A terapia que olha com amor a árvore genealógica, removendo os bloqueios transgeracionais na família.
O aborto e o sistema familiar
Um
bebê abortado faz parte do sistema de uma família e fará parte para sempre,
mesmo que a mãe tenha escondido a morte dessa criança. Na prática da terapia de
Constelações Familiares se constatou que é necessário equilibrar o sistema e
garantir a sua sobrevivência e a de seus membros. Para que isso ocorra, todas
as ordens do sistema de família existentes devem ser respeitadas. Essas
estruturas fixas são chamadas por Bert Hellinger, de "Ordens do Amor e
Vida". Essa ordem provém da estrutura familiar arcaica e é tão poderosa
que dirige e determina os destinos e influencia de forma decisiva a vida de
todos os membros.
No
sistema familiar existe um sentido de ordem e equilíbrio, chamado a consciência
do clã, portanto, qualquer sofrimento feito a um antepassado deve ser
compensado por um descendente. Esta consciência se encarrega de equilibrar o
sistema, exigindo a inclusão no grupo dos membros excluídos e esquecidos pelas
nossas almas. A consciência do clã não desiste até que seja restaurada a ordem
no campo energético familiar e a dignidade do excluído em nossos corações.
Como
exemplo podemos citar a psicose, a esquizofrenia ou a bipolaridade. Um bebê
abortado é um membro excluído da família e a consciência do clã buscará a
compensação desse assassinato. Quando existe na família um membro psicótico, observa-se
sempre na Constelação que houve um aborto ou um assassinato na linhagem dos
ancestrais da família do pai ou da mãe. Sempre encontramos um agressor e sempre
existe a vítima. O irmão do bebê abortado pode desenvolver psicose, apresentando
os sintomas de ambos os papéis alternadamente – mostrando que a paz não foi
selada nas gerações anteriores. O distúrbio pode passar de geração em geração.
Nos grupos de constelação “o agressor” e a “vítima” demonstram desagrado com a
vingança desejada por ambas as famílias. Mas os descendentes do bebê abortado
não encontrarão paz enquanto sua alma não for incluída e respeitada. A solução
e o alívio acontecem quando a vítima e o agressor são respeitados e, dessa
forma, liberando as famílias do peso da vingança. Equilibrando o campo com amor
e respeito à vida humana!
Referências: Hellinger, Bert “O amor do espírito” Editora Atman
A Homossexualidade na visão de Bert Hellinger
Na maioria dos casos a
homossexualidade se origina de um emaranhado sistêmico e não de uma pré-disposição
genética. Alguma pessoa da família precisa representar uma mulher porque não
existe nenhuma mulher à disposição. Então há uma falta de orientação sexual. É
por isso que o homossexual costuma demorar a se identificar até perante ele
mesmo. Existem os casos em que alguém da família se identificou com uma pessoa
excluída, que foi difamada. Isso pode acontecer quando a pessoa se identifica
com um antepassado do sexo oposto e mais velho que foi afastado da família. Também
acontece de um filho homem não consiga escapar da esfera da influência da mãe e
das mulheres e não possa ir para a esfera de influência do pai. Quando a mãe
exclui o pai, por exemplo, e ata o filho exclusivamente a si (existem mulheres
que querem um filho, mas não um marido). Quando essa criança é um menino, às
vezes tem a tendência a tornar-se homossexual.
A homossexualidade não costuma
ser reversível quando se trata de homens. É mais provável ser reversível quando
se trata de mulheres. Nos casais homossexuais existe um amor pessoal muito
profundo. Devemos respeitar. Quando um homossexual reconhece o seu destino pode
aceitar a homossexualidade com dignidade e assumi-la. Mesmo reconhecendo que é
um destino difícil, assumindo esse destino, homens e mulheres recebem uma força
especial.
O câncer na constelação familiar
Com
pacientes de câncer, muitas vezes podemos ver que querem morrer. Dizem que
querem lutar contra o cancro, mas profundamente, bem no íntimo, eles querem
morrer. Uma dinâmica muito comum que vi com mulheres, foi que elas estavam em
guerra com as mães. Consequentemente, em geral, se eu tivesse que fazer uma
constelação com uma mulher que tivesse câncer no seio, eu a colocaria em frente
à sua mãe. Recentemente, nós tivemos uma constelação onde fizemos isso. A
mulher que tinha câncer ajoelhou-se na frente da sua mãe, e a mãe não a viu.
Passou pela sua filha e olhou mais para frente, olhou para o chão. Numa
constelação familiar, se alguém olhar para o chão, quer dizer que está olhando
para uma pessoa morta. Assim eu selecionei um representante e deixei-o
colocar-se por trás da filha, em frente da mãe. Ele fechou as mãos com força.
Então eu perguntei à mulher doente: "O que aconteceu na família?" Ela
disse que o irmão da sua mãe tinha assassinado a sua amante. Da constelação
poderíamos concluir que a sua mãe soube disso e certamente o tinha consentido. Agora
o que acontece no íntimo de uma pessoa como aquela? Sente-se culpada, e sabe,
dentro do seu coração, ela também ganhou com a morte. Mas então, a filha diz no
seu coração, "Eu morro no teu lugar." Por isso é que desenvolveu o
câncer. Este era o segredo profundo da sua doença.
