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A doença tem uma função sistêmica


A Constelação Sistêmica Familiar é uma abordagem fenomenológica terapêutica fundamentada nas descobertas do pensador alemão Bert Hellinger.  A constelação familiar se baseia no uso de representantes neutros para representar membros da família ou grupo social do cliente e trabalhar um tema específico trazido por este último. O tema pode envolver seu relacionamento de casal, suas relações familiares, comportamentos persistentes e repetitivos, seu emprego e meio profissional, um destino familiar recorrente e, algumas vezes um quadro patológico, uma doença física ou psíquica que marca seu corpo ou o percurso do histórico familiar. No olhar da terapia familiar sistêmica, trata-se de averiguar se, no sistema familiar ampliado existe alguém que esteja emaranhado nos destinos, escolhas, crenças, de membros anteriores desta família. Trazendo-se a luz estes emaranhamentos, a pessoa consegue se libertar mais facilmente deles – ela passa a ter consciência do que age no seu sistema e a ter a opção da escolha sobre seu próprio destino. O mesmo ocorre em uma doença grave, que pode em alguns casos representar simbolicamente algo não solucionado no histórico familiar, e que se manifesta em um ou mais de seus membros em determinada geração ou seguindo o destino semelhante por algumas gerações.

Existe uma conexão entre doenças graves e  emaranhamentos nos destinos de membros da família. Às vezes, por meio de uma doença manifesta-se algo que o doente não quer reconhecer, por exemplo, uma pessoa, uma culpa, um limite, seu corpo, sua alma, uma tarefa ou um caminho que deva seguir. A doença obriga a mudança. Por isto, o facilitador em um workshop de Constelações Familiares alia-se, ao motivo e ao objetivo da doença, por exemplo, com a pessoa excluída, com a culpa refutada, com o corpo desprezado, com a alma abandonada, com a misericórdia e a chance que se revelam na doença. Quando isto é colocado em ordem, o doente pode viver melhor. E ele também pode morrer melhor, quando chegar à hora. Há uma dinâmica silenciosa e sutil atuando sobre todo sistema familiar, em sua história, em seus acontecimentos, em sua cultura e linguagem própria. Tal dinâmica atua sobre todo e qualquer sistema, e segue leis próprias as quais Bert Hellinger observou em seu trabalho empírico fenomenológico. Na constelação familiar, se olha para este sistema e para a posição e postura de cada membro e como tais interagem sobre e entre si – buscando, por meio de gestos, reposicionamentos e falas, alcançar a leveza e ordem, perdida no sistema.

Quando se pode criar uma ordem na mesma, que traga leveza e reconciliação, partindo da alma, isto também tem um efeito atenuante ou favorável e freqüentemente até curativo sobre a doença. Isto, entretanto em ação conjunta com muitas outras medidas, principalmente aquelas da medicina e de outras terapêuticas. A Constelação Familiar deve ser procurada como uma abordagem complementar, nunca como alternativa única, principalmente em se tratando de doenças. Freqüentemente diz-se a um doente que a sua enfermidade é de origem psicológica. Isto é freqüentemente vivenciado pelo paciente como uma depreciação, pois este pensa: “se eu fosse diferente, seria tudo melhor”. Mas não e assim, porque os emaranhamentos que agem por trás disto são inconscientes. O impulso por meio do qual alguém talvez se comporte de maneira destrutiva, se auto sabotando, é totalmente inconsciente. Somente quando o emaranhamento que age em segundo plano vem à luz, pode-se mudar alguma coisa. Na Constelação Familiar o cliente tem a possibilidade de vivenciar e ver a cena familiar, os posicionamentos e vínculos estabelecidos entre os membros e temas de seu próprio sistema. Em doentes com  câncer,  por exemplo, trata-se freqüentemente de que se exponha a gravidade da situação. A gravidade é, naturalmente, de que se trata de uma doença mortal e que se tem que encarar a morte. Além disto, há todo o envolvimento e dinâmica próprio, da estrutura familiar. A doença nunca age apenas sobre o doente, ela age sobre o doente e seu sistema familiar.

