A terapia que olha com amor a árvore genealógica, removendo os bloqueios transgeracionais na família.
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20° Grupo de Constelação Familiar em Florianópolis
20° Grupo de Constelação Familiar em Florianópolis
A Terapia da reconciliação familiar
Data: Quinta-feira 04 de julho de 2013
Horário: 17 horas
Centro – Florianópolis
Telefone para reservas: 48-9927-5666
Teste de auto analise de Constelações Familiares

Leia
as afirmações abaixo e responda com SIM ou NÃO.
1
– Você ainda se lembra do primeiro amor na sua vida com saudades.
2
– No seu primeiro relacionamento, a separação ocorreu de forma
tumultuada, com feridas para ambos.
3
– Você faz mais pelo parceiro(a) do que recebe dele(a).
4
– Você sente muito medo de ser abandonado(a) e ficar só.
5
– Você exige que seu parceiro(a) mude seu comportamento, quer
reeducá-lo.
6
– Você sente que não é visto pelo parceiro(a) na relação.
7
– Você não consegue entender o parceiro(a) e ver como ele(a) é.
8
– Você não aceita que o relacionamento anterior do parceiro(a)
como tendo sido importante a ele.
9
– Quando um relacionamento termina, você sente como se a vida
tivesse acabado, até pensa em morrer.
10
– Você tem muita dificuldade em aceitar a família do seu
parceiro(a).
11 – Você sente mágoa e rejeição pelos próprios pais.
12 – Você interfere no casamento e no relacionamento dos seus pais.
13 - Você se vê com comportamento similar ao seu pai, mãe, avós ou
até tios.
Todos
os “sim” indicam emaranhamentos sistêmicos, que com a Terapia de
Constelações Familiares pode-se identificar e liberar, para que a
pessoa viva plenamente e desligue o piloto automático, reagindo à
vida ao invés de viver a vida conduzida cegamente pelo sistema
familiar.
Agende a sua consulta: Terapeuta Tania Rocha 048-99275666
Felicidade: a importância do estado de presença mental
Nascemos,
vivemos e morremos. Basicamente, a vida é isso que acontece entre o
nascimento e a morte. Mas será que vivemos mesmo a vida? Nascemos
dentro de uma família, de um sistema e contexto. Acredito que
escolhemos a família na qual vamos nascer e a que sistema vamos
pertencer. Então nascemos e fazemos parte daquele sistema. Quando
pensamos em sistema, pensamos em um grupo de coisas, pessoas ou
energias que se influenciam mutuamente. Tudo que faz parte de um
sistema pertence a ele, influencia todo sistema e é influenciado por
todo sistema. Isso inclui o sistema familiar. O
sistema familiar é como um rio, que vai levando em sua água tudo
que passou por ela, influenciando tudo e todos que se banham nesse
rio, cada um que entra nesse rio, tudo que já fez e que ainda faz
parte dele. Tudo que entra nesse rio é levado por ele para sempre.
Por isso, mesmo que algo ou alguém seja excluído, aquela energia
continua sendo levada e influenciando, só que nos casos de exclusão
isso se torna mais problemático.
O fato é que somos tão influenciados por esse sistema, que muitas vezes vivemos o sistema e não apenas o nosso “eu”. Em outras palavras, às vezes o sistema vive através de nós e especialmente para lembrar daqueles que foram excluídos ou que viveram qualquer tipo de situação difícil, na tentativa inconsciente de reincluí-los acabamos fazendo escolhas semelhantes às deles e com isso nos desviamos dos nossos propósitos e da nossa essência. Isso acontece também porque a vida acontece em três diferentes níveis: o nível do “eu”, o nível da “alma” ou da “consciência herdada” (que tem a ver com o nosso sistema familiar e todos os nossos ancestrais) e o nível do “espírito” ou da “vida” (onde se incluem a espiritualidade e todas as forças da natureza). Vivemos ao mesmo tempo esses três níveis e podemos escolher de acordo com os três. Como carregamos nossos ancestrais dentro de nós, pois estamos todos no mesmo rio e porque estão todos em nosso mapa astrológico e em nosso DNA, muitas das nossas escolhas são feitas justamente nesse segundo nível, o nível da consciência herdada. Escolhemos de acordo com aquilo que mais se ajusta ao nosso sistema, seja pela tentativa de fazer parte dele ou pela tentativa de reincluir quem foi excluído.