Mas
voltando ao exemplo das mulheres e das suas mães. Muito frequentemente eu faço
um exercício muito simples. Digo-lhes que devem ajoelhar-se na frente da sua
mãe e curvar-se até o chão em respeito para com elas. Muitas mulheres que têm
câncer no seio não conseguem fazer isto. Há uma resistência tão forte para
honrar a própria mãe que se torna evidente, que é mais fácil morrer do que
honrar a mãe. Naturalmente, você não pode dizer que cada mulher que tem câncer
no seio tem dificuldades com a sua mãe. Isto é errado. Mas há muitos casos onde
eu vi isso. Cito outro exemplo. Uma vez fiz um seminário somente para pacientes
de câncer, e trabalhei com uma mulher que não se concentrou e eu tive de parar
a constelação. Em consequência, ficou zangada comigo, mas muito frequentemente,
quando eu paro uma constelação, é uma intervenção terapêutica. No dia seguinte,
ela estava completamente mudada e disse que tinha algo a relatar. Ela tinha
recordado que, imediatamente depois de ter sido operada ao seio, quando estava
justamente acordando da anestesia, a sua filha lhe disse, "Mãe, ouvi duas
crianças chorando lá na nossa casa." Ela tinha trazido duas bonecas e
colocou-as no ombro da sua mãe dizendo, "Eu te trago estas duas
crianças." A mulher soube imediatamente quem elas eram. Tinha abortado
duas crianças. Então nós pudemos fazer a sua constelação. Agora ela podia olhar
estas crianças e dar-lhes um lugar no seu coração. Alguns anos mais tarde, encontrei
ela outra vez e disse-me, "Estou me sentindo muito bem."
Bert Hellinger
10º ENCONTRO DE CONSTELAÇÕES FAMILIARES EM FLORIANÓPOLIS
A terapia da Constelação Familiar é
um psicodrama energético-espiritual que coloca em evidência a conexão profunda
que temos com a nossa família, com os antepassados de varias
gerações. Evidencia os vínculos que não conseguimos acessar em nossas
consciências, criando padrões de comportamento que impedem o livre fluir de
nossas vidas. Desta forma, é possível liberar a dor e os vínculos na sessão de
psicodrama espiritual da Constelação familiar.
Áreas de atuação:
- Em todas as questões familiares
- Problemas de vícios e atitudes compulsivas
- Sintomas e doenças psicossomáticas
- Bloqueios emocionais e traumas
- Questões de relacionamento
- Autoconhecimento, autocontrole
Data: 26 setembro de 2012
– Quarta-feira
Horário: 18:30 horas - Centro - Florianópolis
É
necessário inscrever-se com antecedência (Dez participantes)
Informações:
9927-5666
Workshop - Os movimentos de amor interrompidos
Curando o relacionamento primordial de nossas vidas: o amor
entre mãe e filho
Liberar a interrupção no fluxo de amor que se origina na relação
mãe e filho. Na fase adulta, a dor dessa interrupção torna a aflorar, repercutindo
nas relações afetivas, e poderá levar a pessoa a continuar trocando de parceiro
(a), sempre em busca do amor primordial. Ao se aproximar de um novo parceiro
(a), surge o antigo medo inconsciente de perder a mãe, levando ao fracasso da
relação. Através das constelações, é possível restabelecer o fluxo do amor
interrompido, trazendo a cura e a liberdade.
Libertando o ex – companheiro (a)
Meditação
e exercícios para a liberação do ex- companheiro (a). Quando ainda alimentamos
a raiva, dor ou mágoa, estamos ligados à pessoa e, com isso, temos a vida
totalmente bloqueada. Não conseguiremos construir uma nova relação feliz
mantendo esse padrão energético. Não estaremos livres para encontrar um novo
amor se estamos bloqueados na raiva e na dor.
Entrega de material
didático para praticar em casa.
(exercícios e meditações liberatórias)
Local: Florianópolis
Dia 20 de Setembro
– 19 horas
Informação:
9927-5666
O amor muda as nossas vidas
A terapia da Constelação Familiar é um psicodrama energético-espiritual que coloca em evidência a conexão profunda que temos com a nossa família, com os antepassados de varias gerações. Evidencia os vínculos que não conseguimos acessar em nossas consciências, criando padrões de comportamento que impedem o livre fluir de nossas vidas. Desta forma, é possível liberar a dor e os vínculos na sessão de psicodrama espiritual da Constelação familiar.