Na maioria das vezes, as doenças são vistas como algo mau do qual queremos nos livrar. Mas, ao mesmo tempo, doenças também são processos de cura, principalmente para alma. Não se pode simplesmente colocá-las de lado – exatamente algo que foi deixado anteriormente de lado está se manifestando agora na forma de uma doença. “Pode-se ver que quando se admite que uma doença possa servir a uma causa, talvez mais elevada, então ela pode retirar-se. Ela cumpriu o seu dever. Mas deve ficar presente, não pode ser jogada fora. Só assim então, às vezes, ela se retira” Bert Hellinger (2006).

René Schubert é psicoterapeuta e facilitador em Constelações Familiares 
(formado no Brasil e Alemanha, membro da Hellinger Sciencia).

24° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR



24° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR
 EM FLORIANÓPOLIS

A TERAPIA DA RECONCILIAÇÃO FAMILIAR

DATA: terçA FEIRA - 30 DE JULHO DE 2013

HORÁRIO: 17 HORAS

CENTRO – FLORIANÓPOLIS

RESERVAS: 48-9927-5666

www.PSYCH-KCONSTELACAO.BLOGSPOT.COM.BR/


23° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR EM FLORIANÓPOLIS


23° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR
 EM FLORIANÓPOLIS

A TERAPIA DA RECONCILIAÇÃO FAMILIAR

DATA: QUARTA FEIRA - 24 DE JULHO DE 2013

HORÁRIO: 17 HORAS

CENTRO – FLORIANÓPOLIS

RESERVAS: 48-9927-5666

HTTP://PSYCH-KCONSTELACAO.BLOGSPOT.COM.BR/


Teste de auto analise de Constelações Familiares



Leia as afirmações abaixo e responda com SIM ou NÃO.


1 – Você ainda se lembra do primeiro amor na sua vida com saudades.

2 – No seu primeiro relacionamento, a separação ocorreu de forma tumultuada, com feridas para ambos.

3 – Você faz mais pelo parceiro(a) do que recebe dele(a).

4 – Você sente muito medo de ser abandonado(a) e ficar só.

5 – Você exige que seu parceiro(a) mude seu comportamento, quer reeducá-lo.

6 – Você sente que não é visto pelo parceiro(a) na relação.

7 – Você não consegue entender o parceiro(a) e ver como ele(a) é.

8 – Você não aceita que o relacionamento anterior do parceiro(a) como tendo sido importante a ele.

9 – Quando um relacionamento termina, você sente como se a vida tivesse acabado, até pensa em morrer.

10 – Você tem muita dificuldade em aceitar a família do seu parceiro(a).

11 – Você sente mágoa e rejeição pelos próprios pais.

12 – Você interfere no casamento e no relacionamento dos seus pais.

13 - Você se vê com comportamento similar ao seu pai, mãe, avós ou até tios.

Todos os “sim” indicam emaranhamentos sistêmicos, que com a Terapia de Constelações Familiares pode-se identificar e liberar, para que a pessoa viva plenamente e desligue o piloto automático, reagindo à vida ao invés de viver a vida conduzida cegamente pelo sistema familiar.

Agende a sua consulta: Terapeuta Tania Rocha 048-99275666


TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A SUA FAMÍLIA


ANAMNESE SISTÊMICA (Método Hellinger) 

Para iniciar um percurso terapêutico sistêmico, devemos reconhecer os emaranhados e identificações que o cliente mantém inconscientemente com o seu grupo familiar.  Para conhecer quem são as pessoas que estão em forte "ressonância" com o cliente, devemos fazer as seguintes perguntas relacionadas ao seu sistema familiar:

