A terapia que olha com amor a árvore genealógica, removendo os bloqueios transgeracionais na família.
8° Encontro de Constelação das Famílias Kuhnen Nienkötter e Schreiber Rocha
8° Encontro de Constelação das
Famílias Kuhnen Nienkötter e
Schreiber Rocha
Schreiber Rocha
Data: 27 de agosto de 2013
Horário: 18:30
Local: Apto de Tania Rocha
(Somente para familiares)
Informações: 48-9927-5666
Marcadores:
alma,
amor,
Bert,
campo,
constelação,
constelacoes,
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crenças,
emoçao,
espiritual,
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wworkshop
O aborto e sistema familiar
A
questão do aborto é sempre controversa. As posições vão desde "o
útero é meu e eu decido" ou "o aborto é assassinato".
Muitas mulheres pensam que com o aborto da criança, o problema foi
resolvido. Mas quando trabalhamos a família sistemicamente,
observamos no entanto, uma outra realidade. Quando damos pela
primeira vez a oportunidade ao bebê de ser representado na família
da qual foi excluído totalmente, o bebê abortado nos faz ver a
situação de uma perspectiva diferente. Olhamos a dor do bebê e o desequilíbrio do sistema familiar.
Quando
um casal de namorados faz um aborto, a relação do casal terminou.
Mesmo que eles se casem, não existe mais a força que os mantenha
juntos, unidos como casal. As consequências de um aborto são sempre
particularmente fortes, tanto para as mulheres quanto para os homens.
De acordo com Bert Hellinger, o primeiro efeito é que o
relacionamento do casal é fadado ao fracasso. Com o aborto o casal
"rejeita" a criança, mas também o parceiro. A interrupção
da gravidez é percebida pela nossa consciência interna como um
delito ou um crime. Mesmo influenciados por argumentos e
justificativas, nossa alma permanece independente - violamos a lei do
pertencimento. Percebemos que, mesmo os melhores argumentos não
servem se não forem aceitos pela alma. Se o aborto foi imposto por
um dos parceiros, a culpa será atribuída a ele e será difícil conviver com um peso tão grande. É bom que todos assumam sua
parcela de responsabilidade na morte de um bebê. Um outro aspecto a
ser observado é que os parceiros são punidos e as mulheres
geralmente desenvolvem uma doença, mesmo que a sua consciência
possa ser totalmente a favor do aborto.
Um
bebê abortado é parte do sistema e vai pertencer àquela família
para sempre. Ninguém pode excluir com a morte e esquecer de um
membro da família. A fim de preservar o equilíbrio do sistema e
manter sua sobrevivência e a de seus membros, existe uma ordem no
sistema familiar que é fixa e estruturada, chamada por Bert
Hellinger, de "Ordens do Amor e da Vida". A estrutura familiar arcaica é tão poderosa que dirige os destinos
das pessoas e influencia de forma decisiva a vida de todos os
componentes. No sistema familiar aplica-se um sentido de ordem e
equilíbrio, a consciência do clã, portanto, qualquer mal feito a
um predecessor deve ser compensado por um sucessor. Esta consciência
se encarrega dos excluídos e esquecidos por nossas almas e não vai
desistir até que seja restaurada a dignidade ao excluído, dando um
lugar a ele em nossos corações.
O
direito igual de pertencer
A
primeira e fundamental forma de amor, diz: "Todos aqueles que
pertencem à família têm o mesmo direito de pertencer." Assim
se um membro da família é excluído ou desprezado provoca desordem
e seus membros terão que conviver com as respectivas conseqüências.
Enquanto uma pessoa é "excluída ou esquecida, o sistema atua
como uma pressão a um sucessor, para que de alguma forma ele defenda
os direitos identificados com ele, e, por vezes, imitando o seu
destino. Quaisquer que sejam as
justificativas que sempre são dadas a este ato, a alma do assassino,
e aqui, especialmente na mãe terá consequências de longo alcance.
Mas estas consequências também atingirão a alma dos outros membros
da família. Outra forma de exclusão é quando uma criança é
voluntariamente doada ou adotada ou quando uma criança nascida de um
outro relacionamento é escondida e, portanto, excluída. Isto
aplica-se, da mesma forma, para os bebês abortados em segredo, as
crianças esquecidas, as crianças que nasceram mortas ou morreram
prematuramente, mas também para abortos espontâneos e mortes de
crianças já no ventre de mãe.