Quando
escolhemos tentando reincluir um antepassado (e claro que isso
acontece em um nível inconsciente) podemos reviver o que ele viveu,
para que ele seja lembrado ou porque por amor estamos carregando por
ele. Muitas das nossas escolhas são feitas assim, mesmo sem nos
darmos conta disso. Com isso, escolhemos muitas coisas em desacordo
com o nosso “eu” e sofremos com as consequências disso. Também
escolhemos para pertencer e nesse caso também repetimos as escolhas
do sistema. Por exemplo, em um sistema no qual muitas pessoas foram
infelizes no amor ou muitas pessoas ficaram gravemente doentes, uma
pessoa pode inconscientemente pensar que quando ela é feliz no amor
ou é saudável
com
isso está vivendo um destino diferente e com isso não está
pertencendo, como se isso fosse uma traição ao seu sistema de
origem. Claro que tudo isso acontece em um nível muito inconsciente
e justamente porque vivemos em uma espécie de transe, que na verdade
pertence ao nosso sistema. É assim que a maioria das pessoas vive a
vida hoje em dia. Seja pela forte conexão que sempre existe com o
sistema seja pela forma como se vive a vida hoje em dia, muita gente
vive como que no piloto automático, reagindo à vida ao invés de
viver a vida e escolhendo pelo sistema ao invés de escolher por si
mesmas. E isso gera boa parte dos nossos problemas. No fundo é como
se muitas vezes estivéssemos assistindo a vida ao invés de viver a
vida. E a maior parte das pessoas nem se dá conta disso.
Viver
de verdade é estar presente na própria vida. Estar presente é
estar consciente e centrado no “eu” com a consciência do “todo”.
É viver integrado nos três níveis, mas consciente do que o “eu”
quer e precisa. É viver consciente de que podemos escolher diferente
do nosso sistema e ainda assim pertencer, porque na verdade quando
vivemos verdadeiramente a vida é que estamos honrando o nosso
sistema. Como carregamos todo nosso sistema dentro de nós, nossos
ancestrais continuam vivendo através de nós e quanto mais
felicidade, amor, saúde e realização nós tivermos, mais estamos
honrando nosso sistema, nossos ancestrais e a vida que recebemos
deles. Aliás, honrar quem veio antes é honrar a própria vida, é
dizer sim para quem somos e nesse sentido quanto mais aceitarmos
nossas origens, melhor, porque assim podemos receber tudo que vem de
bom deles. E vale lembrar que só estamos aqui, vivos, porque
nascemos deste pai e desta mãe, que por sua vez nasceram dos nossos
avós, que nasceram dos nossos bisavós e assim por diante. Por isso,
ao contrário do que inconsciente pensamos e fazemos, é vivendo bem
que estamos honrando e fazendo com que o sistema continue vivo.
Repetir
padrões negativos e histórias difíceis não resolvem os problemas
antigos, apenas cria novos problemas. O que podemos fazer é olhar
para os ancestrais e para nossos pais com carinho (mesmo quando não
concordamos com eles) gratos porque nos deram a vida e lembrar de
quem veio antes permitindo que continuem vivos em nosso coração. E
devemos mesmo ser gratos, porque só estamos aqui porque eles
existiram e porque através deles a vida chegou até nós. Essa
gratidão também abre as portas para a presença e a fluidez da
vida. Podemos também seguir nossa vida e nosso próprio destino,
conscientes de que isso não desrespeita quem veio antes na medida em
que temos por eles carinho e respeito. Mas só conseguimos fazer tudo
isso se estamos em estado de presença. Estar em estado de presença
é estar fora do transe, é estar consciente de onde viemos e de quem
somos. É estar conscientes a partir do coração sobre o melhor
caminho a seguir, o melhor caminho para o “eu”, para a “alma”
e para o “espírito”.
Thomas
Bryson e Ursula Franke Bryson definem presença em seu livro Trauma,
Transe e Transformação:
o poder da presença na prática.“Presença
é o contexto estável e abrangente além da interpretação pessoal
limitada da realidade, que considera apenas os termos de ser bom ou
mau para a segurança pessoal e o auto interesse limitado de curto
prazo. Presença é a chave para libertar-se da limitação ao
pensamento conceitual apenas e o retorno ao estado de possibilidade –
à criatividade, por meio da qual tudo pode acontecer, e não
simplesmente a interminável repetição do que aconteceu e foi
pensado antes. E a Presença oferece a força necessária para
enfrentar as coisas difíceis que têm limitado o nosso acesso à paz
e à liberdade aqui e agora”.
