A terapia que olha com amor a árvore genealógica, removendo os bloqueios transgeracionais na família.
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21° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR EM FLORIANÓPOLIS
21° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR
EM FLORIANÓPOLIS
A TERAPIA DA RECONCILIAÇÃO FAMILIAR
DATA: Quinta feira - 11 DE JUlhO DE 2013
HORÁRIO: 17 HORAS
CENTRO – FLORIANÓPOLIS
RESERVAS: 48-9927-5666
HTTP://PSYCH-KCONSTELACAO.BLOGSPOT.COM.BR/
Teste de auto analise de Constelações Familiares

Leia
as afirmações abaixo e responda com SIM ou NÃO.
1
– Você ainda se lembra do primeiro amor na sua vida com saudades.
2
– No seu primeiro relacionamento, a separação ocorreu de forma
tumultuada, com feridas para ambos.
3
– Você faz mais pelo parceiro(a) do que recebe dele(a).
4
– Você sente muito medo de ser abandonado(a) e ficar só.
5
– Você exige que seu parceiro(a) mude seu comportamento, quer
reeducá-lo.
6
– Você sente que não é visto pelo parceiro(a) na relação.
7
– Você não consegue entender o parceiro(a) e ver como ele(a) é.
8
– Você não aceita que o relacionamento anterior do parceiro(a)
como tendo sido importante a ele.
9
– Quando um relacionamento termina, você sente como se a vida
tivesse acabado, até pensa em morrer.
10
– Você tem muita dificuldade em aceitar a família do seu
parceiro(a).
11 – Você sente mágoa e rejeição pelos próprios pais.
12 – Você interfere no casamento e no relacionamento dos seus pais.
13 - Você se vê com comportamento similar ao seu pai, mãe, avós ou
até tios.
Todos
os “sim” indicam emaranhamentos sistêmicos, que com a Terapia de
Constelações Familiares pode-se identificar e liberar, para que a
pessoa viva plenamente e desligue o piloto automático, reagindo à
vida ao invés de viver a vida conduzida cegamente pelo sistema
familiar.
Agende a sua consulta: Terapeuta Tania Rocha 048-99275666
Felicidade: a importância do estado de presença mental
Nascemos,
vivemos e morremos. Basicamente, a vida é isso que acontece entre o
nascimento e a morte. Mas será que vivemos mesmo a vida? Nascemos
dentro de uma família, de um sistema e contexto. Acredito que
escolhemos a família na qual vamos nascer e a que sistema vamos
pertencer. Então nascemos e fazemos parte daquele sistema. Quando
pensamos em sistema, pensamos em um grupo de coisas, pessoas ou
energias que se influenciam mutuamente. Tudo que faz parte de um
sistema pertence a ele, influencia todo sistema e é influenciado por
todo sistema. Isso inclui o sistema familiar. O
sistema familiar é como um rio, que vai levando em sua água tudo
que passou por ela, influenciando tudo e todos que se banham nesse
rio, cada um que entra nesse rio, tudo que já fez e que ainda faz
parte dele. Tudo que entra nesse rio é levado por ele para sempre.
Por isso, mesmo que algo ou alguém seja excluído, aquela energia
continua sendo levada e influenciando, só que nos casos de exclusão
isso se torna mais problemático.
O fato é que somos tão influenciados por esse sistema, que muitas vezes vivemos o sistema e não apenas o nosso “eu”. Em outras palavras, às vezes o sistema vive através de nós e especialmente para lembrar daqueles que foram excluídos ou que viveram qualquer tipo de situação difícil, na tentativa inconsciente de reincluí-los acabamos fazendo escolhas semelhantes às deles e com isso nos desviamos dos nossos propósitos e da nossa essência. Isso acontece também porque a vida acontece em três diferentes níveis: o nível do “eu”, o nível da “alma” ou da “consciência herdada” (que tem a ver com o nosso sistema familiar e todos os nossos ancestrais) e o nível do “espírito” ou da “vida” (onde se incluem a espiritualidade e todas as forças da natureza). Vivemos ao mesmo tempo esses três níveis e podemos escolher de acordo com os três. Como carregamos nossos ancestrais dentro de nós, pois estamos todos no mesmo rio e porque estão todos em nosso mapa astrológico e em nosso DNA, muitas das nossas escolhas são feitas justamente nesse segundo nível, o nível da consciência herdada. Escolhemos de acordo com aquilo que mais se ajusta ao nosso sistema, seja pela tentativa de fazer parte dele ou pela tentativa de reincluir quem foi excluído.