1) Perguntas sobre o sistema original (refere-se ao sistema no qual o cliente cresceu desde o seu nascimento). Quem pertence a esse sistema? Do ponto de vista sistêmico pertencem não só os pais e irmãos biológicos, mas todas as pessoas que foram importantes na infância do paciente e ainda são  atualmente. Por exemplo seus avós, e irmãs ou irmãos de seus pais. Naturalmente pertencem ainda pais adotivos, ou padrastos e seus filhos, (meio-irmãos e meia-irmãs). Também pertencem ao sistema os ex parceiros dos pais (cônjuges/noivos) e filhos dessas relações e parceiros extraconjugais, filhos em questão ou abortos. Às vezes também pertencem ao sistema não-membros da família/clã, quando algum membro da família lhe deve sua vida (médicos, motoristas ou profissionais de salvamento). Qualquer que sejam esses participantes do sistema, não importa se já estavam mortos quando o paciente nasceu nessa família
- Pais biológicos 
- Pais adotivos 
- Pais de criação 
- Posição do paciente na ordem cronológica entre os irmãos 
- Abortos (importante identificar: natimortos, abortos espontâneos, abortos provocados)
- Amores anteriores, que esperavam casar (noivos e noivas)
- Parceiros anteriores ou posteriores dos pais, e também noivos 
- Filhos desses relacionamentos (meio-irmãos), ou meio-irmãos trazidos para o casamento 
- Irmãos dos pais, quando seus destinos se apresentam em membros posteriores 
- Avós maternos 
- Avós paternos 
- Eventualmente bisavós e tataravós

2) Perguntas sobre o sistema atual. (A família que a pessoa criou). Quem pertence a esse sistema?
- Companheiros casados ou não 
- Os próprios filhos 
- Os antigos parceiros e seus filhos, principalmente se foram trazidos para a família atual 
- Parentes dos companheiros não pertencem ao sistema atual.
- Amantes
O sistema atual tem preferência sobre o sistema de origem. Mas os emaranhamentos não resolvidos do sistema de origem podem ser vividos no sistema atual e podem que ser resolvidos no sistema de origem. 

3) Que acontecimentos importantes ocorreram no sistema de origem? Perguntas sobre acontecimentos essenciais (traumáticos) que foram marcantes para o sistema familiar
- Morte da mãe durante o nascimento de um irmão (irmã) 
- Morte prematura de algum irmão (irmã) 
- Morte prematura de um dos pais 
- Natimortos 
- Suicídios de parentes anteriores/posteriores 
- Morte de algum parente por assassinato, acidente ou doença grave 
- Separação dos pais 
- Relacionamento extraconjugal de um dos pais, principalmente quando há filhos 
- ilegítimos ou aborto. 
- Abuso sexual, principalmente por familiares 
- Incesto 
- Violência sexual 
- Alcoolismo de um membro da família nuclear 
- Membro da família com doença psíquica (psicoses, esquizofrenias, depressão profunda, anorexia, bulimia, síndrome de pânico
- Acidentes graves e tendência para sofre-los 
- Ruínas financeiras e falências ou fracassos profissionais frequentes na família 
- Tendência para delinquência ou comportamentos criminosos (exemplo, vicio de jogo, trapaças ou desvio de dinheiro; grandes endividamentos); 
- Doenças graves como o câncer, diabetes, tuberculose, alergias, asma brônquica, neurodermites, etc 
- Traumas de guerra
Emaranhamentos ligados ao sistema de domínio nazista, que levaram outros à morte ou punição, por exemplo, prisão em campos de concentração
- Vítima do sistema nazista, por exemplo no Holocausto
- Opção por uma vida celibatária, sacerdote ou freira, se foi expiada uma injustiça; 
- A homossexualidade masculina ou feminina pode ser indício de emaranhamentos. 

4) Que membros da família foram ou estão sendo excluídos? Tratam-se de pessoas que apesar de pertencerem ao sistema, não foram honradas (a pessoa excluída pode já estar morta), por exemplo tiveram negado o luto, tiveram negada a sua existência ou foram desconsideradas. Filhos negados pelo pai, irmãos desconsiderados, pai desconhecido (mãe manteve relação sexual e continuou casada, gerando um filho desta pessoa)