Áreas de atuação:
- Em todas as questões familiares
- Problemas de vícios e atitudes compulsivas
- Sintomas e doenças psicossomáticas
- Bloqueios emocionais e traumas
- Questões de relacionamento
- Autoconhecimento, autocontrole
Data: 29 de Agosto de 2012 – Quarta-feira
Centro - Florianópolis
Informações: 9927-5666
9º ENCONTRO DE CONSTELAÇÕES FAMILIARES EM FLORIANÓPOLIS
A terapia da Constelação Familiar é
um psicodrama energético-espiritual que coloca em evidência a conexão profunda
que temos com a nossa família, com os antepassados de varias
gerações. Evidencia os vínculos que não conseguimos acessar em nossas
consciências, criando padrões de comportamento que impedem o livre fluir de
nossas vidas. Desta forma, é possível liberar a dor e os vínculos na sessão de
psicodrama espiritual da Constelação familiar.
Áreas de atuação:
- Em todas as questões familiares
- Problemas de vícios e atitudes compulsivas
- Sintomas e doenças psicossomáticas
- Bloqueios emocionais e traumas
- Questões de relacionamento
- Autoconhecimento, autocontrole
Data: 29 de Agosto de 2012
– Quarta-feira
Horário: 18:30 horas - Centro - Florianópolis
É
necessário inscrever-se com antecedência (Dez participantes)
Informações:
9927-5666
A coragem de mudar um comportamento
Mudar
de comportamento é um dos desafios mais difíceis que o ser humano enfrenta em
sua existência. Todos já tentamos mudar algum hábito ou fazer algo novo e
encontramos dificuldades, devido a nossa tendência de repetir as mesmas coisas,
o mesmo padrão. A psicanálise diz que tendemos à repetição, mesmo do que seja
desagradável, já que aquilo nos é familiar, parece mais fácil trilhar caminhos conhecidos.
Mudar caminhos, mudar hábitos, podem nos trazer desconforto, pois os nossos
hábitos são padrões de comportamento que o cérebro associa, e a busca de
alterá-los pode demandar um grande na criação de novas redes neuronais. O
cérebro tenderia a usar tal esforço para aprender coisas novas e não mudar o
que já é conhecido.
Existe
a nossa tendência de fazer muitas coisas sem refletir nela, como se ligássemos
o "piloto automático". Para mudar o hábito, temos que assumir a
direção, o que exige mais esforço, e nem sempre somos capazes de visualizar os
benefícios. Como o novo pode também nos trazer insegurança, voltamos aos velhos
e maus hábitos. Mas isso se aplica a não correr na esteira como havíamos
determinado que na semana passada ou ao ódio pelo ex-marido, impedindo que o
amor chegue a nossa vida. O que poderia ajudar nesse processo então? Ter as
emoções como aliada é citada como um importante fator para conseguir mudar
velhos hábitos. Encontrar meios de se motivar, pensar no que é preciso mudar e
elaborar um plano para isso. Não adianta propor metas gigantescas se a meta
principal o indivíduo não consegue fazer: ter consciência de que o problema “existe”!
Quando li a frase de Bert Hellinger – “É mais fácil morrer do que mudar” – eu o
achei radical e exagerado. Porém, com o passar dos anos e do trabalho como
facilitadora, concordo com ele totalmente.
Pessoas
morrem de câncer, mas não deixam o ódio pelo ex-marido abandonar o coração. Mães
com filhos psicóticos não enxergam a doença nem com o diagnóstico de vários
psiquiatras. Mulheres que não casam, apesar de desejarem com todo o coração um
grande amor, porém fogem da possibilidade da mudança – os outros estão sempre errados.
Pessoas bipolares que pulam de uma terapia para outra, achando que a próxima
será “aquela” que irá lhes curar. Mulheres que vivem na depressão há anos negam
a própria dor, pois mudar implica em viver sem “aquela” dor, aquele sofrimento
tão conhecido. Pessoas que ao falarem de sua separação tremem como folhas ao
vento, mesmo 15 anos após o divórcio, não admitem a raiva que ainda grita em seus corações. Como elas irão
viver sem “aquilo”? Como diz a frase de Clarice Lispector: "Até cortar os
próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta
nosso edifício inteiro”.
As
dificuldades em nossos relacionamentos amorosos, familiares ou profissionais,
bem como dependências químicas, comportamentos autodestrutivos; depressões;
problemas compulsivos, fobias, vícios e obsessões e traumas, podem estar presos
em acontecimentos passados, necessitando um olhar mais amplo e inclusivo para
se perceber, reconhecer e buscar a ordem perdida ou o emaranhamento para que os
relacionamentos deem certo. É dessa oportunidade que trata a Constelação
Familiar, desenvolvida por BERT HELLINGER, há mais de trinta anos. Para
que a pessoa consiga “mudar”, deve entender que as ações dos antepassados pode
influenciar a vida dela. A constelação familiar é uma técnica terapêutica que
põe em evidência o profundo poder de conexão que cada pessoa tem com sua
família e também com as pessoas com as quais têm vínculo profundo de amor e
lealdade. O que uma geração deixa de resolver é transferido inocente e
inconscientemente para as gerações seguintes, que ficam emaranhadas com estas
pendências, que na realidade não são de responsabilidade da pessoa.