As
consequências da exclusão
Na
família, onde existe "a exclusão de um membro da família, há
um movimento que pretende ir e recuperar o componente excluído ou
esquecido de lhe dar o lugar devido. Até isso acontecer, o excluído
é representado por outro membro da família. Este membro se sente
excluído. Ele toma sobre si os sentimentos e sintomas do componente
excluído e, eventualmente, o seu destino. Na constelação familiar,
isso é chamado enredamento. O enredado é escolhido para esta tarefa
por forças sistêmicas além de nossas concepções de culpa e
inocência. O emaranhamento tem como objetivo restaurar a ordem,
reunir o que está separado e unindo todos do sistema. Mas a mãe
também sofre graves consequências do seu ato, com depressão e
tentativas de suicídio.
A
solução
As consequências de um aborto persistem por toda
a vida, pois fetos abortados fazem parte do sistema. Reconhecer a
criança como parte de seu sistema e dar-lhe um lugar em seu coração
é uma boa solução para a alma. Ao aceitar a culpa e
responsabilidade a dor vai desaparecer pouco a pouco. Mas essa
vivência deve ser vivida no campo, com a força da mãe e do pai que
geraram a vida e do bebê que a perdeu. A dor deve ser chorada e a
conexão perdida restabelecida para que os irmãos nascidos não
mais carreguem a dor do morto. Dessa forma, muitos irmãos que
desenvolveram psicoses se sentirão aliviados. Nada escapa ao campo sistêmico a dor e o amor vivenciados profundamente pelos envolvidos
libertará o irmão doente e até mesmo com tendencias homicidas.
26° Grupo de Constelação Familiar em Florianópolis
26° Grupo de Constelação Familiar em Florianópolis
A Terapia da reconciliação familiar
Data: Quinta-feira - 08 de agosto de 2013
Horário: a partir das 15 horas
Centro – Florianópolis
Reservas: 48-9927 5666
21° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR EM FLORIANÓPOLIS
21° GRUPO DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR
EM FLORIANÓPOLIS
A TERAPIA DA RECONCILIAÇÃO FAMILIAR
DATA: Quinta feira - 11 DE JUlhO DE 2013
HORÁRIO: 17 HORAS
CENTRO – FLORIANÓPOLIS
RESERVAS: 48-9927-5666
HTTP://PSYCH-KCONSTELACAO.BLOGSPOT.COM.BR/
20° Grupo de Constelação Familiar em Florianópolis
20° Grupo de Constelação Familiar em Florianópolis
A Terapia da reconciliação familiar
Data: Quinta-feira 04 de julho de 2013
Horário: 17 horas
Centro – Florianópolis
Telefone para reservas: 48-9927-5666
Teste de auto analise de Constelações Familiares

Leia
as afirmações abaixo e responda com SIM ou NÃO.
1
– Você ainda se lembra do primeiro amor na sua vida com saudades.
2
– No seu primeiro relacionamento, a separação ocorreu de forma
tumultuada, com feridas para ambos.
3
– Você faz mais pelo parceiro(a) do que recebe dele(a).
4
– Você sente muito medo de ser abandonado(a) e ficar só.
5
– Você exige que seu parceiro(a) mude seu comportamento, quer
reeducá-lo.
6
– Você sente que não é visto pelo parceiro(a) na relação.
7
– Você não consegue entender o parceiro(a) e ver como ele(a) é.
8
– Você não aceita que o relacionamento anterior do parceiro(a)
como tendo sido importante a ele.
9
– Quando um relacionamento termina, você sente como se a vida
tivesse acabado, até pensa em morrer.
10
– Você tem muita dificuldade em aceitar a família do seu
parceiro(a).
11 – Você sente mágoa e rejeição pelos próprios pais.
12 – Você interfere no casamento e no relacionamento dos seus pais.
13 - Você se vê com comportamento similar ao seu pai, mãe, avós ou
até tios.
Todos
os “sim” indicam emaranhamentos sistêmicos, que com a Terapia de
Constelações Familiares pode-se identificar e liberar, para que a
pessoa viva plenamente e desligue o piloto automático, reagindo à
vida ao invés de viver a vida conduzida cegamente pelo sistema
familiar.