5) Lidando com segredos de família. Os segredos de família têm dois aspectos:
a) Por um lado escondem vínculos de lealdade entre os membros do sistema e geram confusão. É importante se: 
- algo não é dito, é mantido em segredo? (ex: quem é o pai de uma criança) 
- algo é negado? (ex: participação na morte de judeus) 
- algo é distorcido? (ex: perpetrador tido como vítima) 
- As crianças precisam saber quem são seus pais biológicos. 
- Uma morte na família tem que ser esclarecida, para que os membros posteriores sejam libertados do impulso inconsciente de vingança ou expiação, o que traria nova tragédia. 
b) Por outro lado, os segredos de família têm uma função estabilizadora que torna possível a sobrevivência dos seus membros. O terapeuta tem que avaliar muito bem, o quanto é possível avançar na direção do esclarecimento de um segredo. Nessa categoria de segredos eu incluo: 
- Situações passada na família que levaram o cliente ou algum membro significativo à psicose/esquizofrenia. Essas situações passadas já podem ter se manifestado em gerações anteriores.
- Abuso sexual. Nessas situações pode-se conseguir uma solução, sem necessariamente nominar o fato. 
- Situações passadas intimas dos pais do cliente, cujo conhecimento o incomodaria, o tornaria arrogante, trazendo-lhe uma condição de desamor. Nesse caso o terapeuta tem que proteger a esfera de intimidade dos pais. Se ainda assim o cliente for impelido para essa esfera, deve ser conduzido a uma prática espiritual de liberação. 

Marcar consulta: 48-99275666

A TERAPIA DO AMOR



Data: Quarta feira - 05 de junho de 2013


Horário: 17 horas

Centro - Florianópolis

Informações e reservas: 48-99275666

Reserve o seu lugar.

IMPORTANTE: os interessados que enviem sms ou email confirmando sua presença.

SOMENTE os que confirmarem poderão participar com um tema.


Casamento: a ligação que ninguém dissolve....



Quando um homem e uma mulher se aceitam um ao outro no sentido lato de homem e de mulher, então a consumação do seu amor cria uma ligação entre eles que não pode ser dissolvida. Esta ligação é muito diferente dos ensinamentos morais de várias igrejas sobre a indissolubilidade da união. A consumação do amor neste sentido cria uma ligação independente do casamento e de qualquer ritual ou cerimônia. Reconhecemos a existência desta ligação pelos seus efeitos. Por exemplo, se alguém frivolamente abandona um parceiro com quem se tenha ligado desta forma, a seguir, tem dificuldade em manter algum outro novo parceiro. O novo parceiro detecta a ligação e não se sente livre para reclamar ao novo parceiro, nem para se tornar completamente aberto e vulnerável. Por exemplo, uma mulher sentiu secretamente que era melhor do que a primeira esposa do seu novo marido, e convenceu-se de que o poderia fazer muito mais feliz do que a primeira esposa tinha feito. Não obstante, após alguns anos, tornou-se incapaz de ter intimidade com ele. Desta forma, inconscientemente reconheceu a ligação à primeira esposa, e também a sua própria lealdade ao primeiro parceiro. Perdeu também o marido, como a primeira esposa tinha perdido.

Em constelações familiares, observamos frequentemente que uma segunda esposa mantém uma pequena distância de seu marido, como se não pudesse tê-lo inteiramente porque ele já estava ligado a outra pessoa. Também podemos reconhecer a profundidade da ligação pelo seu efeito. Regra geral, o fim do primeiro amor é o mais difícil, é o mais doloroso. A separação é geralmente mais fácil com a segunda ligação, e ainda mais fácil com a terceira. Esta ligação não é o mesmo que amor. Às vezes acontece que a ligação é muito profunda, mesmo que haja pouco amor, ou que há um grande amor e uma pequena ligação. A ligação é criada pelo ato físico do sexo e deve ser respeitada Se a pessoa espera mais tarde ligar-se profundamente, ele ou ela devem tratar da primeira ligação de uma forma boa. O efeito negativo da primeira ligação suaviza-se quando é reconhecido, e o primeiro parceiro tenha recebido o devido respeito. Quando a primeira ligação é odiada e tratada como algo vil, choca-se com a habilidade da pessoa ligar-se outra vez mais tarde, em melhores circunstâncias.

