Workshop - Os movimentos de amor interrompidos


Curando o relacionamento primordial de nossas vidas: o amor entre mãe e filho

Liberar a interrupção no fluxo de amor que se origina na relação mãe e filho. Na fase adulta, a dor dessa interrupção torna a aflorar, repercutindo nas relações afetivas, e poderá levar a pessoa a continuar trocando de parceiro (a), sempre em busca do amor primordial. Ao se aproximar de um novo parceiro (a), surge o antigo medo inconsciente de perder a mãe, levando ao fracasso da relação. Através das constelações, é possível restabelecer o fluxo do amor interrompido, trazendo a cura e a liberdade.

Libertando o ex – companheiro (a)

Meditação e exercícios para a liberação do ex- companheiro (a). Quando ainda alimentamos a raiva, dor ou mágoa, estamos ligados à pessoa e, com isso, temos a vida totalmente bloqueada. Não conseguiremos construir uma nova relação feliz mantendo esse padrão energético. Não estaremos livres para encontrar um novo amor se estamos bloqueados na raiva e na dor.

Entrega de material didático para praticar em casa.
(exercícios e meditações liberatórias)

Local: Florianópolis
Dia 20 de Setembro – 19 horas

Informação: 9927-5666

O amor muda as nossas vidas



A terapia da Constelação Familiar é um psicodrama energético-espiritual que coloca em evidência a conexão profunda que temos com a nossa família, com os antepassados de varias gerações. Evidencia os vínculos que não conseguimos acessar em nossas consciências, criando padrões de comportamento que impedem o livre fluir de nossas vidas. Desta forma, é possível liberar a dor e os vínculos na sessão de psicodrama espiritual da Constelação familiar.

   Áreas de atuação:
- Em todas as questões familiares
- Problemas de vícios e atitudes compulsivas
- Sintomas e doenças psicossomáticas
- Bloqueios emocionais e traumas
- Questões de relacionamento
- Autoconhecimento, autocontrole

Data: 29 de Agosto de 2012 – Quarta-feira

Centro - Florianópolis

Informações: 9927-5666

9º ENCONTRO DE CONSTELAÇÕES FAMILIARES EM FLORIANÓPOLIS



A terapia da Constelação Familiar é um psicodrama energético-espiritual que coloca em evidência a conexão profunda que temos com a nossa família, com os antepassados de varias gerações. Evidencia os vínculos que não conseguimos acessar em nossas consciências, criando padrões de comportamento que impedem o livre fluir de nossas vidas. Desta forma, é possível liberar a dor e os vínculos na sessão de psicodrama espiritual da Constelação familiar.

Áreas de atuação:
- Em todas as questões familiares
- Problemas de vícios e atitudes compulsivas
- Sintomas e doenças psicossomáticas
- Bloqueios emocionais e traumas
- Questões de relacionamento
- Autoconhecimento, autocontrole

Data: 29 de Agosto de 2012 – Quarta-feira
Horário: 18:30 horas - Centro - Florianópolis

É necessário inscrever-se com antecedência (Dez participantes)

Informações: 9927-5666


A coragem de mudar um comportamento



Mudar de comportamento é um dos desafios mais difíceis que o ser humano enfrenta em sua existência. Todos já tentamos mudar algum hábito ou fazer algo novo e encontramos dificuldades, devido a nossa tendência de repetir as mesmas coisas, o mesmo padrão. A psicanálise diz que tendemos à repetição, mesmo do que seja desagradável, já que aquilo nos é familiar, parece mais fácil trilhar caminhos conhecidos. Mudar caminhos, mudar hábitos, podem nos trazer desconforto, pois os nossos hábitos são padrões de comportamento que o cérebro associa, e a busca de alterá-los pode demandar um grande na criação de novas redes neuronais. O cérebro tenderia a usar tal esforço para aprender coisas novas e não mudar o que já é conhecido.

Existe a nossa tendência de fazer muitas coisas sem refletir nela, como se ligássemos o "piloto automático". Para mudar o hábito, temos que assumir a direção, o que exige mais esforço, e nem sempre somos capazes de visualizar os benefícios. Como o novo pode também nos trazer insegurança, voltamos aos velhos e maus hábitos. Mas isso se aplica a não correr na esteira como havíamos determinado que na semana passada ou ao ódio pelo ex-marido, impedindo que o amor chegue a nossa vida. O que poderia ajudar nesse processo então? Ter as emoções como aliada é citada como um importante fator para conseguir mudar velhos hábitos. Encontrar meios de se motivar, pensar no que é preciso mudar e elaborar um plano para isso. Não adianta propor metas gigantescas se a meta principal o indivíduo não consegue fazer: ter consciência de que o problema “existe”! Quando li a frase de Bert Hellinger – “É mais fácil morrer do que mudar” – eu o achei radical e exagerado. Porém, com o passar dos anos e do trabalho como facilitadora, concordo com ele totalmente.

Pessoas morrem de câncer, mas não deixam o ódio pelo ex-marido abandonar o coração. Mães com filhos psicóticos não enxergam a doença nem com o diagnóstico de vários psiquiatras. Mulheres que não casam, apesar de desejarem com todo o coração um grande amor, porém fogem da possibilidade da mudança – os outros estão sempre errados. Pessoas bipolares que pulam de uma terapia para outra, achando que a próxima será “aquela” que irá lhes curar. Mulheres que vivem na depressão há anos negam a própria dor, pois mudar implica em viver sem “aquela” dor, aquele sofrimento tão conhecido. Pessoas que ao falarem de sua separação tremem como folhas ao vento, mesmo 15 anos após o divórcio, não admitem a raiva que ainda grita em seus corações. Como elas irão viver sem “aquilo”? Como diz a frase de Clarice Lispector: "Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro”.

