTTP://PSYCH-KCONSTELACAO.BLOGSPOT.COM.BR/

Os Recursos na Terapia de Constelações Familiares


A terapia de Constelações Familiares oferece vários recursos no tratamento das limitações, identificações e emaranhamentos sistêmicos. O recurso mais conhecido é o do psicodrama morfogenético que acontece nas sessões de grupo. Muitas pessoas pensam que a Terapia de Constelações Familiares se resume ao recurso do grupo. Mas nós facilitadores do processo sistêmico utilizamos na terapia outros recursos transformadores nas sessões individuais.

Genograma
Iniciamos a terapia com o trabalho do Genograma, onde estudamos com o cliente a sua família de origem (pai, mãe, abortos naturais ou provocados, irmãos, crianças adotadas, avós, bisavós tios, tios-avós, tataravós, vivos ou mortos). Utilizando o recurso do Genograma, analisamos detalhadamente também a sua família atual (noivo(a), ex-noivo(a), marido\esposa ou ex quando divorciados, abortos naturais ou provocados, filhos naturais ou adotivos, amantes, etc). Com o uso deste recurso, identificamos vários emaranhamentos, identificações, familiares excluídos ou desprezados e os segredos de família.

Figura Humana (representante)
Outro recurso que utilizo muito é da figura humana afixado na parede do meu consultório. É uma figura com contornos humanos, podendo representar homem ou mulher e a utilizo como representação de um familiar que o cliente necessita trabalhar, como por exemplo, reconciliando-se com o ex-marido, aceitando a filha rebelde ou liberando pesos que carrega por um antepassado.

Genograma com Figuras
Usa-se também bonequinhos masculinos, femininos e crianças para encontrar identificações e emaranhamentos do sistema familiar. É um ótimo recurso para conseguirmos identificar sérios problemas na hierarquia familiar, quando um filho(a) se posiciona substituindo um genitor, encontrar excluídos, abortos, etc.

Constelação Interior
Um dos recursos mais utilizados nos tratamentos sistêmicos é a Constelação Interior. É realizado com o cliente relaxado e sentado no divã, com uma suave musica ao fundo, enquanto em meditação profunda, segue as orientações do terapeuta. O recurso é a visualização de uma constelação guiada que proporciona emoções profundas, liberando dores, aceitando destinos que negava ou carregava e reconciliando-se com familiares que tanto ama.

Recursos de Solo
São recursos utilizando folhas formato A4 ou semelhantes com números, nomes, etc, propiciando ao cliente a oportunidade de “colocar-se na frente” de algumas pessoas, subir nas referidas folhas e “sentir” o que determinada pessoa sente, e o mais importante – colocar-se na posição do “outro” e sentir o que sente.

Terapia de Grupo
Um grupo de pessoas se encontra e o cliente pode participar trazendo um tema pessoal para ser trabalhado (Constelar) ou apenas assistir ao workshop estando disponível para representar em alguma constelação. Neste grupo os clientes que representam os familiares do cliente que coloca o tema “sentem, pensam e reagem” como as pessoas que estão representando. É uma terapia de alto impacto, pois a pessoa que coloca seu tema, se mantém sentada e observando o desenrolar do psicodrama. É de grande impacto emocional ver o representante do seu pai que já morreu falar algo que só você poderia saber ou a representante da sua tataravó chorar desesperada a morte de um filho pequeno e você desconhecia o fato (confirmado pela mãe após a terapia). Participar de sessões de Constelações de Grupo auxilia muito na liberação de dinâmicas familiares complexas e sofridas. O objetivo da Constelação Familiar é identificar de forma consciente o que está acontecendo com o sistema familiar, podendo assim resolver os conflitos a partir da escolha interna de cada um.

Indicações:
Conflitos familiares (pais, filhos, irmãos, tios, avôs).
Conflitos entre casais.
Dificuldade em lidar com perdas de parentes, pessoas queridas ou o parceiros.
Dificuldade em relacionar-se de uma forma geral.
Dificuldade em comunicar-se.
Problemas de saúde (dores crônicas, diabetes, tumores, enxaquecas).
Problemas psicológicos (esquizofrenia, bipolaridade, psicoses, alcoolismo, vício de drogas e jogo.
Conflitos entre sócios, funcionários e clientes.
Problemas financeiros.