Existem
três consciências que gerenciam os acontecimentos nos sistemas: a consciência
pessoal, coletiva e espiritual. Precisamos ver essas diferentes consciências
unidas umas às outras, porque todas estão a serviço de nossos relacionamentos. As
pendências das gerações anteriores, as injustiças cometidas dentro ou fora do
sistema familiar, por meio da violência social e política em todas as suas
modalidades, podem, inconscientemente, ser compensadas nas gerações seguintes e
afetar a vida de seus familiares com enfermidades inexplicáveis, depressões,
suicídios, relações conflituosas, transtornos físicos psíquicos, dificuldade
de estabelecer relações duradouras com parceiros, comportamento conflitante com
algum membro da família etc. No entanto, o amor que adoece é o mesmo que tem a
sabedoria da solução quando se torna consciente. As lealdades invisíveis
emergem durante a configuração das Constelações Familiares, ao incluir as
pessoas que foram excluídas, esquecidas, difamadas, injustiçadas, denegridas e
não honradas no sistema, as que se foram para ceder espaço a outros e as que
tiveram destinos trágicos.
Como
se quebra a corrente de repetição dos erros cometidos no passado, seja por parente
ou pela própria pessoa? O primeiro passo é olhar para a questão e reconhecer
que forças atuam ali. Não podemos ignorar o passado. É preciso respeitá-lo.
“Aquilo que respeito me liberta, aquilo que nego me aprisiona”. Quando não
concordo com o passado, não posso ir adiante porque o passado está dentro de
mim. Eu herdei a herança genética ou material dos meus antepassados, mas também
herdei suas experiências, boas ou más, e
elas continuam atuando e influenciando meu caminho, quer eu concorde com isso
ou não. Quando olho com amor e respeito para os que vieram antes, tomo tudo de
bom deles e sigo em frente. Ninguém pode mudar o passado, mas podemos mudar o
nosso olhar sobre ele e obter a força contida nele para seguir avante.
Temos
que saber que existem ordens que regem nossos relacionamentos. O segundo passo
é aprofundar o conhecimento destas ordens. E o terceiro passo é ver o que está
em desordem na sua vida/família e colocar tudo nos devidos lugares dentro de
você. Em termos práticos, comece por dar um bom lugar aos seus pais no seu
coração (respeitá-los com suas histórias). Procure pelos excluídos (todos os
que foram desonrados e que não tiveram um bom lugar) de sua família e dê a eles
um bom lugar no seu coração. Observe se não está exigindo dos seus pais algo
indevidamente e diga a eles de coração: “vocês me deram o suficiente, o resto
faço por mim mesmo”. Verifique se há equilíbrio entre o dar e receber na sua
relação de parceiros. Estes já sãos bons movimentos de cura.
PARE DE FUMAR COM APENAS UMA SESSÃO DE PSYCH-K
Na vida de cada um de nós sempre
temos algo que queremos mudar ou um objetivo que queremos alcançar. Tentamos de
várias maneiras e com toda nossa força, mas não atingimos o resultado desejado.
Mesmo as mais recentes descobertas da ciência (psicologia, física quântica,
neurologia, etc.) confirmam que força de vontade e consciência muitas vezes não
são suficientes para obter sucesso. Por estas razões, Dr. Robert T. Williams em
1988, os EUA idealizou e criou Psych-K ®, uma metodologia criada para atingir
as metas e mudanças rapidamente com ouso da “integração psicofísica”. Uma das
peculiaridades dessa técnica é que ela permite graças ao teste muscular
cinesiológico, verificar se há um conflito entre a nossa mente consciente e
inconsciente que nos impede de alcançar um objetivo. Exemplo: eu gostaria de
parar de fumar, mas não posso. Com Psych-K, usando um teste muscular posso
determinar se há um conflito entre o meu desejo consciente de deixar de fumar e
as ações que executamos de modo automático, o subconsciente. Se houver esse
desequilíbrio, outro teste muscular irá determinar se ele é seguro e apropriado
para a pessoa equilibrar e resolver o conflito. Finalmente, graças a exercícios
especiais chamados de “equilíbrios”, podemos resolver o conflito rapidamente e
precisamente. Isso vai atingir o objetivo de forma muito mais natural e
espontânea, reduzindo significativamente o tempo. Parar de fumar será muito
mais fácil. Não espere mais – procure a solução rápida e eficiente para parar
de fumar.
BASTA APENAS UMA SESSÃO PARA QUE VOCÊ PARE DE FUMAR DEFINITIVAMENTE!!
Psych-K é utilizado diariamente
por pessoas de qualquer idade, sexo e nacionalidade, por exemplo, para aumentar
a autoestima, ganhar mais dinheiro, melhorar relacionamentos, traumas e superação
nos esportes. É, portanto, uma abordagem inovadora, poderosa e natural que já
possui mais de 20 anos de uso em todo o mundo.
SUCESSO GARANTIDO!
Psych-k funciona e pode mudar a sua vida
Na vida de cada um de nós sempre
temos algo que queremos mudar ou um objetivo que queremos alcançar. Tentamos de
várias maneiras e com toda nossa força, mas não atingimos o resultado desejado.
Mesmo as mais recentes descobertas da ciência (psicologia, física quântica,
neurologia, etc.) confirmam que força de vontade e consciência muitas vezes não
são suficientes para obter sucesso.