As dificuldades em nossos relacionamentos amorosos, familiares ou profissionais, bem como dependências químicas, comportamentos autodestrutivos; depressões; problemas compulsivos, fobias, vícios e obsessões e traumas, podem estar presos em acontecimentos passados, necessitando um olhar mais amplo e inclusivo para se perceber, reconhecer e buscar a ordem perdida ou o emaranhamento para que os relacionamentos deem certo. É dessa oportunidade que trata a Constelação Familiar, desenvolvida por BERT HELLINGER, há mais de trinta anos. Para que a pessoa consiga “mudar”, deve entender que as ações dos antepassados pode influenciar a vida dela. A constelação familiar é uma técnica terapêutica que põe em evidência o profundo poder de conexão que cada pessoa tem com sua família e também com as pessoas com as quais têm vínculo profundo de amor e lealdade. O que uma geração deixa de resolver é transferido inocente e inconscientemente para as gerações seguintes, que ficam emaranhadas com estas pendências, que na realidade não são de responsabilidade da pessoa.

Existem três consciências que gerenciam os acontecimentos nos sistemas: a consciência pessoal, coletiva e espiritual. Precisamos ver essas diferentes consciências unidas umas às outras, porque todas estão a serviço de nossos relacionamentos. As pendências das gerações anteriores, as injustiças cometidas dentro ou fora do sistema familiar, por meio da violência social e política em todas as suas modalidades, podem, inconscientemente, ser compensadas nas gerações seguintes e afetar a vida de seus familiares com enfermidades inexplicáveis, depressões, suicídios, relações conflituosas, transtornos físicos psíquicos, dificuldade de estabelecer relações duradouras com parceiros, comportamento conflitante com algum membro da família etc. No entanto, o amor que adoece é o mesmo que tem a sabedoria da solução quando se torna consciente. As lealdades invisíveis emergem durante a configuração das Constelações Familiares, ao incluir as pessoas que foram excluídas, esquecidas, difamadas, injustiçadas, denegridas e não honradas no sistema, as que se foram para ceder espaço a outros e as que tiveram destinos trágicos.

Como se quebra a corrente de repetição dos erros cometidos no passado, seja por parente ou pela própria pessoa? O primeiro passo é olhar para a questão e reconhecer que forças atuam ali. Não podemos ignorar o passado. É preciso respeitá-lo. “Aquilo que respeito me liberta, aquilo que nego me aprisiona”. Quando não concordo com o passado, não posso ir adiante porque o passado está dentro de mim. Eu herdei a herança genética ou material dos meus antepassados, mas também  herdei suas experiências, boas ou más, e elas continuam atuando e influenciando meu caminho, quer eu concorde com isso ou não. Quando olho com amor e respeito para os que vieram antes, tomo tudo de bom deles e sigo em frente. Ninguém pode mudar o passado, mas podemos mudar o nosso olhar sobre ele e obter a força contida nele para seguir avante.

Temos que saber que existem ordens que regem nossos relacionamentos. O segundo passo é aprofundar o conhecimento destas ordens. E o terceiro passo é ver o que está em desordem na sua vida/família e colocar tudo nos devidos lugares dentro de você. Em termos práticos, comece por dar um bom lugar aos seus pais no seu coração (respeitá-los com suas histórias). Procure pelos excluídos (todos os que foram desonrados e que não tiveram um bom lugar) de sua família e dê a eles um bom lugar no seu coração. Observe se não está exigindo dos seus pais algo indevidamente e diga a eles de coração: “vocês me deram o suficiente, o resto faço por mim mesmo”. Verifique se há equilíbrio entre o dar e receber na sua relação de parceiros. Estes já sãos bons movimentos de cura.

PARE DE FUMAR COM APENAS UMA SESSÃO DE PSYCH-K




Na vida de cada um de nós sempre temos algo que queremos mudar ou um objetivo que queremos alcançar. Tentamos de várias maneiras e com toda nossa força, mas não atingimos o resultado desejado. Mesmo as mais recentes descobertas da ciência (psicologia, física quântica, neurologia, etc.) confirmam que força de vontade e consciência muitas vezes não são suficientes para obter sucesso. Por estas razões, Dr. Robert T. Williams em 1988, os EUA idealizou e criou Psych-K ®, uma metodologia criada para atingir as metas e mudanças rapidamente com ouso da “integração psicofísica”. Uma das peculiaridades dessa técnica é que ela permite graças ao teste muscular cinesiológico, verificar se há um conflito entre a nossa mente consciente e inconsciente que nos impede de alcançar um objetivo. Exemplo: eu gostaria de parar de fumar, mas não posso. Com Psych-K, usando um teste muscular posso determinar se há um conflito entre o meu desejo consciente de deixar de fumar e as ações que executamos de modo automático, o subconsciente. Se houver esse desequilíbrio, outro teste muscular irá determinar se ele é seguro e apropriado para a pessoa equilibrar e resolver o conflito. Finalmente, graças a exercícios especiais chamados de “equilíbrios”, podemos resolver o conflito rapidamente e precisamente. Isso vai atingir o objetivo de forma muito mais natural e espontânea, reduzindo significativamente o tempo. Parar de fumar será muito mais fácil. Não espere mais – procure a solução rápida e eficiente para parar de fumar.