Agende a sua consulta: Terapeuta Tania Rocha 048-99275666
Felicidade: a importância do estado de presença mental
Nascemos,
vivemos e morremos. Basicamente, a vida é isso que acontece entre o
nascimento e a morte. Mas será que vivemos mesmo a vida? Nascemos
dentro de uma família, de um sistema e contexto. Acredito que
escolhemos a família na qual vamos nascer e a que sistema vamos
pertencer. Então nascemos e fazemos parte daquele sistema. Quando
pensamos em sistema, pensamos em um grupo de coisas, pessoas ou
energias que se influenciam mutuamente. Tudo que faz parte de um
sistema pertence a ele, influencia todo sistema e é influenciado por
todo sistema. Isso inclui o sistema familiar. O
sistema familiar é como um rio, que vai levando em sua água tudo
que passou por ela, influenciando tudo e todos que se banham nesse
rio, cada um que entra nesse rio, tudo que já fez e que ainda faz
parte dele. Tudo que entra nesse rio é levado por ele para sempre.
Por isso, mesmo que algo ou alguém seja excluído, aquela energia
continua sendo levada e influenciando, só que nos casos de exclusão
isso se torna mais problemático.
O fato é que somos tão influenciados por esse sistema, que muitas vezes vivemos o sistema e não apenas o nosso “eu”. Em outras palavras, às vezes o sistema vive através de nós e especialmente para lembrar daqueles que foram excluídos ou que viveram qualquer tipo de situação difícil, na tentativa inconsciente de reincluí-los acabamos fazendo escolhas semelhantes às deles e com isso nos desviamos dos nossos propósitos e da nossa essência. Isso acontece também porque a vida acontece em três diferentes níveis: o nível do “eu”, o nível da “alma” ou da “consciência herdada” (que tem a ver com o nosso sistema familiar e todos os nossos ancestrais) e o nível do “espírito” ou da “vida” (onde se incluem a espiritualidade e todas as forças da natureza). Vivemos ao mesmo tempo esses três níveis e podemos escolher de acordo com os três. Como carregamos nossos ancestrais dentro de nós, pois estamos todos no mesmo rio e porque estão todos em nosso mapa astrológico e em nosso DNA, muitas das nossas escolhas são feitas justamente nesse segundo nível, o nível da consciência herdada. Escolhemos de acordo com aquilo que mais se ajusta ao nosso sistema, seja pela tentativa de fazer parte dele ou pela tentativa de reincluir quem foi excluído.
Quando
escolhemos tentando reincluir um antepassado (e claro que isso
acontece em um nível inconsciente) podemos reviver o que ele viveu,
para que ele seja lembrado ou porque por amor estamos carregando por
ele. Muitas das nossas escolhas são feitas assim, mesmo sem nos
darmos conta disso. Com isso, escolhemos muitas coisas em desacordo
com o nosso “eu” e sofremos com as consequências disso. Também
escolhemos para pertencer e nesse caso também repetimos as escolhas
do sistema. Por exemplo, em um sistema no qual muitas pessoas foram
infelizes no amor ou muitas pessoas ficaram gravemente doentes, uma
pessoa pode inconscientemente pensar que quando ela é feliz no amor
ou é saudável
com
isso está vivendo um destino diferente e com isso não está
pertencendo, como se isso fosse uma traição ao seu sistema de
origem. Claro que tudo isso acontece em um nível muito inconsciente
e justamente porque vivemos em uma espécie de transe, que na verdade
pertence ao nosso sistema. É assim que a maioria das pessoas vive a
vida hoje em dia. Seja pela forte conexão que sempre existe com o
sistema seja pela forma como se vive a vida hoje em dia, muita gente
vive como que no piloto automático, reagindo à vida ao invés de
viver a vida e escolhendo pelo sistema ao invés de escolher por si
mesmas. E isso gera boa parte dos nossos problemas. No fundo é como
se muitas vezes estivéssemos assistindo a vida ao invés de viver a
vida. E a maior parte das pessoas nem se dá conta disso.
Viver
de verdade é estar presente na própria vida. Estar presente é
estar consciente e centrado no “eu” com a consciência do “todo”.
É viver integrado nos três níveis, mas consciente do que o “eu”
quer e precisa. É viver consciente de que podemos escolher diferente
do nosso sistema e ainda assim pertencer, porque na verdade quando
vivemos verdadeiramente a vida é que estamos honrando o nosso
sistema. Como carregamos todo nosso sistema dentro de nós, nossos
ancestrais continuam vivendo através de nós e quanto mais
felicidade, amor, saúde e realização nós tivermos, mais estamos
honrando nosso sistema, nossos ancestrais e a vida que recebemos
deles. Aliás, honrar quem veio antes é honrar a própria vida, é
dizer sim para quem somos e nesse sentido quanto mais aceitarmos
nossas origens, melhor, porque assim podemos receber tudo que vem de
bom deles. E vale lembrar que só estamos aqui, vivos, porque
nascemos deste pai e desta mãe, que por sua vez nasceram dos nossos
avós, que nasceram dos nossos bisavós e assim por diante. Por isso,
ao contrário do que inconsciente pensamos e fazemos, é vivendo bem
que estamos honrando e fazendo com que o sistema continue vivo.