Por estas razões, Dr. Robert T. Williams
em 1988, os EUA idealizou e criou Psych-K ®, uma metodologia criada para
atingir as metas e mudanças que não sejam passíveis apenas de força de vontade.
Uma das peculiaridades dessa técnica é que ela permite graças a um teste
muscular cinesiológico, verificar se há um conflito entre a nossa mente
consciente e inconsciente que nos impede de alcançar um objetivo. Exemplo: eu
gostaria de parar de fumar, mas não posso. Com Psych-K, usando um teste
muscular posso determinar se há um conflito entre o meu desejo consciente de
deixar de fumar e as ações que executamos de modo automático, o subconsciente.
Se houver esse desequilíbrio, outro teste muscular irá determinar se ele é
seguro e apropriado para a pessoa equilibrar e resolver o conflito. Finalmente,
graças a exercícios especiais chamados de “equilíbrios”, podemos resolver o
conflito rapidamente e precisamente. Isso vai atingir o objetivo de forma muito
mais natural e espontânea, reduzindo significativamente o tempo. Parar de fumar
será muito mais fácil.
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por pessoas de qualquer idade, sexo e nacionalidade, por exemplo, para aumentar
a autoestima, ganhar mais dinheiro, melhorar relacionamentos, traumas e superação
nos esportes. Nas empresas é muito usado para aumentar a receita, melhorar as
comunicações e produtividade. Nos esportes competitivos Psych-K ® pode
facilitar a objetivos como a melhoria do desempenho e concentração, redução do
stress, etc. Exemplo: os jogadores de golfe usam Psych-K com grande sucesso. É,
portanto, uma abordagem inovadora, poderosa e natural que já possui mais de 20
anos de uso em todo o mundo.
A Biologia da Crença

A técnica PSYCH-K® ficou conhecida no Brasil a partir do livro A Biologia da Crença, escrito pelo biólogo norte-americano Bruce Lipton e publicado pela Editora Butterfly. Autoridade internacionalmente reconhecida no meio acadêmico por seus estudos sobre clonagem de células-tronco, ex-professor da Escola de Medicina da Universidade de Wisconsin, pesquisador da Universidade de Stanford (EUA), teve insights fundamentais sobre o controle que o ambiente exerce sobre as células a partir de suas membranas, enquanto era professor de um curso de medicina, em uma faculdade do Caribe. Seus estudos pioneiros sobre a membrana celular resultaram no surgimento de uma nova ciência, a epigenética. A nova biologia leva em consideração os conceitos da mecânica quântica e reconhece o papel de forças de energia invisíveis que formam, coletivamente, campos integrados e interdependentes que atuam nos mecanismos das células. As moléculas do corpo são controladas por frequências de energia vibracional, de forma que a luz, o som e outras energias eletromagnéticas influenciam profundamente todas as funções da vida. Entre as forças energéticas que controlam a vida estão os campos eletromagnéticos gerados pela mente.
Após longos anos de pesquisa, Bruce Lipton deparou-se com a realidade de que não são os genes que determinam nossa vida. Na verdade, nossas crenças, ou seja, a forma como percebemos os estímulos que recebemos do ambiente é que controlam nossa biologia, ativando nossos genes. Essa nova concepção nos tira da condição de vítimas da hereditariedade. A boa notícia desta nova biologia é a consciência de que nossos genes ou nosso comportamento auto-destrutivo não são algo definitivo e imutável a que estamos irremediavelmente presos. Podemos, sim, modificar determinados padrões e reações arraigadas em nosso sistema a qualquer momento, acessando a nossa mente subconsciente, depositária de nossas crenças. Em seu livro, Lipton conta como conheceu o PSYCH-K® e o recomenda como uma técnica psicológica segura, de última geração, que utiliza a energiae permite acessar e reprogramar programas subconscientes.
Psych-k
Psych-K é uma terapia de psicologia energética que tem como objetivo reescrever o software de sua mente e transformar os resultados de sua vida. Tem sido popularmente conhecido como um processo espiritual com benefícios psicológicos. É um método direto e simples para mudar crenças autolimitantes no nível subconsciente, onde quase todos os comportamentos humanos – construtivos e destrutivos – se originam. Ele permite aumentar a comunicação cruzada entre os dois hemisférios cerebrais, atingindo um estado de cérebro integral, ideal para alterar crenças subconscientes; nesse estado, as qualidades e características dos dois hemisférios estão disponíveis para maximizar o seu potencial. Seu propósito geral é acelerar a evolução espiritual - individual e global - pelo alinhamento das crenças subconscientes com a sabedoria consciente das maiores tradições intelectuais e espirituais.
O processo envolve técnicas simples, diretas e facilmente verificáveis. A interação mente-corpo é conseguida a partir dos testes musculares da Cinesiologia, Pnl, hipnose ericksoniana acessando-se, assim, arquivos limitadores da mente subconsciente. Utilizando técnicas de integração dos hemisférios cerebrais direito e esquerdo, obtém-se um estado de cérebro-integral, mais suscetível a efetuar mudanças rápidas e de longa duração em programas subconscientes obsoletos. O aspecto espiritual também é levado em conta em todos os processos do PSYCH-K®. Robert Williams, criador do método, afirma que é possível, através de um teste muscular, acessar a mente superconsciente da pessoa e verificar se suas metas são seguras e apropriadas.