BASTA APENAS UMA SESSÃO PARA QUE VOCÊ PARE DE FUMAR DEFINITIVAMENTE!!

Psych-K é utilizado diariamente por pessoas de qualquer idade, sexo e nacionalidade, por exemplo, para aumentar a autoestima, ganhar mais dinheiro, melhorar relacionamentos, traumas e superação nos esportes. É, portanto, uma abordagem inovadora, poderosa e natural que já possui mais de 20 anos de uso em todo o mundo.

SUCESSO GARANTIDO!

Psych-k funciona e pode mudar a sua vida



Na vida de cada um de nós sempre temos algo que queremos mudar ou um objetivo que queremos alcançar. Tentamos de várias maneiras e com toda nossa força, mas não atingimos o resultado desejado. Mesmo as mais recentes descobertas da ciência (psicologia, física quântica, neurologia, etc.) confirmam que força de vontade e consciência muitas vezes não são  suficientes para obter sucesso.

Por estas razões, Dr. Robert T. Williams em 1988, os EUA idealizou e criou Psych-K ®, uma metodologia criada para atingir as metas e mudanças que não sejam passíveis apenas de força de vontade. Uma das peculiaridades dessa técnica é que ela permite graças a um teste muscular cinesiológico, verificar se há um conflito entre a nossa mente consciente e inconsciente que nos impede de alcançar um objetivo. Exemplo: eu gostaria de parar de fumar, mas não posso. Com Psych-K, usando um teste muscular posso determinar se há um conflito entre o meu desejo consciente de deixar de fumar e as ações que executamos de modo automático, o subconsciente. Se houver esse desequilíbrio, outro teste muscular irá determinar se ele é seguro e apropriado para a pessoa equilibrar e resolver o conflito. Finalmente, graças a exercícios especiais chamados de “equilíbrios”, podemos resolver o conflito rapidamente e precisamente. Isso vai atingir o objetivo de forma muito mais natural e espontânea, reduzindo significativamente o tempo. Parar de fumar será muito mais fácil.

Psych-K é utilizado diariamente por pessoas de qualquer idade, sexo e nacionalidade, por exemplo, para aumentar a autoestima, ganhar mais dinheiro, melhorar relacionamentos, traumas e superação nos esportes. Nas empresas é muito usado para aumentar a receita, melhorar as comunicações e produtividade. Nos esportes competitivos Psych-K ® pode facilitar a objetivos como a melhoria do desempenho e concentração, redução do stress, etc. Exemplo: os jogadores de golfe usam Psych-K com grande sucesso. É, portanto, uma abordagem inovadora, poderosa e natural que já possui mais de 20 anos de uso em todo o mundo.

Evolução Espontânea - Bruce Lipton

A Biologia da Crença


A técnica PSYCH-K® ficou conhecida no Brasil a partir do livro A Biologia da Crença, escrito pelo biólogo norte-americano Bruce Lipton e publicado pela Editora Butterfly. Autoridade internacionalmente reconhecida no meio acadêmico por seus estudos sobre clonagem de células-tronco, ex-professor da Escola de Medicina da Universidade de Wisconsin, pesquisador da Universidade de Stanford (EUA), teve insights fundamentais sobre o controle que o ambiente exerce sobre as células a partir de suas membranas, enquanto era professor de um curso de medicina, em uma faculdade do Caribe. Seus estudos pioneiros sobre a membrana celular resultaram no surgimento de uma nova ciência, a epigenética. A nova biologia leva em consideração os conceitos da mecânica quântica e reconhece o papel de forças de energia invisíveis que formam, coletivamente, campos integrados e interdependentes que atuam nos mecanismos das células. As moléculas do corpo são controladas por frequências de energia vibracional, de forma que a luz, o som e outras energias eletromagnéticas influenciam profundamente todas as funções da vida. Entre as forças energéticas que controlam a vida estão os campos eletromagnéticos gerados pela mente. 

Após longos anos de pesquisa, Bruce Lipton deparou-se com a realidade de que não são os genes que determinam nossa vida. Na verdade, nossas crenças, ou seja, a forma como percebemos os estímulos que recebemos do ambiente é que controlam nossa biologia, ativando nossos genes. Essa nova concepção nos tira da condição de vítimas da hereditariedade. A boa notícia desta nova biologia é a consciência de que nossos genes ou nosso comportamento auto-destrutivo não são algo definitivo e imutável a que estamos irremediavelmente presos. Podemos, sim, modificar determinados padrões e reações arraigadas em nosso sistema a qualquer momento, acessando a nossa mente subconsciente, depositária de nossas crenças. Em seu livro, Lipton conta como conheceu o PSYCH-K® e o recomenda como uma técnica psicológica segura, de última geração, que utiliza a energiae permite acessar e reprogramar programas subconscientes.

Psych-k



Psych-K é uma terapia de psicologia energética que tem como objetivo reescrever o software de sua mente e transformar os resultados de sua vida. Tem sido popularmente conhecido como um processo espiritual com benefícios psicológicos. É um método direto e simples para mudar crenças autolimitantes no nível subconsciente, onde quase todos os comportamentos humanos – construtivos e destrutivos – se originam. Ele permite aumentar a comunicação cruzada entre os dois hemisférios cerebrais, atingindo um estado de cérebro integral, ideal para alterar crenças subconscientes; nesse estado, as qualidades e características dos dois hemisférios estão disponíveis para maximizar o seu potencial. Seu propósito geral é acelerar a evolução espiritual - individual e global - pelo alinhamento das crenças subconscientes com a sabedoria consciente das maiores tradições intelectuais e espirituais. 