Repetir
padrões negativos e histórias difíceis não resolvem os problemas
antigos, apenas cria novos problemas. O que podemos fazer é olhar
para os ancestrais e para nossos pais com carinho (mesmo quando não
concordamos com eles) gratos porque nos deram a vida e lembrar de
quem veio antes permitindo que continuem vivos em nosso coração. E
devemos mesmo ser gratos, porque só estamos aqui porque eles
existiram e porque através deles a vida chegou até nós. Essa
gratidão também abre as portas para a presença e a fluidez da
vida. Podemos também seguir nossa vida e nosso próprio destino,
conscientes de que isso não desrespeita quem veio antes na medida em
que temos por eles carinho e respeito. Mas só conseguimos fazer tudo
isso se estamos em estado de presença. Estar em estado de presença
é estar fora do transe, é estar consciente de onde viemos e de quem
somos. É estar conscientes a partir do coração sobre o melhor
caminho a seguir, o melhor caminho para o “eu”, para a “alma”
e para o “espírito”.
Thomas
Bryson e Ursula Franke Bryson definem presença em seu livro Trauma,
Transe e Transformação:
o poder da presença na prática.“Presença
é o contexto estável e abrangente além da interpretação pessoal
limitada da realidade, que considera apenas os termos de ser bom ou
mau para a segurança pessoal e o auto interesse limitado de curto
prazo. Presença é a chave para libertar-se da limitação ao
pensamento conceitual apenas e o retorno ao estado de possibilidade –
à criatividade, por meio da qual tudo pode acontecer, e não
simplesmente a interminável repetição do que aconteceu e foi
pensado antes. E a Presença oferece a força necessária para
enfrentar as coisas difíceis que têm limitado o nosso acesso à paz
e à liberdade aqui e agora”.
E eles ainda apresentam os principais aspectos da presença:
Presença
oferece segurança em face ao medo.
A
presença é essencial para a conexão com nós mesmos, a vida e os
outros.
Em
um mundo de mudança contínua, presença proporciona estabilidade e
contexto.
Presença
é a chave para o verdadeiro fortalecimento pessoal.
Presença
traz uma perspectiva terapêutica por meio de distância.
Presença
permite um retorno à possibilidade.
Presença
dá contexto para o desenvolvimento a longo prazo.
Isso tudo significa que apenas quando estamos em presença estamos em verdadeira segurança, estamos em contato com nós mesmos, com os outros e com a vida e só assim, portanto, fazemos boas escolhas e nos relacionamos bem. Mas por que é tão difícil estar presente? É difícil, entre outros motivos, porque quando ficamos presentes somos obrigados a aceitar a vida com ela é e dizer sim para tudo que se passou e isso pode nos assustar. Quando percebemos as escolhas que já fizemos em transe podemos ter um choque, porque podemos nos dar conta de como escolhemos até aqui. É difícil porque dá esse medo de escolher e de fazer diferente. Mas é justamente isso que temos que fazer. E também fazemos isso pelo nosso sistema, pois a partir do momento em que incluímos novas informações nesse sistema, estamos contribuindo com o equilíbrio e a paz de todos que já pertenceram, que pertencem e que pertencerão ao sistema. Estamos vivendo pelo sistema, trazendo vida para todos que fazem parte dele. E estamos então vivendo de verdade, presentes na própria vida, dizendo sim para a própria vida. Quando conseguimos fazer isso, quando conseguimos ficar presente na própria vida, nossas escolhas são mais apropriadas à nossa própria essência e as coisas fluem muito melhor. Temos força, coragem, segurança, tranquilidade e calma. Sabemos para onde devemos ir. Sabemos exatamente o que devemos fazer. A vida ganha qualidade e tudo que fazemos em estado de presença é muito melhor. Os resultados são diferentes. Somos capazes de conquistar o mundo, de realizar nossos sonhos, de cumprir o propósito da nossa alma.