Quando
escolhemos tentando reincluir um antepassado (e claro que isso
acontece em um nível inconsciente) podemos reviver o que ele viveu,
para que ele seja lembrado ou porque por amor estamos carregando por
ele. Muitas das nossas escolhas são feitas assim, mesmo sem nos
darmos conta disso. Com isso, escolhemos muitas coisas em desacordo
com o nosso “eu” e sofremos com as consequências disso. Também
escolhemos para pertencer e nesse caso também repetimos as escolhas
do sistema. Por exemplo, em um sistema no qual muitas pessoas foram
infelizes no amor ou muitas pessoas ficaram gravemente doentes, uma
pessoa pode inconscientemente pensar que quando ela é feliz no amor
ou é saudável
com
isso está vivendo um destino diferente e com isso não está
pertencendo, como se isso fosse uma traição ao seu sistema de
origem. Claro que tudo isso acontece em um nível muito inconsciente
e justamente porque vivemos em uma espécie de transe, que na verdade
pertence ao nosso sistema. É assim que a maioria das pessoas vive a
vida hoje em dia. Seja pela forte conexão que sempre existe com o
sistema seja pela forma como se vive a vida hoje em dia, muita gente
vive como que no piloto automático, reagindo à vida ao invés de
viver a vida e escolhendo pelo sistema ao invés de escolher por si
mesmas. E isso gera boa parte dos nossos problemas. No fundo é como
se muitas vezes estivéssemos assistindo a vida ao invés de viver a
vida. E a maior parte das pessoas nem se dá conta disso.
Viver
de verdade é estar presente na própria vida. Estar presente é
estar consciente e centrado no “eu” com a consciência do “todo”.
É viver integrado nos três níveis, mas consciente do que o “eu”
quer e precisa. É viver consciente de que podemos escolher diferente
do nosso sistema e ainda assim pertencer, porque na verdade quando
vivemos verdadeiramente a vida é que estamos honrando o nosso
sistema. Como carregamos todo nosso sistema dentro de nós, nossos
ancestrais continuam vivendo através de nós e quanto mais
felicidade, amor, saúde e realização nós tivermos, mais estamos
honrando nosso sistema, nossos ancestrais e a vida que recebemos
deles. Aliás, honrar quem veio antes é honrar a própria vida, é
dizer sim para quem somos e nesse sentido quanto mais aceitarmos
nossas origens, melhor, porque assim podemos receber tudo que vem de
bom deles. E vale lembrar que só estamos aqui, vivos, porque
nascemos deste pai e desta mãe, que por sua vez nasceram dos nossos
avós, que nasceram dos nossos bisavós e assim por diante. Por isso,
ao contrário do que inconsciente pensamos e fazemos, é vivendo bem
que estamos honrando e fazendo com que o sistema continue vivo.
Repetir
padrões negativos e histórias difíceis não resolvem os problemas
antigos, apenas cria novos problemas. O que podemos fazer é olhar
para os ancestrais e para nossos pais com carinho (mesmo quando não
concordamos com eles) gratos porque nos deram a vida e lembrar de
quem veio antes permitindo que continuem vivos em nosso coração. E
devemos mesmo ser gratos, porque só estamos aqui porque eles
existiram e porque através deles a vida chegou até nós. Essa
gratidão também abre as portas para a presença e a fluidez da
vida. Podemos também seguir nossa vida e nosso próprio destino,
conscientes de que isso não desrespeita quem veio antes na medida em
que temos por eles carinho e respeito. Mas só conseguimos fazer tudo
isso se estamos em estado de presença. Estar em estado de presença
é estar fora do transe, é estar consciente de onde viemos e de quem
somos. É estar conscientes a partir do coração sobre o melhor
caminho a seguir, o melhor caminho para o “eu”, para a “alma”
e para o “espírito”.