O processo envolve técnicas simples, diretas e facilmente verificáveis. A interação mente-corpo é conseguida a partir dos testes musculares da Cinesiologia, Pnl, hipnose ericksoniana acessando-se, assim, arquivos limitadores da mente subconsciente. Utilizando técnicas de integração dos hemisférios cerebrais direito e esquerdo, obtém-se um estado de cérebro-integral, mais suscetível a efetuar mudanças rápidas e de longa duração em programas subconscientes obsoletos. O aspecto espiritual também é levado em conta em todos os processos do PSYCH-K®. Robert Williams, criador do método, afirma que é possível, através de um teste muscular, acessar a mente superconsciente da pessoa e verificar se suas metas são seguras e apropriadas.

Fonte: Psych-k.com

A Teoria da Predominância Hemisférica



Uma grande quantidade de pesquisas têm sido realizadas ao longo de décadas sobre o que foi denominada a teoria da Predominância Hemisférica. Os resultados desta pesquisa mostram que cada hemisfério do cérebro tende a se especializar e dirigir diferentes funções, administrar também diferentes tipos de informação e estar ligado a diferentes tipos de problemas.

Hemisfério ESQUERDO                                     
Usa a lógica, a razão            
Pensa utilizando palavras
Raciocina dividindo em partes, especifica
Analisa, divide ° Sintetiza, reúne 
Pensa em modo sequencial
Identifica-se como indivíduo
É ordeiro, controlado 

Hemisfério DIREITO
Usa as emoções, as intuições, criatividade
Pensa utilizando imagens
Pensa na totalidade, relaciona
Sintetiza, reúne
Pensa em modo simultâneo, holístico
Identifica-se como grupo
É espontâneo, livre

Embora seja nosso direito de nascença ter a habilidade natural de usar simultaneamente ambos os lados do cérebro, as experiências da vida muitas vezes fazem emergir uma parte dominante, tendo em conta situações específicas. Quanto mais a experiência (geralmente traumática) for carregada do ponto de vista emocional, mais facilmente será armazenada para ser usada como referência e mais facilmente nos identificaremos de modo automático com apenas um hemisfério do cérebro quando depararmos com experiências de vida semelhantes no futuro. 

Fonte: Psych-k.com

Dr. Bruce Lipton: ciência e espiritualidade



Dr. BRUCE LIPTON, biólogo celular, renomado cientista norte-americano e professor universitário, lecionou na Escola de Medicina da Universidade de Wisconsin, desenvolveu pesquisas na universidade de Stanford e seus estudos pioneiros sobre a membrana celular foram os precursores de uma nova ciência, a EPIGENÉTICA, da qual se tornou fundador e um dos seus maiores especialistas. Lipton colocou em cheque os próprios conhecimentos com o objetivo de “enxergar” um pouco além do que apontavam os mais tradicionais estudos da física e da biologia. O resultado de tal iniciativa resultou no extraordinário livro A BIOLOGIA DA CRENÇA, best-seller nos Estados Unidos, editado no Brasil pela Butterfly Editora. Utilizando sólidas bases científicas a obra estabelece um link entre a biomedicina do passado e a essência da cura energética do futuro. A crença de que somos meras e frágeis máquinas controladas por genes está sendo gradualmente substituída pela consciência de que somos os próprios geradores e administradores de nossa vida e do mundo que nos cerca. As células têm vontade própria e um propósito de vida. Procuram ambientes que sejam adequados à sua sobrevivência e evitam os que possam ser tóxicos e hostis. Por aproximadamente 2,75 bilhões de anos, a Terra foi habitada por seres unicelulares, mas as vantagens evolucionárias de viver em comunidade fizeram com que as colônias se transformassem em organizações de milhões, bilhões e até trilhões de células. Essa exigência evolucionária é reflexo da necessidade biológica de sobrevivência. Quanto mais consciência um organismo tem do ambiente que o cerca, melhores são suas chances de sobreviver. Quando as células se agrupam, aumenta exponencialmente sua consciência do meio. Aproximadamente 96% das pessoas nascem com uma carga genética capaz de lhes proporcionar uma vida muito feliz e saudável. Somente 2 a 4% das doenças são estritamente genéticas (relacionadas a um único gene), as demais são resultado de complexas interações entre genes múltiplos e fatores ambientais. 

No século 17, René Descartes negou o conceito de que a mente tenha influência sobre o corpo - a medicina tradicional, baseada em um universo de matéria puramente física e em conceitos Newtonianos, concordava com a teoria de Descartes sobre a divisão mente/corpo. A realidade de um universo quântico retoma conceitos que Descartes refutou - sim, a mente (energia) emana do corpo físico exatamente como ele pensava. A nova compreensão da mecânica do universo, porém, mostra como o corpo físico pode ser afetado pela mente não material. Pensamentos, que são a energia da mente, influenciam diretamente a maneira como o cérebro físico controla a fisiologia do corpo. Quando se trata de habilidade de processamento neurológico, a mente subconsciente é milhões de vezes mais forte que a mente consciente. Se os desejos da mente consciente entrarem em conflito com os programas subconscientes, qual lado você acredita que vencerá? À medida que nosso cérebro vai aprendendo e incorporando informações no nosso “banco de dados”, vamos desenvolvendo nossas crenças e são as crenças que controlam nossa biologia. É nossa a decisão de escolher usar ou não uma “lente” que vê o mundo colorido, belo e harmônico, e é esta visão que vai atrair nossa “realidade”.