Quando
estamos presentes também conseguimos nos relacionar, porque uma
conexão verdadeira com alguém só é possível em estado de
presença. Isso potencializa os vínculos que temos com o outro e
melhora a qualidade de qualquer relação. Viver em estado de
presença, escolher e viver presente só tem ganhos. E o mundo
precisa saber logo disso, porque o que mais vemos hoje em dia é
gente vivendo no piloto automático, escolhendo o que é socialmente
ou sistemicamente mais aceitável e isso só gera infelicidade. Basta
olhar em volta e perceber o quanto tantas pessoas escolhem de forma
semelhante porque aquilo é socialmente mais esperado e aceito. Basta
olhar e ver como tanta gente hoje em dia é infeliz, vivendo a vida
com frustrações porque poderia ter feito diferente, poderia ter
outro trabalho, outro companheiro, outras opções que escaparam
porque não eram a melhor opção para o sistema ou para a sociedade.
Basta olhar em volta e ver a quantidade de pessoas que só conseguem
viver a vida feliz com a ajuda de medicamentos, de antidepressivos e
ansiolíticos tão consumidos hoje em dia. A própria sociedade
favorece esse tipo de vida hoje em dia, porque estamos sempre
correndo, porque precisamos ser práticos, bem sucedidos. Temos que
seguir um padrão, além do padrão familiar o padrão social. Há
muito preconceito, há pressa, falta de tempo. Não estamos mais em
contato direto e verdadeiro com as pessoas, com a natureza, com nós
mesmos. Mas felizmente muita gente também vive em presença e
felizmente também sempre é tempo de mudar.
O
céu está favorecendo isso e de certa forma até dando um belo
empurrão, porque está nos acordando, está dizendo que ou vivemos
ou quando nos dermos conta, a vida passou e desperdiçamos esse bem
tão precioso que é a nossa própria vida. A vida é, na verdade,
uma oportunidade, um presente que apenas tem significado quando
vivida significativamente. Viver a vida no piloto automático vai
além do estar em transe, é viver como um zumbi, alguém que vai
reagindo e “vivendo” sem refletir, sem escolher, sem fazer
diferente e sem fazer diferença. Só pode fazer diferença na vida,
viver com significado e deixar um legado quem vive em estado de
presença. Quem está vivo de verdade, vivendo a vida com plenitude e
presença. Vamos acordar porque só podemos receber o melhor da vida
quando estamos acordados, despertos, vivos! E a felicidade e a
fluidez que vêm daí, só quem está vivo e presente pode sentir!
Esteja presente e seja bem vindo à sua própria vida!
Autora:
Titi Vidal
Agende a sua consulta - 48-9927-5666
Os Recursos na Terapia de Constelações Familiares
A
terapia de Constelações Familiares oferece vários recursos no
tratamento das limitações, identificações e emaranhamentos
sistêmicos. O recurso mais conhecido é o do psicodrama
morfogenético que acontece nas sessões de grupo. Muitas pessoas
pensam que a Terapia de Constelações Familiares se resume ao
recurso do grupo. Mas nós facilitadores do processo sistêmico
utilizamos na terapia outros recursos transformadores nas sessões
individuais.
Genograma
Iniciamos
a terapia com o trabalho do Genograma, onde estudamos com o cliente a
sua família de origem (pai, mãe, abortos naturais ou provocados,
irmãos, crianças adotadas, avós, bisavós tios, tios-avós,
tataravós, vivos ou mortos). Utilizando o recurso do Genograma,
analisamos detalhadamente também a sua família atual (noivo(a),
ex-noivo(a), marido\esposa ou ex quando divorciados, abortos naturais
ou provocados, filhos naturais ou adotivos, amantes, etc). Com o uso
deste recurso, identificamos vários emaranhamentos, identificações,
familiares excluídos ou desprezados e os segredos de família.
Figura
Humana (representante)
Outro
recurso que utilizo muito é da figura humana afixado na parede do meu
consultório. É uma figura com contornos humanos, podendo
representar homem ou mulher e a utilizo como representação de um
familiar que o cliente necessita trabalhar, como por exemplo,
reconciliando-se com o ex-marido, aceitando a filha rebelde ou
liberando pesos que carrega por um antepassado.
Genograma
com Figuras
Usa-se
também bonequinhos masculinos, femininos e crianças para encontrar
identificações e emaranhamentos do sistema familiar. É um ótimo
recurso para conseguirmos identificar sérios problemas na hierarquia
familiar, quando um filho(a) se posiciona substituindo um genitor,
encontrar excluídos, abortos, etc.