Gostaria de enfatizar que uma terapia sistêmica pode auxiliar muito o cliente quando vivenciada em sua totalidade. Não basta usar apenas um recurso da terapia pensando que está usando tudo o que necessita do percurso sistêmico. Um verdadeiro percurso sistêmico é feito de sessões individuais, utilizando todos os seus recursos e a participação nos grupos. É fundamental que o cliente faça sessões individuais após constelar um tema no grupo, pois muitas vezes não conseguiu entender todo o processo, interpretou erroneamente alguma posição no processo do psicodrama. Tudo é esclarecido com o terapeuta, dando continuidade aos processos vividos no grupo.

Constelações Organizacionais
Hellinger também desenvolveu a Constelação Organizacional, ou seja, realizamos o tratamento com recursos da terapia sistêmica para conflitos e limitações empresariais e profissionais. Com o uso de várias técnicas e recursos, os problemas de um departamento numa empresa, um chefe que não consegue trabalhar com a sua equipe ou as dificuldades de um indivíduo para obter reconhecimento ou sucesso profissional são analisados e liberados. Muitas vezes, organizações ou empresas deparam-se com diversos problemas: a empresa não se desenvolve, os clientes desaparecem, não se conseguem inovar os produtos, os funcionários estão em permanente conflito, a fusão de duas empresas não deixa o negócio desenvolver-se, os funcionários despedem-se sem razão aparente, etc. Uma análise racional pode fornecer pistas e partes do problema, mas nunca a visão geral. As Constelações Organizacionais criam o elo perdido. O êxito deste método em empresas como a Daimler-Chrysler, IBM ou BMW contribuiu para um crescente interesse desta metodologia em toda a Europa.

Os recentes desenvolvimentos nesta área têm levado à descoberta de novas formas de análise de como as organizações evoluem e se desenvolvem com sucesso. Através da utilização das constelações organizacionais, é possível descobrir dinâmicas ocultas nas organizações e empresas. Isto é feito de uma forma simples e direta, sendo reconhecida por todos os que trabalham nessa organização. Problemas complexos como a estrutura organizacional, a liderança ou o reconhecimento apropriado e genuíno dos funcionários, podem ter soluções muito simples. Empresários, gestores e consultores estão se tornando cada vez mais satisfeitos com as soluções encontradas, sempre que são utilizadas as constelações organizacionais e o pensamento sistêmico.

Os grandes recursos da técnica Psych-k
Eu utilizo também muitos recursos da terapia americana de reprogramação psico-física do cliente ou do campo morfogenético de sua família. A hipótese dos campos morfogenéticos foi formulada por Rupert Sheldrake. Os campos morfogenéticos são a memória coletiva a qual recorre cada membro da espécie e para a qual cada um deles contribui. O campos morfogenéticos são campos de forma; padrões ou estruturas de ordem. Estes campos organizam não só os campos de organismos vivos mas também de cristais e moléculas. Estes campos são os que ordenam a natureza. Os campos morfogenéticos ou campos mórficos são campos que levam informações, não energia, e são utilizáveis através do espaço e do tempo sem perda alguma de intensidade depois tido sido criado. Campos mórficos são laços afetivos entre pessoas, grupos de animais – como bandos de pássaros, cães, gatos, peixes – e entre pessoas e animais. Não é uma coisa fisiológica, mas afetiva. São afinidades que surgem entre os animais e as pessoas com quem eles convivem. Essas afinidades é que são responsáveis pela comunicação.

O Dr. Bruce Lipton, biólogo celular americano, reconhecido a nível mundial e professor universitário, fez a diferença com suas pesquisas no campo da genética, ou mais propriamente, da epigenética. A epigenética é a nova ciência que estudo aquilo que influencia e controla os genes. Segundo o Dr. Bruce Lipton "A epigenética abalou os alicerces da biologia e da medicina no seu núcleo, porque revela que não somos vítimas, mas mestres dos nossos genes". Lipton expôs ao mundo como, de fato, os genes não controlam a nossa vida e expressão. Nós, com a nossa percepção e sentimento, controlamos as expressões dos genes. Tal como afirma "Portanto, se os genes não controlam a vida... o que é que controla? A resposta é: Nós! Isto é revolucionário. O poder da mudança está dentro de nós!"