Fonte: Psych-k.com
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A Teoria da Predominância Hemisférica
Uma grande quantidade de pesquisas têm sido realizadas ao longo de décadas sobre o que foi denominada a teoria da Predominância Hemisférica. Os resultados desta pesquisa mostram que cada hemisfério do cérebro tende a se especializar e dirigir diferentes funções, administrar também diferentes tipos de informação e estar ligado a diferentes tipos de problemas.
Hemisfério ESQUERDO
Usa a lógica, a razão
Pensa utilizando palavras
Raciocina dividindo em partes, especifica
Analisa, divide ° Sintetiza, reúne
Pensa em modo sequencial
Identifica-se como indivíduo
É ordeiro, controlado
Hemisfério DIREITO
Hemisfério DIREITO
Usa as emoções, as intuições, criatividade
Pensa utilizando imagens
Pensa na totalidade, relaciona
Sintetiza, reúne
Pensa em modo simultâneo, holístico
Identifica-se como grupo
É espontâneo, livre
Embora seja nosso direito de nascença ter a habilidade natural de usar simultaneamente ambos os lados do cérebro, as experiências da vida muitas vezes fazem emergir uma parte dominante, tendo em conta situações específicas. Quanto mais a experiência (geralmente traumática) for carregada do ponto de vista emocional, mais facilmente será armazenada para ser usada como referência e mais facilmente nos identificaremos de modo automático com apenas um hemisfério do cérebro quando depararmos com experiências de vida semelhantes no futuro.
Fonte: Psych-k.com
Fonte: Psych-k.com
Dr. Bruce Lipton: ciência e espiritualidade
Dr. BRUCE LIPTON, biólogo celular, renomado cientista norte-americano e professor universitário, lecionou na Escola de Medicina da Universidade de Wisconsin, desenvolveu pesquisas na universidade de Stanford e seus estudos pioneiros sobre a membrana celular foram os precursores de uma nova ciência, a EPIGENÉTICA, da qual se tornou fundador e um dos seus maiores especialistas. Lipton colocou em cheque os próprios conhecimentos com o objetivo de “enxergar” um pouco além do que apontavam os mais tradicionais estudos da física e da biologia. O resultado de tal iniciativa resultou no extraordinário livro A BIOLOGIA DA CRENÇA, best-seller nos Estados Unidos, editado no Brasil pela Butterfly Editora. Utilizando sólidas bases científicas a obra estabelece um link entre a biomedicina do passado e a essência da cura energética do futuro. A crença de que somos meras e frágeis máquinas controladas por genes está sendo gradualmente substituída pela consciência de que somos os próprios geradores e administradores de nossa vida e do mundo que nos cerca. As células têm vontade própria e um propósito de vida. Procuram ambientes que sejam adequados à sua sobrevivência e evitam os que possam ser tóxicos e hostis. Por aproximadamente 2,75 bilhões de anos, a Terra foi habitada por seres unicelulares, mas as vantagens evolucionárias de viver em comunidade fizeram com que as colônias se transformassem em organizações de milhões, bilhões e até trilhões de células. Essa exigência evolucionária é reflexo da necessidade biológica de sobrevivência. Quanto mais consciência um organismo tem do ambiente que o cerca, melhores são suas chances de sobreviver. Quando as células se agrupam, aumenta exponencialmente sua consciência do meio. Aproximadamente 96% das pessoas nascem com uma carga genética capaz de lhes proporcionar uma vida muito feliz e saudável. Somente 2 a 4% das doenças são estritamente genéticas (relacionadas a um único gene), as demais são resultado de complexas interações entre genes múltiplos e fatores ambientais.
No século 17, René Descartes negou o conceito de que a mente tenha influência sobre o corpo - a medicina tradicional, baseada em um universo de matéria puramente física e em conceitos Newtonianos, concordava com a teoria de Descartes sobre a divisão mente/corpo. A realidade de um universo quântico retoma conceitos que Descartes refutou - sim, a mente (energia) emana do corpo físico exatamente como ele pensava. A nova compreensão da mecânica do universo, porém, mostra como o corpo físico pode ser afetado pela mente não material. Pensamentos, que são a energia da mente, influenciam diretamente a maneira como o cérebro físico controla a fisiologia do corpo. Quando se trata de habilidade de processamento neurológico, a mente subconsciente é milhões de vezes mais forte que a mente consciente. Se os desejos da mente consciente entrarem em conflito com os programas subconscientes, qual lado você acredita que vencerá? À medida que nosso cérebro vai aprendendo e incorporando informações no nosso “banco de dados”, vamos desenvolvendo nossas crenças e são as crenças que controlam nossa biologia. É nossa a decisão de escolher usar ou não uma “lente” que vê o mundo colorido, belo e harmônico, e é esta visão que vai atrair nossa “realidade”.