Thomas
Bryson e Ursula Franke Bryson definem presença em seu livro Trauma,
Transe e Transformação:
o poder da presença na prática.“Presença
é o contexto estável e abrangente além da interpretação pessoal
limitada da realidade, que considera apenas os termos de ser bom ou
mau para a segurança pessoal e o auto interesse limitado de curto
prazo. Presença é a chave para libertar-se da limitação ao
pensamento conceitual apenas e o retorno ao estado de possibilidade –
à criatividade, por meio da qual tudo pode acontecer, e não
simplesmente a interminável repetição do que aconteceu e foi
pensado antes. E a Presença oferece a força necessária para
enfrentar as coisas difíceis que têm limitado o nosso acesso à paz
e à liberdade aqui e agora”.
E eles ainda apresentam os principais aspectos da presença:
Presença
oferece segurança em face ao medo.
A
presença é essencial para a conexão com nós mesmos, a vida e os
outros.
Em
um mundo de mudança contínua, presença proporciona estabilidade e
contexto.
Presença
é a chave para o verdadeiro fortalecimento pessoal.
Presença
traz uma perspectiva terapêutica por meio de distância.
Presença
permite um retorno à possibilidade.
Presença
dá contexto para o desenvolvimento a longo prazo.
Isso tudo significa que apenas quando estamos em presença estamos em verdadeira segurança, estamos em contato com nós mesmos, com os outros e com a vida e só assim, portanto, fazemos boas escolhas e nos relacionamos bem. Mas por que é tão difícil estar presente? É difícil, entre outros motivos, porque quando ficamos presentes somos obrigados a aceitar a vida com ela é e dizer sim para tudo que se passou e isso pode nos assustar. Quando percebemos as escolhas que já fizemos em transe podemos ter um choque, porque podemos nos dar conta de como escolhemos até aqui. É difícil porque dá esse medo de escolher e de fazer diferente. Mas é justamente isso que temos que fazer. E também fazemos isso pelo nosso sistema, pois a partir do momento em que incluímos novas informações nesse sistema, estamos contribuindo com o equilíbrio e a paz de todos que já pertenceram, que pertencem e que pertencerão ao sistema. Estamos vivendo pelo sistema, trazendo vida para todos que fazem parte dele. E estamos então vivendo de verdade, presentes na própria vida, dizendo sim para a própria vida. Quando conseguimos fazer isso, quando conseguimos ficar presente na própria vida, nossas escolhas são mais apropriadas à nossa própria essência e as coisas fluem muito melhor. Temos força, coragem, segurança, tranquilidade e calma. Sabemos para onde devemos ir. Sabemos exatamente o que devemos fazer. A vida ganha qualidade e tudo que fazemos em estado de presença é muito melhor. Os resultados são diferentes. Somos capazes de conquistar o mundo, de realizar nossos sonhos, de cumprir o propósito da nossa alma.
Quando
estamos presentes também conseguimos nos relacionar, porque uma
conexão verdadeira com alguém só é possível em estado de
presença. Isso potencializa os vínculos que temos com o outro e
melhora a qualidade de qualquer relação. Viver em estado de
presença, escolher e viver presente só tem ganhos. E o mundo
precisa saber logo disso, porque o que mais vemos hoje em dia é
gente vivendo no piloto automático, escolhendo o que é socialmente
ou sistemicamente mais aceitável e isso só gera infelicidade. Basta
olhar em volta e perceber o quanto tantas pessoas escolhem de forma
semelhante porque aquilo é socialmente mais esperado e aceito. Basta
olhar e ver como tanta gente hoje em dia é infeliz, vivendo a vida
com frustrações porque poderia ter feito diferente, poderia ter
outro trabalho, outro companheiro, outras opções que escaparam
porque não eram a melhor opção para o sistema ou para a sociedade.
Basta olhar em volta e ver a quantidade de pessoas que só conseguem
viver a vida feliz com a ajuda de medicamentos, de antidepressivos e
ansiolíticos tão consumidos hoje em dia. A própria sociedade
favorece esse tipo de vida hoje em dia, porque estamos sempre
correndo, porque precisamos ser práticos, bem sucedidos. Temos que
seguir um padrão, além do padrão familiar o padrão social. Há
muito preconceito, há pressa, falta de tempo. Não estamos mais em
contato direto e verdadeiro com as pessoas, com a natureza, com nós
mesmos. Mas felizmente muita gente também vive em presença e
felizmente também sempre é tempo de mudar.