Tania Rocha
Facilitadora Psych-k e Constelações Familiares

Grupo de Constelação Familiar Sistêmica


19° Grupo de Constelação Familiar em Florianópolis
A Terapia da reconciliação familiar

Data: 29 de junho de 2013
Horário: 14 horas
Centro – Florianópolis

Reservas: 48-9927-5666

http://psych-kconstelacao.blogspot.com.br/


15° Grupo de Constelação Familiar em Florianópolis


A Terapia da reconciliação Familiar


Data: Terça feira - 28 de maio de 2013

Horário: 17 horas

Centro - Florianópolis

Informações e reservas: 48-99275666

Reserve o seu lugar.

IMPORTANTE: Como estou recebendo muitos pedidos para os grupos de Constelação Familiar, peço aos interessados que enviem sms ou email confirmando sua presença.

SOMENTE os que confirmarem poderão participar com um tema.


Livro: "A PAZ QUE FALTA NA SUA VIDA" do Dr. Robert Williams o criador de PSYCH-K



Livro: "A PAZ QUE FALTA NA SUA VIDA"  
do Dr. Robert Williams o criador de PSYCH-K

* Capitulo oferecido no site de Psych-k em ingles . Abaixo você poderá ler a tradução deste capitulo ou entrar no site americano e ler em lingua original
Capítulo 7