Fonte: A BIOLOGIA DA CRENÇA

Nossas vidas são controladas pelos genes?



A percepção de que nossas vidas são controladas por nossos genes é fundamental para nossa civilização. Este dogma é ensinado desde o nível mais elementar da educação de uma criança. A mensagem "os genes controlam a vida" é repetida continuamente desde o ensino primário até a pós-graduação na escola médica. O público em geral tem sido condicionado a acreditar que o corpo humano representa um robô geneticamente controlado. Para apoiar esta crença, atribuímos as nossas capacidades e as nossas deficiências à herança dos nossos códigos genéticos. Os genes aparentemente controlam os traços da vida de um indivíduo, e uma vez que não tivemos escolha dos genes que nos foram fornecidos no momento da concepção, podemos considerar-nos vítimas da hereditariedade. Temos sido programados para aceitar que somos subservientes ao poder dos nossos genes para criarmos a experiência de nossas vidas. O mundo está cheio de pessoas que estão constante mente com medo que algum dia os seus genes possam se voltar contra eles. Milhões de pessoas que percebem seus genes como bombas-relógio, esperando por um câncer ou alguma outra doença como uma ameaça catastrófica que possa explodir a qualquer momento em suas vidas. Pais com um comportamento desregrado podem provocar um "desequilíbrio químico" no cérebro da criança. O dogma atual científico insiste que somos beneficiários de um download de códigos genéticos e aparentemente incapazes de mudá-los. Por conseguinte, encontramo-nos não apenas na posição de vítimas da hereditariedade, mas também impotentes no que diz respeito à nossa capacidade de "reprogramar" o nosso destino. 

Ao assumir o papel de vítimas impotentes, podemos legitimamente negar a responsabilidade por nossa saúde, tanto física como mental. Infelizmente, isso resulta na negação de uma enorme quantidade de sofrimento humano e de doenças. A boa notícia é que, na verdade, não somos vítimas de nossos genes. Avanços surpreendentes na física e biologia celular recentemente derrubaram os fundamentos filosóficos da biomedicina convencional. Uma nova e radical compreensão emergente na vanguarda da ciência da célula reconhece que o meio ambiente e, mais especificamente, nossa percepção do ambiente, controla diretamente o nosso comportamento e a atividade dos nossos genes. As nossas "percepções" exatas ou imprecisas; e me refiro a elas mais apropriadamente como crenças. Crenças controlam nossa biologia, não os nossos genes. Os novos avanços na física e biologia nos trazem um futuro de esperança e autodeterminação. 

Bruce H. Lipton, Ph.D. - Biólogo celular

Psych-k: a paz que falta na sua vida!



Você, como muitas pessoas, tem se esforçado para se tornar uma pessoa melhor ao longo dos anos. Mas, quando se trata de realizar seus objetivos na vida, às vezes podes te sentir como o teu pior inimigo em vez de seu melhor amigo. Esse conflito interno pode fazer com que a pessoa não tenha uma vida cheia de alegria, felicidade e paz. A maioria das pessoas responde a este conflito interno, dobrando seus esforços para superar a resistência que sente interiormente. Mas, às vezes tentar duramente não é a resposta. A história a seguir ilustra o ponto.Estou sentado em uma sala silenciosa de um hotel, um lugar tranqüilo rodeado de pinheiros, distante uma hora de Toronto. Era meio-dia, final de julho, e eu estava ouvindo os sons de uma desesperada luta entre a vida e a morte, acontecendo a poucos metros de distância. Há uma pequena mosca queimava as suas ultimas energias tentando voar para fora da sala, tentava inutilmente voar através do vidro da vidraça. É triste contar a comovente história da estratégia da mosca: ela insiste, mas não funciona, pois os seus desesperados esforços não oferecem nenhuma esperança para a sua sobrevivência. Ironicamente, a luta é parte da armadilha. É impossível para a mosca, mesmo tentando duramente, conseguir ter sucesso, ou seja, quebrar o vidro. No entanto, esse pequeno inseto apostou sua vida para alcançar seu objetivo através da determinação de um esforço errado. Esta mosca esta condenada. Ele vai morrer lá no peitoril da janela. Do outro lado da sala, há dez passos a porta está aberta. Dez segundos de tempo de vôo e esta pequena criatura poderia alcançar o mundo exterior que tanto procura. Com apenas um pequeno esforço que agora está sendo desperdiçado, poderia estar livre desta armadilha que ela mesma criou. A possibilidade da descoberta está lá. Seria tão fácil. Por que não tentar voar com uma outra abordagem, algo radicalmente diferente? Como é que fico tão obstinado com a idéia de que este específico trajeto me oferece a melhor oportunidade para o sucesso? Que lógica há em continuar até a morte buscando uma solução para o meu problema? Sem dúvida, esta abordagem faz sentido. Mas, lamentavelmente, é uma idéia que vai matá-la. Tentando a coisa mais difícil não é necessariamente a solução mais eficaz. Esta visão não oferece qualquer promessa real de conseguir o que se quer da vida. Às vezes, na verdade, é uma grande parte do problema. Se você aposta todas as suas esperanças numa única tentativa, você pode matar as suas chances de sucesso. Como diz o ditado, "Se você continuar fazendo o que você está fazendo, você vai continuar obtendo o que você está recebendo." Existe uma maneira melhor de encontrar a paz que falta em sua vida, do que aumentar os seus esforços e continuar tentando sem êxito. É disto que trata este livro.
 Fonte: http://psych-k.com/

Ajudando crianças difíceis

1. O amor que sabe

A idéia de que devem e podem assumir algo pelos pais ou ancestrais faz parte do pano de fundo que causa dificuldades aos filhos. Isso leva a problemasintermináveis para eles. E de certa forma também para os pais. Para entendermos isso é necessário que saibamos algo sobre a diferença entre as diversas consciências.