Palestras de Hellinger

Hierarquia do amor na família



O fruto do amor entre um homem e uma mulher são os seus filhos. Há também uma ordem escondida que suporta o amor entre filhos, a sua ordem na hierarquia familiar. A hierarquia familiar segue o fluxo do tempo, isto é, aqueles que estavam lá primeiro vieram antes daqueles que vêm mais tarde. Numa família, os pais já lá estavam antes dos filhos. O seu amor de um pelo outro enquanto homem e mulher, fundaram a família, e vem antes do seu amor para com os seus filhos, como pais. Em algumas famílias, as crianças atraem a total atenção de ambos os pais. Em tais famílias, os pais já não são principalmente um casal, mas sim fundamentalmente pais, e os seus filhos geralmente sofrem com isso. Quando o amor dos pais um pelo outro, como homem e mulher, mantém a sua prioridade, os filhos geralmente sentem-se muito confortáveis e satisfeitos. Em famílias assim, o pai está implicitamente a comunicar aos seus filhos, "eu vejo-te como és, mas também vejo a tua mãe em ti; e em ti, eu amo-a e respeito-a mais do que sempre." E a mãe comunica aos filhos, "eu vejo-te como és; mas ver-te lembra-me o quanto eu amo e respeito o teu pai, porque eu vejo-o em ti também." E os pais comunicam um ao outro, "quando vejo os nossos filhos, amo-te e respeito-te ainda mais." Então o amor dos pais para com os seus filhos é uma continuação do seu amor como um casal, mas o amor de um para o outro dos pais mantém a sua precedência, e os filhos sentem-se livres.

Muitas famílias hoje são segundas ou terceiras famílias. Por exemplo, quando o homem e a mulher tiveram relacionamentos anteriores e trazem filhos para o novo relacionamento. Qual é a ordem de prioridade então? Os pais foram pais dos seus filhos antes de formarem um casal. O amor para com os seus filhos não foi uma continuação do seu amor um pelo outro, como homem e mulher, porque eram pais antes de serem um casal. Nestas situações, os novos parceiros devem reconhecer que o amor aos filhos veio antes do amor pelo novo parceiro e que o grande amor e a maior dedicação tendem a fluir para os filhos - e naturalmente nas crianças, para o anterior parceiro também. Somente então, na extremidade da corrente, flui o amor e dedicação para o novo parceiro. Se ambos os parceiros aceitarem esta hierarquia do amor, então o seu amor pode florescer. Mas quando um dos parceiros do novo casal diz ao outro, "eu quero vir em primeiro lugar, antes de seus filhos", então o novo amor fica em perigo e não resistirá por muito tempo.

Quando um casal traz filhos para o seu novo relacionamento e tem depois filhos juntos, a sequência é que primeiro eram pais dos filhos originais, depois um casal, então pais dos seus próprios filhos. Os casais que respeitam esta sequência natural de tempo e a sua relevância para os seus relacionamentos podem evitar e resolver o grande desafio dos conflitos nas parcerias. Assim, eu esbocei momentaneamente algumas das ordens mais importantes do amor que nós observamos operando nos relacionamentos entre homens e mulheres. De passagem, pode ser útil dizer que há também ordens do amor para casais sem filhos, incluindo casais homossexuais. Concluindo, quero contar-lhes uma história sobre o amor. Chama-se Duas Boas Sortes.

10º ENCONTRO DE CONSTELAÇÕES FAMILIARES EM FLORIANÓPOLIS



A terapia da Constelação Familiar é um psicodrama energético-espiritual que coloca em evidência a conexão profunda que temos com a nossa família, com os antepassados de varias gerações. Evidencia os vínculos que não conseguimos acessar em nossas consciências, criando padrões de comportamento que impedem o livre fluir de nossas vidas. Desta forma, é possível liberar a dor e os vínculos na sessão de psicodrama espiritual da Constelação familiar.

Áreas de atuação:
- Em todas as questões familiares
- Problemas de vícios e atitudes compulsivas
- Sintomas e doenças psicossomáticas
- Bloqueios emocionais e traumas
- Questões de relacionamento
- Autoconhecimento, autocontrole

Data: 26 setembro de 2012 – Quarta-feira
Horário: 18:30 horas - Centro - Florianópolis

É necessário inscrever-se com antecedência (Dez participantes)

Informações: 9927-5666

O amor muda as nossas vidas



A terapia da Constelação Familiar é um psicodrama energético-espiritual que coloca em evidência a conexão profunda que temos com a nossa família, com os antepassados de varias gerações. Evidencia os vínculos que não conseguimos acessar em nossas consciências, criando padrões de comportamento que impedem o livre fluir de nossas vidas. Desta forma, é possível liberar a dor e os vínculos na sessão de psicodrama espiritual da Constelação familiar.