As diferenças que fazem a diferença
Como você aprendeu, Psych-K é baseado em conjunto de técnicas de integração do cérebro derivados de anos de investigação sobre os hemisférios cerebrais. Juntamente com o conhecimento de comunicar eficazmente os objetivos pessoais para o subconsciente. Psych-K é uma forma rápida, eficaz e fácil para mudar a percepção subconsciente do desatualizado e as crenças que podem estar sabotando seus objetivos na vida. Mas, essas etapas não são as únicas coisas que distinguem Psych-K de autoajuda de outros processos. Embora nenhum processo de mudança tem todas as respostas, o tempo todo, para todas as pessoas, os seguintes elementos incluídos na Psych-K tornam o processo muito eficaz. Considere estas importantes características, quando você compara Psych-K a outros métodos de mudança, para poder decidir qual é o processo indicado para o teu caso.
A Peste da impotência
A crescente sensação de impotência é evidente em todos os povos. Um profundo sentimento de impotência influencia e controla os aspectos importantes de nossas vidas. O resultado é que muitas vezes dependemos de "especialistas" para cuidar da nossa saúde mental, física, espiritual e bem-estar. Essa dependência pode fomentar uma atitude de vitimização e impotência. Nós paramos de ter responsabilidade por nossas vidas e transferimos essa responsabilidade para os outros. Esta tendência é ainda mais evidente no mundo das técnicas de auto-ajuda. Essa ideia tem a sutil implicação que o facilitador vai ser responsável pelo que acontece durante a sessão e que o cliente está fazendo um papel passivo na cura/processo de mudança. Em essência, o sucesso da sessão vai depender da habilidade do facilitador em vez de todos os recursos que o cliente pode usar para a interação.
Com Psych-K, nada poderia estar mais longe da verdade. Psych-K é um processo que faz com que a terapia dependa predominantemente da sabedoria interior do indivíduo que procura mudar. Ele é estimulado para se envolver e ativar os recursos internos do subconsciente para a mente superconsciente. Em parceria com um facilitador de Psych-K, esta abordagem honra o poder e a responsabilidade do indivíduo em fazer as mudanças que ele procura. O Psych-K muda os próprios processos de autoafirmação e autocapacitação. Daí, eles são uma “vacina” eficaz contra a praga de impotência.
Protocolos de permissão
Uma característica muito importante de todos os processos de Psych-K é a permissão de protocolo. Muitas técnicas de autoajuda simplesmente afirmam que se pode "corrigir" um problema, sem considerar que existe a possibilidade de que o problema possa mascarar uma importante oportunidade lição de vida. Além disso, os problemas podem simplesmente ser estratégias conscientes ou inconscientes para atender às necessidades importantes na sua vida. Em outras palavras, o problema que você quer se livrar de pode ser uma solução para um problema muito maior. O que pode parecer uma incapacidade de fazer uma coisa, pode ser uma habilidade de fazer (ou evitar) outra coisa.
Por exemplo, eu trabalhei com uma adolescente e sua mãe em uma série de sessões privadas. A menina estava tendo crises de tipo epilépticas. Um neurologista que a examinou, confirmou as apreensões, no entanto, as tentativas de tratamento foram infrutíferas. Durante as sessões com a menina eu fiquei desconfiado que determinadas tensões estavam tendo uma enorme uma importância em sua vida. Como constatei, a menina estava se formando no colégio e tinha pavor de ir para a faculdade, onde deveria viver de forma independente. Ela estaria, então, sujeita às consequências de suas escolhas na vida, e sentia-se extremamente inseguras sobre sua capacidade de fazer escolhas corretas. Como consequência, ela passou a contar com a sua mãe para levá-la onde ela queria ir. Também usava seus ataques como um modo de restringir as suas atividades ao ambiente doméstico, onde ela se sentia segura. Usamos Psych-K para criar uma imagem muito diferente da vida independente, que era tão temida. Ao estabelecer novas crenças de apoio ao subconscientes, ela mudou completamente sua atitude em frequentar a faculdade e viver por conta própria. Em apenas algumas sessões seus medos foram embora, e todas as suas apreensões.
Esta experiência ilustra a importância de considerar as consequências, evitando simplesmente de eliminar os sintomas sem estar consciente do objetivo que eles podem desempenhar no quadro global da vida de uma pessoa. Não é de admirar que as tentativas fisiológicas para tratar as convulsões não funcionaram, porque a causa subjacente era psicológica. Os tratamentos médicos tinham retirado o sintoma, e eu não posso deixar me imaginar: qual sintoma que a mente teria manifestado para lidar com o medo de ser independente? Removendo os sintomas, um médico, psicológico ou um processo de autoajuda, sem considerar o benefício que o sintoma pode estar fornecendo na vida de uma pessoa, estaríamos apenas substituindo um problema por outro.