Constelação
Interior
Um
dos recursos mais utilizados nos tratamentos sistêmicos é a
Constelação Interior. É realizado com o cliente relaxado e sentado
no divã, com uma suave musica ao fundo, enquanto em meditação
profunda, segue as orientações do terapeuta. O recurso é a
visualização de uma constelação guiada que proporciona emoções profundas, liberando dores, aceitando destinos que negava ou
carregava e reconciliando-se com familiares que tanto ama.
Recursos
de Solo
São
recursos utilizando folhas formato A4 ou semelhantes com números,
nomes, etc, propiciando ao cliente a oportunidade de “colocar-se na
frente” de algumas pessoas, subir nas referidas folhas e “sentir”
o que determinada pessoa sente, e o mais importante – colocar-se na
posição do “outro” e sentir o que sente.
Terapia
de Grupo
Um
grupo de pessoas se encontra e o cliente pode participar trazendo um
tema pessoal para ser trabalhado (Constelar) ou apenas assistir ao
workshop estando disponível para representar em alguma constelação.
Neste grupo os clientes que representam os familiares do cliente que
coloca o tema “sentem, pensam e reagem” como as pessoas que estão
representando. É uma terapia de alto impacto, pois a pessoa que
coloca seu tema, se mantém sentada e observando o desenrolar do
psicodrama. É de grande impacto emocional ver o representante do seu
pai que já morreu falar algo que só você poderia saber ou a
representante da sua tataravó chorar desesperada a morte de um filho
pequeno e você desconhecia o fato (confirmado pela mãe após a
terapia). Participar de sessões de Constelações de Grupo auxilia
muito na liberação de dinâmicas familiares complexas e sofridas. O
objetivo da Constelação Familiar é identificar
de forma consciente o que está acontecendo com o sistema familiar,
podendo assim resolver os conflitos a partir da escolha interna de
cada um.
Indicações:
Conflitos
familiares (pais, filhos, irmãos, tios, avôs).
Conflitos
entre casais.
Dificuldade
em lidar com perdas de parentes, pessoas queridas ou o parceiros.
Dificuldade
em relacionar-se de uma forma geral.
Dificuldade
em comunicar-se.
Problemas
de saúde (dores crônicas, diabetes, tumores, enxaquecas).
Problemas psicológicos
(esquizofrenia, bipolaridade, psicoses, alcoolismo, vício de drogas
e jogo.
Conflitos
entre sócios, funcionários e clientes.
Problemas
financeiros.
Gostaria
de enfatizar que uma terapia sistêmica pode auxiliar muito o cliente
quando vivenciada em sua totalidade. Não basta usar apenas um
recurso da terapia pensando que está usando tudo o que necessita do
percurso sistêmico. Um verdadeiro percurso sistêmico é feito de
sessões individuais, utilizando todos os seus recursos e a
participação nos grupos. É fundamental que o cliente faça sessões
individuais após constelar um tema no grupo, pois muitas vezes não
conseguiu entender todo o processo, interpretou erroneamente alguma
posição no processo do psicodrama. Tudo é esclarecido com o
terapeuta, dando continuidade aos processos vividos no grupo.
Constelações
Organizacionais
Hellinger
também desenvolveu a Constelação Organizacional, ou seja,
realizamos o tratamento com recursos da terapia sistêmica para
conflitos e limitações empresariais e profissionais. Com o uso de
várias técnicas e recursos, os problemas de um departamento numa
empresa, um chefe que não consegue trabalhar com a sua equipe ou as
dificuldades de um indivíduo para obter reconhecimento ou sucesso
profissional são analisados e liberados.
Muitas
vezes, organizações ou empresas deparam-se com diversos problemas:
a empresa não se desenvolve, os clientes desaparecem, não se
conseguem inovar os produtos, os funcionários estão em permanente
conflito, a fusão de duas empresas não deixa o negócio
desenvolver-se, os funcionários despedem-se sem razão aparente,
etc. Uma análise racional pode fornecer pistas e partes do problema,
mas nunca a visão geral. As Constelações Organizacionais criam o
elo perdido. O êxito deste método em empresas como a
Daimler-Chrysler,
IBM ou BMW contribuiu
para um crescente interesse desta metodologia em toda a Europa.
Os
recentes desenvolvimentos nesta área têm levado à descoberta de
novas formas de análise de como as organizações evoluem e se
desenvolvem com sucesso.