   Áreas de atuação:
- Em todas as questões familiares
- Problemas de vícios e atitudes compulsivas
- Sintomas e doenças psicossomáticas
- Bloqueios emocionais e traumas
- Questões de relacionamento
- Autoconhecimento, autocontrole

Data: 29 de Agosto de 2012 – Quarta-feira

Centro - Florianópolis

Informações: 9927-5666

9º ENCONTRO DE CONSTELAÇÕES FAMILIARES EM FLORIANÓPOLIS



A terapia da Constelação Familiar é um psicodrama energético-espiritual que coloca em evidência a conexão profunda que temos com a nossa família, com os antepassados de varias gerações. Evidencia os vínculos que não conseguimos acessar em nossas consciências, criando padrões de comportamento que impedem o livre fluir de nossas vidas. Desta forma, é possível liberar a dor e os vínculos na sessão de psicodrama espiritual da Constelação familiar.

Áreas de atuação:
- Em todas as questões familiares
- Problemas de vícios e atitudes compulsivas
- Sintomas e doenças psicossomáticas
- Bloqueios emocionais e traumas
- Questões de relacionamento
- Autoconhecimento, autocontrole

Data: 29 de Agosto de 2012 – Quarta-feira
Horário: 18:30 horas - Centro - Florianópolis

É necessário inscrever-se com antecedência (Dez participantes)

Informações: 9927-5666


Nossas vidas são controladas pelos genes?



A percepção de que nossas vidas são controladas por nossos genes é fundamental para nossa civilização. Este dogma é ensinado desde o nível mais elementar da educação de uma criança. A mensagem "os genes controlam a vida" é repetida continuamente desde o ensino primário até a pós-graduação na escola médica. O público em geral tem sido condicionado a acreditar que o corpo humano representa um robô geneticamente controlado. Para apoiar esta crença, atribuímos as nossas capacidades e as nossas deficiências à herança dos nossos códigos genéticos. Os genes aparentemente controlam os traços da vida de um indivíduo, e uma vez que não tivemos escolha dos genes que nos foram fornecidos no momento da concepção, podemos considerar-nos vítimas da hereditariedade. Temos sido programados para aceitar que somos subservientes ao poder dos nossos genes para criarmos a experiência de nossas vidas. O mundo está cheio de pessoas que estão constante mente com medo que algum dia os seus genes possam se voltar contra eles. Milhões de pessoas que percebem seus genes como bombas-relógio, esperando por um câncer ou alguma outra doença como uma ameaça catastrófica que possa explodir a qualquer momento em suas vidas. Pais com um comportamento desregrado podem provocar um "desequilíbrio químico" no cérebro da criança. O dogma atual científico insiste que somos beneficiários de um download de códigos genéticos e aparentemente incapazes de mudá-los. Por conseguinte, encontramo-nos não apenas na posição de vítimas da hereditariedade, mas também impotentes no que diz respeito à nossa capacidade de "reprogramar" o nosso destino. 

Ao assumir o papel de vítimas impotentes, podemos legitimamente negar a responsabilidade por nossa saúde, tanto física como mental. Infelizmente, isso resulta na negação de uma enorme quantidade de sofrimento humano e de doenças. A boa notícia é que, na verdade, não somos vítimas de nossos genes. Avanços surpreendentes na física e biologia celular recentemente derrubaram os fundamentos filosóficos da biomedicina convencional. Uma nova e radical compreensão emergente na vanguarda da ciência da célula reconhece que o meio ambiente e, mais especificamente, nossa percepção do ambiente, controla diretamente o nosso comportamento e a atividade dos nossos genes. As nossas "percepções" exatas ou imprecisas; e me refiro a elas mais apropriadamente como crenças. Crenças controlam nossa biologia, não os nossos genes. Os novos avanços na física e biologia nos trazem um futuro de esperança e autodeterminação. 