Fonte: A BIOLOGIA DA CRENÇA
Nossas vidas são controladas pelos genes?
A percepção de que nossas vidas são controladas por nossos genes é fundamental para nossa civilização. Este dogma é ensinado desde o nível mais elementar da educação de uma criança. A mensagem "os genes controlam a vida" é repetida continuamente desde o ensino primário até a pós-graduação na escola médica. O público em geral tem sido condicionado a acreditar que o corpo humano representa um robô geneticamente controlado. Para apoiar esta crença, atribuímos as nossas capacidades e as nossas deficiências à herança dos nossos códigos genéticos. Os genes aparentemente controlam os traços da vida de um indivíduo, e uma vez que não tivemos escolha dos genes que nos foram fornecidos no momento da concepção, podemos considerar-nos vítimas da hereditariedade. Temos sido programados para aceitar que somos subservientes ao poder dos nossos genes para criarmos a experiência de nossas vidas. O mundo está cheio de pessoas que estão constante mente com medo que algum dia os seus genes possam se voltar contra eles. Milhões de pessoas que percebem seus genes como bombas-relógio, esperando por um câncer ou alguma outra doença como uma ameaça catastrófica que possa explodir a qualquer momento em suas vidas. Pais com um comportamento desregrado podem provocar um "desequilíbrio químico" no cérebro da criança. O dogma atual científico insiste que somos beneficiários de um download de códigos genéticos e aparentemente incapazes de mudá-los. Por conseguinte, encontramo-nos não apenas na posição de vítimas da hereditariedade, mas também impotentes no que diz respeito à nossa capacidade de "reprogramar" o nosso destino.
Ao assumir o papel de vítimas impotentes, podemos legitimamente negar a responsabilidade por nossa saúde, tanto física como mental. Infelizmente, isso resulta na negação de uma enorme quantidade de sofrimento humano e de doenças. A boa notícia é que, na verdade, não somos vítimas de nossos genes. Avanços surpreendentes na física e biologia celular recentemente derrubaram os fundamentos filosóficos da biomedicina convencional. Uma nova e radical compreensão emergente na vanguarda da ciência da célula reconhece que o meio ambiente e, mais especificamente, nossa percepção do ambiente, controla diretamente o nosso comportamento e a atividade dos nossos genes. As nossas "percepções" exatas ou imprecisas; e me refiro a elas mais apropriadamente como crenças. Crenças controlam nossa biologia, não os nossos genes. Os novos avanços na física e biologia nos trazem um futuro de esperança e autodeterminação.
Bruce H. Lipton, Ph.D. - Biólogo celular
Psych-k: a paz que falta na sua vida!

Você, como muitas pessoas, tem se esforçado para se tornar uma pessoa melhor ao longo dos anos. Mas, quando se trata de realizar seus objetivos na vida, às vezes podes te sentir como o teu pior inimigo em vez de seu melhor amigo. Esse conflito interno pode fazer com que a pessoa não tenha uma vida cheia de alegria, felicidade e paz. A maioria das pessoas responde a este conflito interno, dobrando seus esforços para superar a resistência que sente interiormente. Mas, às vezes tentar duramente não é a resposta. A história a seguir ilustra o ponto.Estou sentado em uma sala silenciosa de um hotel, um lugar tranqüilo rodeado de pinheiros, distante uma hora de Toronto. Era meio-dia, final de julho, e eu estava ouvindo os sons de uma desesperada luta entre a vida e a morte, acontecendo a poucos metros de distância. Há uma pequena mosca queimava as suas ultimas energias tentando voar para fora da sala, tentava inutilmente voar através do vidro da vidraça. É triste contar a comovente história da estratégia da mosca: ela insiste, mas não funciona, pois os seus desesperados esforços não oferecem nenhuma esperança para a sua sobrevivência. Ironicamente, a luta é parte da armadilha. É impossível para a mosca, mesmo tentando duramente, conseguir ter sucesso, ou seja, quebrar o vidro. No entanto, esse pequeno inseto apostou sua vida para alcançar seu objetivo através da determinação de um esforço errado. Esta mosca esta condenada. Ele vai morrer lá no peitoril da janela. Do outro lado da sala, há dez passos a porta está aberta. Dez segundos de tempo de vôo e esta pequena criatura poderia alcançar o mundo exterior que tanto procura. Com apenas um pequeno esforço que agora está sendo desperdiçado, poderia estar livre desta armadilha que ela mesma criou. A possibilidade da descoberta está lá. Seria tão fácil. Por que não tentar voar com uma outra abordagem, algo radicalmente diferente? Como é que fico tão obstinado com a idéia de que este específico trajeto me oferece a melhor oportunidade para o sucesso? Que lógica há em continuar até a morte buscando uma solução para o meu problema? Sem dúvida, esta abordagem faz sentido. Mas, lamentavelmente, é uma idéia que vai matá-la. Tentando a coisa mais difícil não é necessariamente a solução mais eficaz. Esta visão não oferece qualquer promessa real de conseguir o que se quer da vida. Às vezes, na verdade, é uma grande parte do problema. Se você aposta todas as suas esperanças numa única tentativa, você pode matar as suas chances de sucesso. Como diz o ditado, "Se você continuar fazendo o que você está fazendo, você vai continuar obtendo o que você está recebendo." Existe uma maneira melhor de encontrar a paz que falta em sua vida, do que aumentar os seus esforços e continuar tentando sem êxito. É disto que trata este livro.