A menos que você acredite que vivemos em um universo aleatório desprovido de sentido, que o acaso e os acidentes são a norma, você provavelmente verá a sua vida como uma série de ocorrências significativas, que acontecem por uma razão. Eu cheguei à esta conclusão depois de várias "coincidências significativas", também conhecida como sincronização que certamente mudaram a minha vida. Os problemas são uma parte significativa das nossas experiências. Eles podem ser portadores de mensagens importantes. Já reparou que, mesmo se você pode se livrar do problema, muitas vezes o mesmo retorna de uma forma diferente para dar-lhe mais uma oportunidade para aprender a lição? Na verdade, muitas vezes retorna como uma vingança. Se você não "entender" a mensagem, que foi apenas um sussurro dentro de você, na próxima vez podes experimentá-lo com um tapa na cara! Com Psych-K você pode aprender a lição, antes de apresentar o sintoma. O processo de mudança utiliza o teste muscular para obter permissão antes de fazer uma mudança. A permissão é feita tanto ao subconsciente quanto à mente superconsciente para garantir a segurança e adequação do processo de mudança de crença.
A conexão do subconsciente
Você pode chamá-lo superconsciente, Eu Superior, espirito, alma, ou qualquer outra coisa, o conceito de uma parte da consciência para além das nossas mentes conscientes e subconscientes, por milênios tem feito parte da cultura humana. Embora muitos cientistas e psicólogos continuam a debater a existência da mente superconsciente, milhares de anos de história espiritual e aceitação pelas mentes mais brilhantes da humanidade, fez com que fosse incluída no modelo de mudança de Psych-K. Foi este guia superior que você pode chamar Deus, Divina Inteligência, Mente Universal, espírito, etc, que me orientou no processo de Psych-K e foi responsável por eu "baixar" os padrões de mudança para a minha mente consciente em 1988-1989. Meu ego gostaria de ter mais créditos na descoberta de Psych-K, mas a minha mente consciente e consciência sabem mais. A realidade de uma consciência espiritual expandida é uma ponte importante entre a espiritualidade e da psicologia contemporânea. Psych-K oferece uma formato que combinar as duas perspectivas.
Com a aceitação do conceito da mente superconsciente como uma fonte valiosa da consciência expandida, surge uma advertência sobre a tentação de deixar para este nível da mente até mesmo as escolhas mais mundanas do dia a dia. Lembre-se, é a nossa mente consciente, que visa estabelecer metas e avaliar resultados, é a nossa mente volitiva. Em contrapartida, o subconsciente é a mente habitual. Ela não escolhe as ações, ela simplesmente responde ao ambiente de uma forma automática. A mente superconsciente é diferente das outras "mentes". Se comportando como um pai atento e carinhoso. Seu trabalho é supervisionar o processo de desenvolvimento do seu crescimento e evolução como um ser espiritual, enquanto vive uma experiência humana, para que você possa aprender suas lições e crescer para ser um adulto completo. Se você deixasse todas as suas decisões ao “seu pai”, você nunca iria ter a confiança necessária e auto suficiência para fazê-lo no mundo por conta própria. Uma coisa é conferir (falar sobre isso) com o seu pai, quando você precisa tomar uma importante decisão, outra completamente diferente é deixar a responsabilidade para ele (deixá-lo tomar a decisão por você).
Se você pensa na mente consciente como a mente superconsciente "em formação", você vai encontrar uma explicação agora. O famoso filósofo grego Sócrates compreendeu bem esse princípio. Ele era conhecido por responder a perguntas de seus alunos com perguntas. Esta técnica pode ter frustrado os alunos. No entanto, Sócrates percebeu a importância de cada aluno de ter a sua própria conclusão, a fim de desenvolver a confiança e a auto suficiência. O objetivo de um grande professor ou pai é fazer com que o aluno ou a criança não dependam do professor para as respostas. O objetivo aqui é da sua mente consciente se integre com o superconsciente e mentes subconsciente, tornando-se uma consciência unificada. Neste estado, a intuição, vontade e ação se tornam um.
Se você não sabe para onde está indo, como você saberá quando você chegou?
Este axioma deveria ser óbvio para qualquer um que já estabeleceu uma meta e a realizou, mas é um passo frequentemente omitido em outros processos de crescimento pessoal. Muitas abordagens simplesmente focam a liberação ou como se livrar de um problema. Para a mente subconsciente, é como entrar num táxi em Nova York, com o desejo de ir para o prédio do Empire State, mas dizendo ao taxista que você não quer ir para a Times Square. Mesmo que seja verdade que você não quer ir para a Times Square, essa informação não é especialmente útil para o motorista de táxi determinar onde você quer ir. Expressar seus desejos como negações não é apenas confuso, mas pode até ser contraproducente. A mente subconsciente tende a omitir negações. Por exemplo, a frase anterior poderia ser ouvida pelo seu subconsciente como: "Eu negação (excluído) quero ir para a Times Square", um dos muitos lugares que você não quer ir! Para dizer ao seu subconsciente que você não quer ficar deprimido, ansioso, inseguro ou doente, não é o mesmo que dizer que você deseja é ser feliz, calmo, confiante ou saudável.