Bruce H. Lipton, Ph.D. - Biólogo celular

8º WORKSHOP DE CONSTELAÇÕES FAMILIARES EM FLORIANÓPOLIS



A terapia da Constelação Familiar Sistêmica traz à luz o que está oculto nos relacionamentos familiares e interpessoais. Este método coloca em evidência a conexão profunda que temos com a nossa família, com os antepassados de varias gerações. Evidencia os vínculos cegos de amor e lealdade que nos unem inconscientemente impedindo o livre fluir de nossa vida. 

Os participantes terão a oportunidade de entrar em contato com as formas distorcidas que o amor tomou em seus sistemas familiares. Desta forma, é possível ver e sentir o que estava oculto e desordenado, tanto em acontecimentos que ocorreram no passado, como em dinâmicas atuais restabelecendo o fluxo do amor, onde  havia deixado de fluir. É uma nova e surpreendente técnica terapêutica de abordagem sistêmica criada e desenvolvida pelo psicoterapeuta alemão Bert Hellinger.

Data: 26 de Julho de 2012 – Quinta-feira
Horário: 18:30 horas - Centro - Florianópolis

É necessário inscrever-se com antecedência (Somente 10 participantes)
Informações e inscrições com a facilitadora Tania Rocha
Preço - R$ 200,00 (participantes) e R$ 50,00 (observadores)

Celular: 9927-5666  - E

mail: taniarocha@hotmail.it


A HOMOSSEXUALIDADE NA VISÃO DE BERT HELLINGER


Na maioria dos casos a homossexualidade se origina de um emaranhado sistêmico e não de uma pré disposição genética.

Os casos mais usuais são:
  • * Alguma pessoa da família precisa representar uma mulher porque não existe nenhuma mulher à disposição. Então há uma falta de orientação sexual. É por isso que o homossexual costuma demorar a se identificar até perante ele mesmo.
    * Existem os casos em que alguém da família tenha que representar uma pessoa excluída, que foi difamada. Isso pode acontecer quando a pessoa se identifica com um parente mais velho que foi afastado da família
  • * Também acontece de um filho homem não consiga escapar da esfera da influência da mãe e das mulheres e não possa ir para a esfera de influência do pai.
    * Quando a mãe exclui o pai, por exemplo, e ata o filho exclusivamente a si (existem mulheres que querem um filho, mas não um marido). Quando essa criança é um menino, às vezes tem a tendência a tornar-se homossexual.
  • * Há alguns casos particularmente especiais quando são três irmãos do mesmo pai e da mesma mãe e há um menino e uma menina entre os três. O pai prefere a menina e a mãe o menino. O filho ou a filha que "sobra" sente-se abandonado e se confunde em sua sexualidade.

  • Não costuma ser reversível quando se trata de homens. É mais provável ser reversível quando se trata de mulheres. Nos casais homossexuais existe um amor pessoal muito profundo. Devemos respeitar. Quando um homossexual reconhece o seu destino pode aceitar a homossexualidade com dignidade e assumi-la. Mesmo reconhecendo que é um destino difícil, assumindo esse destino, homens e mulheres recebem uma força especial

  • Ivan lima-Constelador

PARA QUE O AMOR DÊ CERTO


Amar e ser amado é o que todos desejamos do berço à velhice, mas nem sempre o caminho está aberto para viver o mais básico dos sentimentos. Segundo Bert Hellinger, teólogo e terapeuta alemão, há como desemaranhar os laços afetivos e refazer o fluxo do amor com mais consciência e menos ilusão. ”É suficiente ter um bom parceiro, não precisa ser perfeito, pois o que é perfeito não se desenvolve, já está pronto. A imperfeição é estimulante e permite às duas pessoas crescerem juntas”, defende o terapeuta alemão Bert Hellinger, 78 anos, autor do livro Para que o Amor Dê Certo (Ed. Cultrix). Há mais de três décadas ele trabalha fazendo atendimentos individuais e para casais e, baseado nessa vasta experiência, sistematizou o método chamado constelações familiares, que busca primeiramente restabelecer o fluxo do amor entre pai, mãe e irmãos para depois rever os laços com parceiros amorosos (veja boxe nas próximas páginas). Bert desfaz qualquer imagem de amor baseada em ilusões – ele acredita que esse sentimento pode se expandir na medida em que reconhecemos e agradecemos o que cada relacionamento acrescentou a nossa vida.