Fonte: http://psych-k.com/
Ajudando crianças difíceis
1. O amor que sabe
A idéia de que devem e podem assumir algo pelos pais ou ancestrais faz parte do pano de fundo que causa dificuldades aos filhos. Isso leva a problemasintermináveis para eles. E de certa forma também para os pais. Para entendermos isso é necessário que saibamos algo sobre a diferença entre as diversas consciências.
2. A boa e a má consciência
Nós sentimos a nossa consciência como boa e má consciência, como inocência e culpa. Muitos pensam que isso teria a ver com o bom e o mau. Contudo, não é assim. Isso tem a ver com o vínculo à família e com a separação dela. Cada um de nós sabe, intuitivamente, com a ajuda de sua consciência, o que deve fazer para fazer parte dela. Uma criança sabe, intuitivamente, o que deve fazer para pertencer à família. Caso se comportar de maneira correspondente ela tem uma boa consciência. Uma boa consciência significa então: eu sinto que tenho o direito de pertencer. Se uma criança se desvia disso ou se nós nos desviamos disso, temos medo de perder o pertencimento. Sentimos esse medo como uma má consciência. Uma má consciência significa, portanto: tenho medo de ter colocado em jogo o meu direito de pertencer.
Sentimos a boa e a má consciência de formas diferentes em diferentes grupos. Até as sentimos de forma diferente, conforme cada pessoa. Por isso temos, por exemplo, em relação ao pai uma consciência diferente da que temos em relação à mãe e na profissão uma outra consciência diferente da que temos em casa. Portanto , a consciência muda continuamente porque temos de grupo a grupo e de pessoa a pessoa uma outra percepção, pois de grupo a grupo e de pessoa a pessoa o que devemos fazer ou deixar de fazer é algo diferente, para podermos pertencer. Com a ajuda da consciência também diferenciamos aqueles que nos pertencem daqueles que não nos pertencem. Na medida em que a consciência nos vincula à nossa família, ela nos separa de outros grupos ou pessoas e exige de nós que nos separemos deles. Por isso, devido à nossa consciência temos freqüentemente sentimentos de rejeição e até de inimizade em relação a outras pessoas e a outros grupos. Essa rejeição tem a ver com a necessidade do pertencimento e tem pouco ou quase nada a ver com o bom e o mau. Portanto, essa consciência é uma consciência que sentimos. Com a ajuda dessa consciência, diferenciamos entre o bom e o mau, mas sempre apenas em relação a um determinado grupo.
3. O emaranhamento
4. O amor cego
Contudo, existe para essa consciência oculta ainda uma outra lei. Essa lei também traz dificuldades às crianças. Essa lei exige que aqueles que pertenceram antes à família, tenham precedência em relação àqueles que vieram mais tarde. Portanto, existe entre os membros anteriores e os posteriores uma hierarquia. Essa hierarquia precisa ser obedecida. Contudo, muitas crianças tomam a liberdade de assumir algo pelos pais para ajudá-los. Com isso transgridem a hierarquia. Então a criança diz para a mãe ou pra o pai, sob a influência dessa consciência, frases internas, tais como: ”Eu assumo isso por você.” “Eu expio por você.” “Vou adoecer em seu lugar.” “Vou morrer em seu lugar.” Tudo isso acontece por amor, mas por um amor cego. Esse amor cego leva às drogas ou ao perigo de vida e comportamentos agressivos. Entretanto, estes tipos de comportamento e esses perigos têm a ver com a tentativa de assumir algo pelos pais. Essa ordem é violada e ferida dessa forma.
5. A ordem
Quando ficamos sabendo dessa ordem, podemos restabelecê-la novamente. Isso significa, por exemplo: os pais assumem as conseqüências de seu próprio comportamento, de seu próprio emaranhamento e os carregam sozinhos. Então a criança estará livre. Ela não precisa assumir nada daquilo que é da alçada dos outros. Contudo, a transgressão da ordem de origem é castigada duramente por essa consciência oculta. Toda criança que tenta assumir algo pelos pais ou por outros que vieram antes dela, fracassa. Nenhuma tentativa de assumir algo pelos pais tem sucesso. Está sempre fadada ao fracasso e, na verdade, para todos os envolvidos. Nós precisamos saber disso. Por isso, ajudamos as crianças a se soltarem dessa intromissão. Ao invés de olhar para as crianças, olhamos primeiro para os pais e deixamos que eles mesmos resolvam os problemas. Se os pais resolverem isso, os filhos se sentem livres. Eles ficam novamente tranquilos e se sentem acolhidos. Portanto, estas são duas leis básicas que devemos ter no nosso campo de visão e estar em acordo interno quando se quer ajudar crianças difíceis.
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