Através
da utilização das constelações organizacionais, é possível
descobrir dinâmicas ocultas nas organizações e empresas. Isto é
feito de
uma forma simples e
direta, sendo reconhecida por todos os que trabalham nessa
organização. Problemas complexos como a estrutura organizacional, a
liderança ou o reconhecimento apropriado e genuíno dos
funcionários, podem ter soluções muito simples. Empresários,
gestores e consultores estão se tornando cada vez mais satisfeitos
com as soluções encontradas, sempre que são utilizadas as
constelações organizacionais e o pensamento
sistêmico.
Os
grandes recursos da técnica Psych-k
Eu
utilizo também muitos recursos da terapia americana de reprogramação
psico-física do cliente ou do campo morfogenético de sua família.
A
hipótese dos campos morfogenéticos foi formulada por Rupert
Sheldrake. Os campos morfogenéticos são a memória coletiva a qual
recorre cada membro da espécie e para a qual cada um deles
contribui.
O campos morfogenéticos são campos de forma; padrões ou estruturas
de ordem. Estes campos organizam não só os campos de organismos
vivos mas também de cristais e moléculas. Estes campos são os que
ordenam a natureza. Os
campos morfogenéticos ou campos mórficos são campos que levam
informações, não energia, e são utilizáveis através do espaço
e do tempo sem perda alguma de intensidade depois tido sido criado.
Campos mórficos são laços afetivos entre pessoas, grupos de
animais – como bandos de pássaros, cães, gatos, peixes – e
entre pessoas e animais. Não é uma coisa fisiológica, mas afetiva.
São afinidades que surgem entre os animais e as pessoas com quem
eles convivem. Essas afinidades é que são responsáveis pela
comunicação.
O
Dr. Bruce Lipton, biólogo celular americano, reconhecido a nível
mundial e professor universitário, fez a diferença com suas
pesquisas no campo da genética, ou mais propriamente, da
epigenética. A
epigenética é a nova ciência que estudo aquilo que influencia e
controla os genes. Segundo o Dr. Bruce Lipton "A epigenética
abalou os alicerces da biologia e da medicina no seu núcleo, porque
revela que não somos vítimas, mas mestres dos nossos genes". Lipton expôs ao mundo como, de fato, os genes não controlam a
nossa vida e expressão. Nós, com a nossa percepção e sentimento,
controlamos as expressões dos genes. Tal como afirma "Portanto,
se os genes não controlam a vida... o que é que controla? A
resposta é: Nós! Isto é revolucionário. O poder da mudança está
dentro de nós!"
Tania Rocha
Facilitadora Psych-k e Constelações Familiares
17° Grupo de Constelação Familiar em Florianópolis
17° Grupo de Constelação Familiar em Florianópolis
A Terapia da reconciliação familiar
Data: 15 de junho de 2013
Horário: 14 horas
Centro – Florianópolis
Reservas: 48-9927 5666
TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A SUA FAMÍLIA
ANAMNESE SISTÊMICA (Método Hellinger)
Para iniciar um percurso terapêutico sistêmico, devemos reconhecer os emaranhados e identificações que o cliente mantém inconscientemente com o seu grupo familiar. Para conhecer quem são as pessoas que estão em forte "ressonância" com o cliente, devemos fazer as seguintes perguntas relacionadas ao seu sistema familiar:
1) Perguntas sobre o sistema original (refere-se ao sistema no qual o cliente cresceu desde o seu nascimento). Quem pertence a esse sistema? Do ponto de vista sistêmico pertencem não só os pais e irmãos biológicos, mas todas as pessoas que foram importantes na infância do paciente e ainda são atualmente. Por exemplo seus avós, e irmãs ou irmãos de seus pais. Naturalmente pertencem ainda pais adotivos, ou padrastos e seus filhos, (meio-irmãos e meia-irmãs). Também pertencem ao sistema os ex parceiros dos pais (cônjuges/noivos) e filhos dessas relações e parceiros extraconjugais, filhos em questão ou abortos. Às vezes também pertencem ao sistema não-membros da família/clã, quando algum membro da família lhe deve sua vida (médicos, motoristas ou profissionais de salvamento). Qualquer que sejam esses participantes do sistema, não importa se já estavam mortos quando o paciente nasceu nessa família:
- Pais biológicos
- Pais adotivos
- Pais de criação
- Posição do paciente na ordem cronológica entre os irmãos
- Abortos (importante identificar: natimortos, abortos espontâneos, abortos provocados)
- Amores anteriores, que esperavam casar (noivos e noivas)
- Parceiros anteriores ou posteriores dos pais, e também noivos
- Filhos desses relacionamentos (meio-irmãos), ou meio-irmãos trazidos para o casamento
- Irmãos dos pais, quando seus destinos se apresentam em membros posteriores
- Avós maternos
- Avós paternos
- Eventualmente bisavós e tataravós
2) Perguntas sobre o sistema atual. (A família que a pessoa criou). Quem pertence a esse sistema?