E eles ainda apresentam os principais aspectos da presença:
Presença
oferece segurança em face ao medo.
A
presença é essencial para a conexão com nós mesmos, a vida e os
outros.
Em
um mundo de mudança contínua, presença proporciona estabilidade e
contexto.
Presença
é a chave para o verdadeiro fortalecimento pessoal.
Presença
traz uma perspectiva terapêutica por meio de distância.
Presença
permite um retorno à possibilidade.
Presença
dá contexto para o desenvolvimento a longo prazo.
Isso tudo significa que apenas quando estamos em presença estamos em verdadeira segurança, estamos em contato com nós mesmos, com os outros e com a vida e só assim, portanto, fazemos boas escolhas e nos relacionamos bem. Mas por que é tão difícil estar presente? É difícil, entre outros motivos, porque quando ficamos presentes somos obrigados a aceitar a vida com ela é e dizer sim para tudo que se passou e isso pode nos assustar. Quando percebemos as escolhas que já fizemos em transe podemos ter um choque, porque podemos nos dar conta de como escolhemos até aqui. É difícil porque dá esse medo de escolher e de fazer diferente. Mas é justamente isso que temos que fazer. E também fazemos isso pelo nosso sistema, pois a partir do momento em que incluímos novas informações nesse sistema, estamos contribuindo com o equilíbrio e a paz de todos que já pertenceram, que pertencem e que pertencerão ao sistema. Estamos vivendo pelo sistema, trazendo vida para todos que fazem parte dele. E estamos então vivendo de verdade, presentes na própria vida, dizendo sim para a própria vida. Quando conseguimos fazer isso, quando conseguimos ficar presente na própria vida, nossas escolhas são mais apropriadas à nossa própria essência e as coisas fluem muito melhor. Temos força, coragem, segurança, tranquilidade e calma. Sabemos para onde devemos ir. Sabemos exatamente o que devemos fazer. A vida ganha qualidade e tudo que fazemos em estado de presença é muito melhor. Os resultados são diferentes. Somos capazes de conquistar o mundo, de realizar nossos sonhos, de cumprir o propósito da nossa alma.
Quando
estamos presentes também conseguimos nos relacionar, porque uma
conexão verdadeira com alguém só é possível em estado de
presença. Isso potencializa os vínculos que temos com o outro e
melhora a qualidade de qualquer relação. Viver em estado de
presença, escolher e viver presente só tem ganhos. E o mundo
precisa saber logo disso, porque o que mais vemos hoje em dia é
gente vivendo no piloto automático, escolhendo o que é socialmente
ou sistemicamente mais aceitável e isso só gera infelicidade. Basta
olhar em volta e perceber o quanto tantas pessoas escolhem de forma
semelhante porque aquilo é socialmente mais esperado e aceito. Basta
olhar e ver como tanta gente hoje em dia é infeliz, vivendo a vida
com frustrações porque poderia ter feito diferente, poderia ter
outro trabalho, outro companheiro, outras opções que escaparam
porque não eram a melhor opção para o sistema ou para a sociedade.
Basta olhar em volta e ver a quantidade de pessoas que só conseguem
viver a vida feliz com a ajuda de medicamentos, de antidepressivos e
ansiolíticos tão consumidos hoje em dia. A própria sociedade
favorece esse tipo de vida hoje em dia, porque estamos sempre
correndo, porque precisamos ser práticos, bem sucedidos. Temos que
seguir um padrão, além do padrão familiar o padrão social. Há
muito preconceito, há pressa, falta de tempo. Não estamos mais em
contato direto e verdadeiro com as pessoas, com a natureza, com nós
mesmos. Mas felizmente muita gente também vive em presença e
felizmente também sempre é tempo de mudar.
O
céu está favorecendo isso e de certa forma até dando um belo
empurrão, porque está nos acordando, está dizendo que ou vivemos
ou quando nos dermos conta, a vida passou e desperdiçamos esse bem
tão precioso que é a nossa própria vida. A vida é, na verdade,
uma oportunidade, um presente que apenas tem significado quando
vivida significativamente. Viver a vida no piloto automático vai
além do estar em transe, é viver como um zumbi, alguém que vai
reagindo e “vivendo” sem refletir, sem escolher, sem fazer
diferente e sem fazer diferença. Só pode fazer diferença na vida,
viver com significado e deixar um legado quem vive em estado de
presença. Quem está vivo de verdade, vivendo a vida com plenitude e
presença. Vamos acordar porque só podemos receber o melhor da vida
quando estamos acordados, despertos, vivos! E a felicidade e a
fluidez que vêm daí, só quem está vivo e presente pode sentir!