2. A boa e a má consciência

Nós sentimos a nossa consciência como boa e má consciência, como inocência e culpa. Muitos pensam que isso teria a ver com o bom e o mau. Contudo, não é assim. Isso tem a ver com o vínculo à família e com a separação dela. Cada um de nós sabe, intuitivamente, com a ajuda de sua consciência, o que deve fazer para fazer parte dela. Uma criança sabe, intuitivamente, o que deve fazer para pertencer à família. Caso se comportar de maneira correspondente ela tem uma boa consciência. Uma boa consciência significa então: eu sinto que tenho o direito de pertencer. Se uma criança se desvia disso ou se nós nos desviamos disso, temos medo de perder o pertencimento. Sentimos esse medo como uma má consciência. Uma má consciência significa, portanto: tenho medo de ter colocado em jogo o meu direito de pertencer.

Sentimos a boa e a má consciência de formas diferentes em diferentes grupos. Até as sentimos de forma diferente, conforme cada pessoa. Por isso temos, por exemplo, em relação ao pai uma consciência diferente da que temos em relação à mãe e na profissão uma outra consciência diferente da que temos em casa. Portanto, a consciência muda continuamente porque temos de grupo a grupo e de pessoa a pessoa uma outra percepção, pois de grupo a grupo e de pessoa a pessoa o que devemos fazer ou deixar de fazer é algo diferente, para podermos pertencer. Com a ajuda da consciência também diferenciamos aqueles que nos pertencem daqueles que não nos pertencem. Na medida em que a consciência nos vincula à nossa família, ela nos separa de outros grupos ou pessoas e exige de nós que nos separemos deles. Por isso, devido à nossa consciência temos freqüentemente sentimentos de rejeição e até de inimizade em relação a outras pessoas e a outros grupos. Essa rejeição tem a ver com a necessidade do pertencimento e tem pouco ou quase nada a ver com o bom e o mau. Portanto, essa consciência é uma consciência que sentimos. Com a ajuda dessa consciência, diferenciamos entre o bom e o mau, mas sempre apenas em relação a um determinado grupo.

3. O emaranhamento

Contudo, existe ainda uma outra consciência oculta, uma consciência arcaica, uma consciência coletiva. Essa consciência segue outras leis diferentes daquelas ditadas pela consciência que sentimos. É a consciência do grupo. Essa consciência vela para que numa família todos se submetam a determinadas ordens que são importantes para a sua sobrevivência e união. Em primeiro lugar, o que faz parte dessas ordens, é que cada um que pertence tem o mesmo direito de pertencer. Contudo, sob a influência da consciência que sentimos, algumas vezes excluímos algumas pessoas da família. Por exemplo, aqueles que pensamos que são maus, também aqueles dos quais temos medo. Nós os excluímos porque pensamos que sejam perigosos para nós. Contudo, através dessa outra consciência oculta, aquilo que fazemos de boa consciência, seguindo a consciência que sentimos, será condenado. Pois esta outra consciência não tolera que alguém seja excluído. Entretanto, se isso acontecer, alguém será posteriormente condenado, sob a influência dessa consciência oculta, a imitar e representar um excluído em sua vida, sem que tenha consciência disso. Denomino essa ligação inconsciente com uma pessoa excluída de “emaranhamento”. Por isso, podemos entender que muitos filhos, os quais pensamos que estão se comportando de forma estranha ou estariam em perigo de se suicidar, ou se tornam drogaditos ou não importa o que seja, estão conectados com uma pessoa excluída. Estão emaranhados com essa pessoa. Por isso só podemos ajudá-los se eles e outras pessoas na família tiverem em seu campo de visão essa pessoa excluída, colocando-a novamente na família e no próprio coração. Depois disso, os filhos estarão liberados do emaranhamento. Para ajudar esse tipo de filhos, outros membros familiares que até então ignoraram essas pessoas precisam finalmente olhar para elas. E aqueles com os quais estavam zangadas ou rejeitaram precisam se dedicar a elas com amor e acolhê-las novamente na família. Esse é o pano de fundo para muitas dificuldades que as crianças têm, e também a preocupação que algumas vezes seus pais têm por elas.

4. O amor cego

Contudo, existe para essa consciência oculta ainda uma outra lei. Essa lei também traz dificuldades às crianças. Essa lei exige que aqueles que pertenceram antes à família, tenham precedência em relação àqueles que vieram mais tarde. Portanto, existe entre os membros anteriores e os posteriores uma hierarquia. Essa hierarquia precisa ser obedecida. Contudo, muitas crianças tomam a liberdade de assumir algo pelos pais para ajudá-los. Com isso transgridem a hierarquia. Então a criança diz para a mãe ou pra o pai, sob a influência dessa consciência, frases internas, tais como: ”Eu assumo isso por você.” “Eu expio por você.” “Vou adoecer em seu lugar.” “Vou morrer em seu lugar.” Tudo isso acontece por amor, mas por um amor cego. Esse amor cego leva às drogas ou ao perigo de vida e comportamentos agressivos. Entretanto, estes tipos de comportamento e esses perigos têm a ver com a tentativa de assumir algo pelos pais. Essa ordem é violada e ferida dessa forma.