- Companheiros casados ou não
- Os próprios filhos
- Os antigos parceiros e seus filhos, principalmente se foram trazidos para a família atual
- Parentes dos companheiros não pertencem ao sistema atual.
- Amantes
- Amantes
O sistema atual tem preferência sobre o sistema de origem. Mas os emaranhamentos não resolvidos do sistema de origem podem ser vividos no sistema atual e podem que ser resolvidos no sistema de origem.
3) Que acontecimentos importantes ocorreram no sistema de origem? Perguntas sobre acontecimentos essenciais (traumáticos) que foram marcantes para o sistema familiar:
- Morte da mãe durante o nascimento de um irmão (irmã)
- Morte prematura de algum irmão (irmã)
- Morte prematura de um dos pais
- Natimortos
- Suicídios de parentes anteriores/posteriores
- Morte de algum parente por assassinato, acidente ou doença grave
- Separação dos pais
- Relacionamento extraconjugal de um dos pais, principalmente quando há filhos
- ilegítimos ou aborto.
- Abuso sexual, principalmente por familiares
- Incesto
- Violência sexual
- Alcoolismo de um membro da família nuclear
- Membro da família com doença psíquica (psicoses, esquizofrenias, depressão profunda, anorexia, bulimia, síndrome de pânico
- Acidentes graves e tendência para sofre-los
- Ruínas financeiras e falências ou fracassos profissionais frequentes na família
- Tendência para delinquência ou comportamentos criminosos (exemplo, vicio de jogo, trapaças ou desvio de dinheiro; grandes endividamentos);
- Doenças graves como o câncer, diabetes, tuberculose, alergias, asma brônquica, neurodermites, etc
- Traumas de guerra
- Emaranhamentos ligados ao sistema de domínio nazista, que levaram outros à morte ou punição, por exemplo, prisão em campos de concentração
- Vítima do sistema nazista, por exemplo no Holocausto
- Opção por uma vida celibatária, sacerdote ou freira, se foi expiada uma injustiça;
- A homossexualidade masculina ou feminina pode ser indício de emaranhamentos.
4) Que membros da família foram ou estão sendo excluídos? Tratam-se de pessoas que apesar de pertencerem ao sistema, não foram honradas (a pessoa excluída pode já estar morta), por exemplo tiveram negado o luto, tiveram negada a sua existência ou foram desconsideradas. Filhos negados pelo pai, irmãos desconsiderados, pai desconhecido (mãe manteve relação sexual e continuou casada, gerando um filho desta pessoa)
5) Lidando com segredos de família. Os segredos de família têm dois aspectos:
a) Por um lado escondem vínculos de lealdade entre os membros do sistema e geram confusão. É importante se:
- algo não é dito, é mantido em segredo? (ex: quem é o pai de uma criança)
- algo é negado? (ex: participação na morte de judeus)
- algo é distorcido? (ex: perpetrador tido como vítima)
- As crianças precisam saber quem são seus pais biológicos.
- Uma morte na família tem que ser esclarecida, para que os membros posteriores sejam libertados do impulso inconsciente de vingança ou expiação, o que traria nova tragédia.
b) Por outro lado, os segredos de família têm uma função estabilizadora que torna possível a sobrevivência dos seus membros. O terapeuta tem que avaliar muito bem, o quanto é possível avançar na direção do esclarecimento de um segredo. Nessa categoria de segredos eu incluo:
- Situações passada na família que levaram o cliente ou algum membro significativo à psicose/esquizofrenia. Essas situações passadas já podem ter se manifestado em gerações anteriores.
- Abuso sexual. Nessas situações pode-se conseguir uma solução, sem necessariamente nominar o fato.
- Situações passadas intimas dos pais do cliente, cujo conhecimento o incomodaria, o tornaria arrogante, trazendo-lhe uma condição de desamor. Nesse caso o terapeuta tem que proteger a esfera de intimidade dos pais. Se ainda assim o cliente for impelido para essa esfera, deve ser conduzido a uma prática espiritual de liberação.
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