Em paz com o passado

Em sua terapia do amor, Hellinger coloca como imprescindível reconhecer a aceitação do afeto experimentado em relações anteriores: um novo amor só poderá ser bem-sucedido se houver o reconhecimento de tudo o que nos foi dado pelos demais relacionamentos. A primeira relação amorosa tem influência sobre todas as outras, constata. Segundo o terapeuta, a rejeição consciente ou inconsciente de amores passados bloqueia a força de um novo amor. “Se você amar alguém depois, não poderá agir como se não tivesse vivido outro amor antes. Se aceitar o que viveu, com respeito aos antigos parceiros, as próximas relações poderão ser mais enriquecedoras do que se você for vivê-las como se fosse a primeira.”

Individualidade

O respeito do espaço de cada um é outro aspecto fundamental para o sucesso de um relacionamento, assinala Hellinger. Não por acaso, ele diz que para amar é preciso aceitar duas solidões, a sua própria e a do outro. “Numa relação deve haver respeito por segredos. Só assim ela terá uma chance. É ridículo querer que se conte tudo ao outro. Se houver respeito pelos segredos, as pessoas acabarão revelando espontaneamente coisas importantes. Mas não se pode agir como um intruso na alma da outra pessoa, mesmo que o relacionamento seja duradouro.”

Sexo é essencial

Além do amor e da disponibilidade para a convivência, o terapeuta cita o sexo como o terceiro elemento essencial na relação de um casal. “É a base de tudo. É fácil encontrar alguém, ir para cama com ele e, na manhã seguinte, não saber o que fazer. Você não sente amor, vocês não vão ficar juntos, é somente sexo.” Segundo Hellinger, para ser completo, o sexo tem de ser aprendido, exercitado e combinado ao amor. “Muitas vezes, quando as pessoas fazem sexo, fecham os olhos. Elas não estão realmente em contato com o outro, não mais do que consigo mesmas. Não tenho nada contra, mas, quando o amor também atua, as pessoas são capazes de ficar juntas e partilhar uma vida comum, o que é algo bastante diferente”.

Laços de família

Os primeiros laços de amor são atados na família, e Bert Hellinger sustenta que todos os familiares estão ligados por uma “grande alma comum”. Essa “consciência coletiva comum” é transmitida por sucessivas gerações, em uma corrente de influências, incluindo experiências dolorosas vivenciadas pelo grupo. Segundo ele, toda terapia deve trabalhar com a fonte e, para cada pessoa, a fonte primeira são os pais. “Quem está separado afetivamente de seus pais está separado de sua fonte”, resume. Por isso, Hellinger não aceita nenhuma queixa aos pais em seu trabalho terapêutico. “Você pode olhar para seus pais de diferentes formas. Durante sua infância, podem ter ocorrido experiências dolorosas, que provocaram certos ressentimentos e até afastamentos. Mas seus pais não são melhores ou piores do que os outros. Aliás, pais perfeitos são os piores. O crescimento só poderá ocorrer com certas resistências e dificuldades. Quando um paciente reclama de seus pais, está fazendo-os responsáveis por sua própria incapacidade”, nota.

Felicidade existe? 

Hellinger conclui: “Não há um modelo a ser seguido para alcançar a felicidade. Existe a felicidade das crianças, que brincam esquecidas de si mesmas, ou dos apaixonados. Tudo isso é muito bonito. Mas, nesse sentido, realização não é felicidade. É estar em harmonia com a grandeza, mas também com o sofrimento e com a morte. Isso possibilita um reconhecimento profundo, dá peso e serenidade. É algo bem tranqüilo. É a felicidade como conquista. E não tem a ver com ficar esquecido. Tem a ver com a força interior”.

Tudo começa na família

Muitos dos problemas de relacionamento (do casal e com os filhos) que acontecem no presente, na verdade têm a ver com laços familiares antigos, com a forma como nossos pais, avós, bisavós lidaram com a exclusão, a doença, a morte ou o esquecimento de entes muito próximos. Essa é a base da terapia das constelações familiares, resultado da experiência e da observação do alemão Bert Hellinger em seu trabalho de atendimento individual e a casais durante mais de três décadas.


Bert Hellinger,  terapeuta alemão