5. A ordem

Quando ficamos sabendo dessa ordem, podemos restabelecê-la novamente. Isso significa, por exemplo: os pais assumem as conseqüências de seu próprio comportamento, de seu próprio emaranhamento e os carregam sozinhos. Então a criança estará livre. Ela não precisa assumir nada daquilo que é da alçada dos outros. Contudo, a transgressão da ordem de origem é castigada duramente por essa consciência oculta. Toda criança que tenta assumir algo pelos pais ou por outros que vieram antes dela, fracassa. Nenhuma tentativa de assumir algo pelos pais tem sucesso. Está sempre fadada ao fracasso e, na verdade, para todos os envolvidos. Nós precisamos saber disso. Por isso, ajudamos as crianças a se soltarem dessa intromissão. Ao invés de olhar para as crianças, olhamos primeiro para os pais e deixamos que eles mesmos resolvam os problemas. Se os pais resolverem isso, os filhos se sentem livres. Eles ficam novamente tranquilos e se sentem acolhidos. Portanto, estas são duas leis básicas que devemos ter no nosso campo de visão e estar em acordo interno quando se quer ajudar crianças difíceis.

Física Quântica e Constelações Familiares



Quando explico o que é uma constelação familiar e como é o uso da técnica, percebo que existe uma grande dificuldade das pessoas entenderem como se dá esse processo. Por ser muito recente a introdução das constelações no Brasil e por ser, também, completamente diferente dos padrões convencionais de técnicas psicoterápicas, a dificuldade maior existe por falta do conhecimento de determinados princípios fundamentais da Física Quântica que embasam os fenômenos energéticos. A constelação ocorre dentro de um campo de energia (campo quântico) que se forma com a participação de um grupo de pessoas que entram em sintonia com a energia do sistema familiar daquele que vem em busca de soluções para as suas dores pessoais. É preciso lembrar que dentro de um sistema familiar existem pessoas vivas e outras que já morreram. Para entrar em sintonia não é preciso fazer nada, a não ser estar ali presente e perceber as sensações que ocorrem no seu corpo, como também as emoções que poderá sentir em determinado momento. É importante deixar a razão de lado e conectar-se tão somente às sensações e emoções.
• O primeiro ponto a ser compreendido e aceito é o fato de que a nossa mente não está localizada no cérebro, portanto, ela é “não local” (princípio quântico da não-localidade dos elétrons como ondas), portanto, a mente é energia e os pensamentos são ondas emitidas que circulam pela atmosfera. Como uma onda de rádio, de televisão ou de celular pode ser captada a distância, assim também é possível captar os pensamentos, sentimentos e dores emocionais daqueles que fazem parte de um determinado sistema familiar. Por sinal, a Parapsicologia já provou a telepatia há muito tempo. Só que nas constelações, vamos além da telepatia, dado que acessamos não só os pensamentos, mas também as dores físicas, emocionais e espirituais do sistema como um todo, incluindo os antepassados, não importando a quantas gerações haja se formado um nó energético que enredou aqueles que vieram depois e que foram atraídos por vibrarem na mesma freqüência das ondas eletromagnéticas trans geracionais.
• O segundo ponto a ser compreendido é que nós não somos apenas este corpo físico visível com o qual nos identificamos. Como todas as coisas que existem na Natureza, somos constituídos de energia. A parte visível é a energia condensada que os nossos olhos vêem e que podemos sentir através do tato. Nosso corpo físico é tridimensional o que, naturalmente, nos leva à compreensão de que os olhos enxergam tudo que está na terceira dimensão. Entretanto, a maior parte do que somos é invisível aos olhos porque é energia sutil, não condensada, e está em todas as dimensões simultaneamente. Portanto, além do corpo físico temos um campo bio-eletromagnético que permeia e contorna o físico e que é invisível aos olhos comuns. Esse campo energético é conhecido pelo nome de “aura”. Desde a antiguidade que os povos do oriente têm conhecimento da “aura” e encontramos esse conhecimento registrado em muitos livros por diversos autores. Pessoas que possuíam o dom de ver além do físico, as chamadas clarividentes, relataram suas observações que mais tarde foram comprovadas através de aparelhos de radiestesia, pela foto Kirlian ou bio-eletrografia e hoje, com aparelhagem mais sofisticada, pode ser vista e analisada em tempo real através da tela de computadores preparados para tal. Portanto, não há mais como duvidar da existência da energia que constitui a maior parte do ser humano. (Nota: Trabalhei durante 15 anos com a bio-eletrografia, analisando as chamadas fotos kirlian. No entanto, acompanhando o avanço tecnológico dentro desse campo, não pude deixar de mudar para o bio-sensor quântico que mostra, não só a aura, como também os sete chacras principais, ao vivo e a cores, na tela do computador - é fantástico!).
• O terceiro princípio da Física Quântica, que é primordial  e deve ser considerado nas constelações, é a questão do tempo, ou seja, o presente, o passado e o futuro estão ocorrendo simultaneamente no aqui/agora. Sei que essa questão é muito difícil de ser interpretada pelo fato de que sempre consideramos o tempo linearmente, ou melhor, sempre pensamos que o tempo pode ser representado por uma linha reta horizontal onde o passado fica a esquerda, o presente é um ponto central e o futuro fica a direita. Essa ideia está tão fortemente enraizada que dificulta a mudança de parâmetros quando lidamos com o passado, principalmente um passado distante, trazendo-o para o aqui e agora no presente, com o intuito de apaziguar a alma daqueles que foram injustiçados, daqueles que morreram com mágoas no coração, daqueles que levaram culpa em suas almas, daqueles que foram excluídos do seio familiar, que morreram nas guerras sangrentas, que foram abandonados, traídos, não amados, abortados, acidentados cuja vida foi ceifada prematuramente, etc...
A meu ver, o que a constelação familiar faz de mais espetacular, e que até agora não vi nem ouvi nenhum colega da área comentar, mesmo  em todos os cursos que já freqüentei com especialistas consteladores, e que vejo constantemente acontecer, é a cura das almas dos antepassados, aliás, de muitas almas, além da cura das feridas emocionais daquele cliente que trás a questão a ser trabalhada e, ainda mais, com o efeito dominó que essa cura tem em todos os membros do sistema familiar atual. Esse efeito dominó também atinge aqueles que vêm depois, ou seja, as futuras gerações. Portanto, as constelações, quando feitas com amorosidade, não só mostram para o cliente onde aquele determinado nó teve início, como mostra que não podemos absolutamente julgar ninguém, muito menos aqueles que tiveram destinos pesados. E isso cura a alma do cliente quando ele entende que por um amor cego, inconsciente, a alma dele resolveu assumir algumas dificuldades que eram de alguém que foi excluído do seu sistema familiar tendo causado um desequilíbrio e uma grande dor na alma da família; portanto, por uma causa maior, para que se restabeleça o equilíbrio rompido, a alma dele (cliente) se entregou em sacrifício.
A partir daí eu o esclareço que seu sacrifício inconsciente não foi suficiente para estabilizar ou repor a ordem dentro do sistema, mas que é possível conscientemente fazer isso agora, desde que o passado, o presente e o futuro estão acontecendo neste instante. Então, no devido momento, os excluídos são novamente incluídos no seio familiar, as reconciliações são feitas, os antepassados são honrados, e todo o sistema vai se acertando, novamente, com a participação do representante do cliente que, na verdade, representa a alma dele. Todas as dores vão desaparecendo, cada um vai encontrando o seu devido lugar, a consciência se modifica dando lugar a uma ordem do amor. É nítida a transformação que ocorre em cada um, principalmente no cliente que, no final, entra no lugar onde estava o seu representante. E dali ele tem a visão de todo o sistema rearranjado. Sente-se leve e feliz.