Mesmo escolhendo melhor as palavras, a abstração ainda pode ser um problema. As declarações positivas que acabamos de mencionar são muitas vezes demasiado abstratas para o subconsciente entender e agir com clareza e precisão. Elas precisam ser traduzidas em uma linguagem basicamente sensorial, criando um quadro mais concreto ou uma descrição literal do seu objetivo. Este processo, eu chamo “VAK para o Futuro”. Lembre-se, o subconsciente conhece o mundo apenas através de seus cinco sentidos. Metas abstratas criam muitas vezes decepcionantes resultados abstratos.
Você não pode construir uma casa com apenas um instrumento
Muitos sistemas de autoajuda utilizam uma técnica específica para resolver todos os problemas, que é como pedir a um carpinteiro para construir uma casa usando apenas um martelo! Se toda a casa poderia ser construída usando apenas as unhas, não seria um problema, mas construir casas é muito complexo. E, as pessoas são mais complexas do que casas. Uma característica importante de Psych-K, é que o uso do teste muscular, permite que a mente subconsciente possa escolher o processo de mudança que ela prefere. Porque faz com que a mente subconsciente, mude a percepção necessária sobre a crença, mas só tem sentido deixando-a escolher a ferramenta "certa" para o trabalho.
Einstein estava certo
Foi Albert Einstein que disse: "Tudo deve ser feito o mais simples possível, mas não mais simples." Psych-K exemplifica este princípio. Na minha exploração sobre a autoajuda e outras técnicas de mudança nos últimos vinte e tantos anos, que eu descobri que muitos processos pareciam desnecessariamente complexos. Um pressuposto que muitos praticantes de autoajuda acreditam, é que quanto mais complexo é um processo ou uma teoria, mais poderoso será. A noção de complexidade traz consigo um ar de mistério e poder. Quanto mais exótico e misterioso, melhor! Infelizmente, ainda "rezamos aos deuses da complexidade" para encontrar o poder de melhorar nossas vidas. O fato é que existe a crença de que o poder da complexidade contribui para a eficácia de muitas técnicas complexas. Psych-K me ensinou que a mente subconsciente é o melhor juiz de como um processo deve ser, porque é uma parte da mente que vai fazer as alterações. No outro extremo, testemunhei processos que eram tão simples que pareciam "muito bons para ser verdade", e geralmente eram. Ao utilizar o conhecimento da mente subconsciente para determinar o quão simples ou complexo processo necessita de ser, a fim de realizar seu objetivo, você pode estar certo de que o processo de escolha será "o mais simples possível, mas não mais simples."
O que conta é a sabedoria, habilidade e intimidade
A maioria dos processos de autoajuda dependem muito da habilidade do facilitador. Se o facilitador está distraído ou teve um dia ruim, você pode ter resultados apenas satisfatórios ou mesmo uma experiência contraproducente. Isto não ocorrer com o Psych-K. O fato é que você pode ter pouca habilidade em fazer Psych-K e ainda assim facilitar as mudanças notáveis em você e nos outros. A razão é que a qualidade da experiência é o principal resultado da sabedoria que reside no superconsciente, bem como a capacidade da mente subconsciente da pessoa que vivencia o processo, e não da habilidade do facilitador. Ele retira a pressão da pessoa que esta facilitando o processo, bem como da pessoa que experimenta a mudança. Psych-K confia na sabedoria interior e na capacidade individual de sabedoria que a maioria das pessoas nem sequer sabem que têm. Ao longo dos anos, eu assisti a esta inteligência interior se manifestar em pessoas de idades 9 a 90 em cursos e sessões privadas, oferecidas nacionalmente e internacionalmente. É uma maravilha de se ver!
Teste muscular e os olhos
Quando comecei a usar o teste muscular em meu consultório particular, eu notei que nem sempre precisava de respostas lógicas ao teste muscular em alguns dos meus clientes. Por exemplo, ao estabelecer uma comunicação com a mente subconsciente, usando o teste muscular, eu instruía o indivíduo para dizer: "Meu nome é (nome real)." A resposta muscular normal é geralmente forte. Quando solicitado a substituir por um nome falso na sentença, a resposta normal do músculo, geralmente é fraca. No entanto, de tempos em tempos,ocorria que o teste dava forte para o nome falso, bem como para o seu nome real. Na verdade, respondiam fortes para testar uma série de declarações falsas sobre si mesmos. Sem respostas musculares credíveis, continuei com o trabalho de mudança de crenças, esperando que não fosse um jogo de adivinhação.
Com o tempo, comecei a notar uma peculiaridade nessas pessoas. Pouco antes de eu pressionar o braço estendido utilizado para os testes musculares, notei que os olhos das pessoas se moviam para cima, como se estivessem olhando para algo no teto. Lembrei-me dos estudos que havia feito em Programação Neurolinguística (PNL), sugerindo que quando as pessoas olham para cima, elas geralmente estão processando pensamentos visualmente (formando imagens). Quando elas olham para a frente, estão processando pensamentos sons (audição), e quando elas estão olhando para baixo, estão geralmente processamento cinesteticamente (experimentando sentimentos ou sensações físicas). Com efeito, quando olhavam para cima durante o teste muscular, elas se afastavam de seus sentimentos e de seu sistema sensorial visual. Como a resposta do teste muscular às autodeclarações depende