O
céu está favorecendo isso e de certa forma até dando um belo
empurrão, porque está nos acordando, está dizendo que ou vivemos
ou quando nos dermos conta, a vida passou e desperdiçamos esse bem
tão precioso que é a nossa própria vida. A vida é, na verdade,
uma oportunidade, um presente que apenas tem significado quando
vivida significativamente. Viver a vida no piloto automático vai
além do estar em transe, é viver como um zumbi, alguém que vai
reagindo e “vivendo” sem refletir, sem escolher, sem fazer
diferente e sem fazer diferença. Só pode fazer diferença na vida,
viver com significado e deixar um legado quem vive em estado de
presença. Quem está vivo de verdade, vivendo a vida com plenitude e
presença. Vamos acordar porque só podemos receber o melhor da vida
quando estamos acordados, despertos, vivos! E a felicidade e a
fluidez que vêm daí, só quem está vivo e presente pode sentir!
Esteja presente e seja bem vindo à sua própria vida!
Autora:
Titi Vidal
Agende a sua consulta - 48-9927-5666
PEDAGOGIA SISTÊMICA
O
sistema de educação, o sistema familiar e o sistema social encontram-se em
constante interação na sala de aula. Pedagogia Sistêmica vem de encontro com a
necessidade de gerar e fortalecer o vínculo entre os professores e os alunos
incluindo o sistema familiar de origem. Atende
todos os sistemas, sua interação e o lugar de cada um dos elementos do sistema
para uma maior funcionalidade. A
Pedagogia Sistêmica promove a aprendizagem dos alunos mediante o trabalho
conjunto com os pais de família, para educar de maneira conjunta escola e
família.
A
Educação Sistêmica contribui em vários níveis:
-
Na escola como organização: favorece a cooperação entre supervisores,
diretores, consultores, professores, alunos e famílias.
-
Na escola como entidade educadora: enriquece as atividades de aprendizagem.
Quando os conteúdos educacionais introduzem elementos familiares e sistêmicos,
aprende-se mais facilmente.
-
Na escola como âmbito democrático de convivência: potencializa a inclusão, a
resolução de conflitos e a participação na comunidade.
-
Na escola como motor de melhoria contínua e aperfeiçoamento dos professores.
-
Na escola e na família como fator de mudança na postura de profissionais na
área do ensino, pais e alunos, a partir da aplicação das Leis Sistêmicas
Básicas.
-
Tem sido utilizada hoje como um dos principais instrumentos de apoio à
aprendizagem e administração de escolas na Europa e México.
-
Nos órgãos públicos de atendimento à criança e ao adolescente auxiliando na
reintegração dos mesmos na família, na escola e na sociedade.
Fundamentos
conceituais da Pedagogia Sistêmica:
a)
Constelações familiares
b)
Fenomenologia
c)
Teoria de Sistemas
d)
Terapia familiar sistêmica
e)
Construtivismo
Problemas
que soluciona:
a)
baixo rendimento escolar
b)
falta de atenção na aula
c)
disciplina na sala de aula
d)
comunicação com o docente
e)
integração familiar
f)
formação axiológica
g)
estruturação da jornada escolar
h)
integração do grupo
i)
formação docente
j)
outros
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Pedagogia Sistêmica: sem raízes não há asas

O
sonho que marcou a diferença na educação. A
Pedagogia Sistêmica inicia-se no ano 2000. Um novo enfoque, num novo milênio
que se baseia no natural da vida e nos elementos que anteriormente não tinham
sido observados dentro de um sistema que está inter-relacionando-se totalmente,
um com outro. Refiro-me ao sistema educativo, ao sistema familiar e ao sistema
social.
Como
menciona Marianne Franke Gricksch, em 2006 a transferência da visão sistêmica
da terapia familiar para a docência, permite perceber as pessoas não como
indivíduos isolados, mas como parte de uma estrutura inter-relacionada.