Esteja presente e seja bem vindo à sua própria vida!
Autora:
Titi Vidal
Agende a sua consulta - 48-9927-5666
17° Grupo de Constelação Familiar em Florianópolis
17° Grupo de Constelação Familiar em Florianópolis
A Terapia da reconciliação familiar
Data: 15 de junho de 2013
Horário: 14 horas
Centro – Florianópolis
Reservas: 48-9927 5666
A TRANSMISSÃO TRANSGERACIONAL FAMILIAR
Estudos que abordam a repetição de histórias
vivenciadas pelas famílias de origem, e que são transmitidas ao longo das
gerações, trazem algumas problemáticas no que se refere a conteúdos disfuncionais
não elaborados pela família. Uma destas problemáticas se refere ao
surgimento do adoecimento psíquico em um ou mais membros da família, sendo
perpetuado por gerações. O grupo familiar é composto a partir do casal, e a
partir daí ocorre uma interação entre várias pessoas e diversas gerações,
construindo-se assim um caminho para transmissão psíquica. As mudanças nos
sistemas de transmissão psíquica e socioculturais, assim como suas feridas,
trazem um lado negativo, que é aquilo que fica oculto, não dito ou “mal dito”,
atravessando as gerações em um processo transgeracional. Quando é marcada pelo
negativo, observamos que o que se transmite é aquilo que não pode ser detido é
o que não encontra registrado no psiquismo dos pais e é depositado no psiquismo
da criança: os lutos não realizados, os objetos desaparecidos sem traço nem
memória, a vergonha, as doenças e a falta.
Para Piva o processo da transmissão constitui-se em
uma obrigação de trabalho psíquico, tanto para o indivíduo, quanto para o
grupo, e desenvolve-se através de um trabalho de elaboração, de ligação, na
medida em que uma geração consegue transformar aquilo que recebe,
apropriando-se do herdado, desde sua própria vivência e perspectiva. Este
processo permite que cada geração possa situar-se em relação às outras, bem
como inscrever cada sujeito em uma categoria como pertencente a um grupo, dono
de uma história e de um lugar. Porém, quando o herdado é apenas acatado, sem
elaboração, tem grande chance de cometer à repetição. Partindo-se desta ideia,
o presente estudo acerca da problemática apresentada fez-se importante no sentido
em que objetivou conhecer, sob o olhar transgeracional, os padrões comportamentais
transmitidos entre as três gerações de uma mesma família, que podem influenciar
no seu adoecimento psíquico.
Além da estrutura familiar, também acrescenta
importantes conceitos, como os subsistemas, fronteiras e hierarquias. Cada
indivíduo na família pode tomar parte de diferentes subsistemas de acordo com
as funções que exerce, como por exemplo, o subsistema conjugal, formado pelo
casal, na função de marido e mulher, parental, na função de pai e mãe, e o
subsistema fraternal, constituídos pelos filhos na relação entre irmãos. Estes
subsistemas se organizam através de fronteiras, tendo a função de proteger a
diferenciação dos sistemas, definindo quem participa, quando e de que forma. No
decorrer do ciclo vital, os diferentes papéis podem ser vivenciados, como por exemplo,
o papel de filho, de irmão, de cônjuge, de pai, etc. Estudar os fenômenos
identificados no processo de perpetuação familiar é também fundamental para o
entendimento do funcionamento e da dinâmica das relações familiares. Assim, a
transmissão familiar é definida por Wagner e Falcke como uma forma de estudar
diferentes padrões familiares que se repetem de uma geração a outra, mesmo sem
a compreensão das pessoas envolvidas. Este padrão é definido a partir dos
legados, valores, crenças, segredos, ritos e mitos que se perpetuam e fazem
parte da família. Cada família traz consigo um mandato transgeracional cujo
patrimônio ou legado compreende tanto elementos positivos quanto negativos. O
patrimônio ou legado é o mandato transgeracional que transita entre as
gerações, na dimensão psíquica, e que, na maioria das vezes, se passa em nível
inconsciente. A herança recebida de uma geração cria obrigações em relação ao
seu doador. Nesse sentido, o legado seria transmitido de forma positiva,
assegurando a sobrevivência da família e da espécie. O aspecto negativo do
legado seria aquela em que o patrimônio é sobrecarregado de conteúdos
disfuncionais.
Cristiane
Félix da Silva
Silvia
Pinheiro Dutra
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