de uma resposta fisiológica da mente subconsciente expressa através do corpo físico, foi possível perceber que o indivíduo não estava experimentando os sentimentos necessários para assegurar um preciso teste muscular. Após muita reflexão e observação, eu também notei que os pacientes com históricos de significativos traumas de infância foram os mais propensos a olhar para cima quando solicitados a acessar as memórias desagradáveis ou fazerem declarações que podiam envolvê-las. Parecia que estavam à procura de uma estratégia subconsciente para dissociar as memórias desagradáveis. Esta prática desconectava os sentimentos necessários criando uma resposta muscular em conflito (fraco) a partir do subconsciente. Assim que eu pedi para manterem olhos focados no sentido descendente, durante o procedimento de teste e desta forma, as respostas foram normalizadas. A posição dos olhos não pode fazer a diferença em outras disciplinas usando o teste muscular para outros fins que não auto referencial, afirmação ou declarações, mas se tais declarações são utilizadas, devo estar ciente de que a posição dos olhos pode afetar drasticamente a precisão das respostas, resultando em enganosa informações e conclusões falsas.
Esclarecendo a questão Intenção
Sabendo que a área do sistema corpo/mente que esta sendo analisada com o teste muscular é fundamental, Psych-K identifica e se comunica com três distintos níveis interativos de consciência: o consciente, subconsciente e superconsciente. Comunicação verbal comum é a ligação padrão suficiente para a mente consciente. Teste muscular é um método inadequado de comunicação com esse nível de mente, porque é capaz de se comunicar verbalmente. As características mais importantes da mente consciente no processo de Psych-K são vontade e discernimento. Essencialmente, esta parte de sua mente é projetada para definir metas (um ato de vontade) e resultados (juiz ou um ato de discernimento). Baseada em experiências passadas e suas consequências, a mente consciente usa suas faculdades de discernimento e vontade própria para fazer as escolhas mais sábias que pode e, em seguida, colocá-las em ação.
É particularmente importante ter uma clara intenção ao acessar o subconsciente e a mente superconsciente. Onde você dirige a sua atenção determina com qual parte da mente estas te comunicando. O teste muscular é o elo de comunicação mais fácil para os níveis subconsciente e superconsciente para a maioria das pessoas. Cada nível tem suas próprias qualidades e habilidades únicas para contribuir para o processo de mudança. Por exemplo, pedir ao subconsciente para lhe fornecer informações além do seu "habitual" a resposta poderá ser inadequada ou enganosa. O subconsciente é como uma criança precoce de cinco anos, com muita informação, mas não muito sabia.
Por outro lado, pedindo à mente superconsciente para realizar as funções mecânicas para reescrever o "software" desatualizado ou indesejável também é inadequada, dado que a atividade é o domínio do subconsciente. Lembre-se, o subconsciente é o armazém das suas atitudes, valores e crenças e controla suas respostas habituais na vida. Por outro lado, a mente superconsciente possui a sabedoria que o subconsciente e mentes conscientes não possuem. Sua função é dar conselhos e apoio para os outros níveis da mente e para ajudar a manifestar as intenções da mente consciente e subconsciente, criando coincidências "significativas" na sua vida, que as pessoas que chamam de "sorte". Trabalha geralmente através da faculdade da intuição humana. Para manifestar ou realizar os seus objetivos pode ser decepcionante e frustrante quando surge uma discrepância entre seus objetivos a sua programação consciente e subconsciente. Neste caso, o superconsciente recebe mensagens misturadas, que muitas vezes se manifestam como resultados mistos. É análogo a dirigir seu carro com um pé no acelerador e um pé no freio.
O protocolo de permissão de Psych-k mencionado anteriormente, esclarece qual é a sua intenção e faz as distinções necessárias para assegurar que você esteja abordando a intenção no nível adequado da mente que é capaz de realizar a tarefa que desejada. Sem esta clareza, você está sujeito às metáforas ou armadilhas conhecidas de um computador, "lixo no lixo". Estas são apenas algumas das características mais importantes de Psych-K, para manter a integridade e a segurança do processo de mudança pessoal. Seguindo passo a passo as instruções escritas e treinamento de pessoal oferecido no curso de PSYCH é tudo que você precisa para utilizar a técnica de forma segura e com êxito.
E um último ponto: Psych-K é um veículo para a mudança. É como um carro, mas não decide onde você deve ir, só fica lá. Em outras palavras, Psych-K não escolhe o que você deve acreditar. Ele ajuda você a acreditar no que você escolher para a sua vida.
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Facilitadora Tania Rocha - Corso Base Psych-k  - Gallarate - Italia
 e Corso de Psych-k Advanced Workshop  - Milano - Italia
Telefone de contato: (48 )9927-5666

Atendimento: Condomínio Koerich Beiramar Office - Sala 304
Rua: Demétrio Ribeiro, 51 (Entrada Principal)

Av. Mauro Ramos, 1970 (Entrada Lateral)


(ao lado do Shopping Beiramar)
Centro - Florianópolis