Vera Bassoi

Transtorno Bipolar na visão da constelação familiar



O transtorno Bipolar é um transtorno caracterizado por dois ou mais episódios de alteração do humor onde o nível de atividade do sujeito está profundamente perturbado, sendo que este distúrbio consiste em algumas ocasiões de uma elevação patológica do humor e aumento da energia e da atividade (hipomania ou mania) e em outras, de um rebaixamento patológico do humor e de redução da energia e da atividade (depressão). 

Para Bert Hellinger o  distúrbio bipolar é uma doença sistêmica ou seja, encontra-se no campo familiar do paciente. O bipolar identifica-se com alguma caso muito grave de assassinato,morte, tragédia acontecidos em sua família. A questão é que o Bipolar identifica-se  tanto com a vítima  quanto com o agressor. Adota os sentimentos tanto do inocente como do agressor e ambos ficam conectados em seu ser. Apesar das duas consciências estarem conectadas não significa que elas estão conciliadas. É daí que surge o conflito, e  este conflito fica "vibrando" com duas consciências opostas, que não são suas. Então passam a ser 3 consciência em uma única pessoa. 

É difícil uma pessoa suportar essas  consciências, e quem chega a esse limite, podemos considerar "trifásico". São os casos mais graves de bipolaridades. Num dos polos ou das fases há uma tendência ao suicida, que as constelações podem auxiliar, desde que o cliente se entregue e queira se curar.

Fonte: claudiane tavares

8º WORKSHOP DE CONSTELAÇÕES FAMILIARES EM FLORIANÓPOLIS



A terapia da Constelação Familiar Sistêmica traz à luz o que está oculto nos relacionamentos familiares e interpessoais. Este método coloca em evidência a conexão profunda que temos com a nossa família, com os antepassados de varias gerações. Evidencia os vínculos cegos de amor e lealdade que nos unem inconscientemente impedindo o livre fluir de nossa vida. 

Os participantes terão a oportunidade de entrar em contato com as formas distorcidas que o amor tomou em seus sistemas familiares. Desta forma, é possível ver e sentir o que estava oculto e desordenado, tanto em acontecimentos que ocorreram no passado, como em dinâmicas atuais restabelecendo o fluxo do amor, onde  havia deixado de fluir. É uma nova e surpreendente técnica terapêutica de abordagem sistêmica criada e desenvolvida pelo psicoterapeuta alemão Bert Hellinger.

Data: 26 de Julho de 2012 – Quinta-feira
Horário: 18:30 horas - Centro - Florianópolis

É necessário inscrever-se com antecedência (Somente 10 participantes)
Informações e inscrições com a facilitadora Tania Rocha
Preço - R$ 200,00 (participantes) e R$ 50,00 (observadores)

Celular: 9927-5666  - E

mail: taniarocha@hotmail.it