Hellinger assinala que, a nível subconsciente, participamos na trama familiar e
de seu destino coletivo. As constelações familiares permitem revelar o fato de
que fazemos parte de uma grande alma que compreende a todos os membros da
família, sujeitos a um ordem essencial. Tem-se que encontrar e respeitar tal
ordem para que encontremos nosso lugar dentro da nossa família, respeitando o
destino dos outros membros dessa família. O respeito e o amor à família não são
um sentimento, constituem uma postura baseada em princípios que geralmente não
é consciente. Nossa inclusão nessa grande alma é um senão, e nós nos
encontramos sujeitos ao nosso destino familiar. Nisto se baseia o enfoque
sistêmico-fenomenológico.
A
visão da Pedagogia Sistêmica é belíssima, porque vê nas atitudes disfuncionais
dos alunos, somente uma mostra profunda de amor; uma lealdade incondicional ao
pai, uma lealdade incondicional à mãe. A
última oportunidade que temos como pais de família, de participar de maneira
poderosa e eficaz na vida de nossos filhos é na adolescência; e hoje, os
filhos, os alunos, precisam muitíssimo dos adultos, precisam de uma
participação afetiva e generosa, desde declarar que o processo educativo se
leva a cabo, principalmente, através do trabalho dos pais; neste ponto,
baseia-se a diferença. Que
se requer? Firmeza e Sensibilidade. Essencialmente,
como professores, precisamos tomar nossos pais em nosso coração, e daí, se abre
a sensibilidade, mas junto com a sensibilidade, uma outra ferramenta
fundamental, é a firmeza. Não é uma ou a outra, são as duas juntas. Amor claro
e reconhecimento de limites.
Na
Pedagogia Sistêmica recuperamos a alegria por viver, e é a força que levamos a
aula.
Imaginemos
os professores usando o amor que lhes é comum, porém tomando a força de seus
próprios pais, e daí fluindo para seus alunos; e imaginemos o amor dos pais de
seus alunos fluindo através deles; isso é poderosíssimo. Toda a diferença é
educar no amor, fluindo desde a ordem. Sem ordem, não flui o amor; não tem a
mesma força e, portanto, o mesmo impacto; O AMOR DOS PAIS FLUINDO NOS FILHOS É
A FORÇA NA EDUCAÇÃO.
Escrito por Angélica Olvera (CUDEC)
Como surgiu a pedagogia sistêmica

O
trabalho, ora denominado “Pedagogia Sistêmica”, originou-se a partir dos
trabalhos do filósofo e professor alemão Bert Hellinger. Sua carreira como
missionário católico na África do Sul durante quase 20 anos, lecionando em escolas
para os zulus, durante o regime do apartheid colocaram-no em uma perspectiva
ímpar para identificar questões de conflito e consciência. Seu
desenvolvimento pessoal o levou a estudar e praticar uma vasta gama de
abordagens psicoterapêuticas, a saber: psicanálise, análise transacional,
hipnoterapia Ericsksoniana, terapia primal, Gestalt, esculturas familiares,
análise de histórias, etc. Seus trabalhos o levaram a descobrir a natureza da
consciência pessoal e certas leis inconscientes que ditam o comportamento
humano em grupos familiares e sociais, as quais denominou “ordens do amor”.
Mais
tarde, diversos professores e pedagogos iniciaram a aplicação do método na área
educacional, sendo a contribuição mais relevante feita inicialmente por Mariane
Franke-Gricksh a qual escreveu um livro denominado “Você é um de nós”
(publicado no Brasil pela Editora Atman. Depois
disso a abordagem se difundiu pelos países de fala espanhola, especialmente o
México e a Espanha.
No
ano de 1999 aconteceu o primeiro contato entre Bert Hellinger durante
um workshop em Constelações Familiares em Barcelona (Espanha). No ano seguinte,
em maio, Bert Hellinger trabalhou no CUDEC. Em novembro de 2003, Hellinger oferece
no CUDEC o primeiro workshop aplicado à educação. E finalmente, no ano
seguinte, celebram o I Congresso Internacional de Pedagogia Sistêmica, que
aconteceu na Cidade do México (México). Em 2006, aconteceu em Sevilha
(Espanha), o II Congresso Internacional de Pedagogia Sistêmica, com a presença
de 700 pessoas de vários países.
Escrito por Angélica Olvera (CUDEC)
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